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Can all of theoretical physics today be cast in the language of differential geometry? Is this useful or necessary? Is the modern form a tensor notation or differential forms or other? What are some book recommendations on modern up-to-date treatment for physicists? https://www.quora.com/Can-all-of-theoretical-physics-today-be-cast-in-the-language-of-differential-geometry-Is-this-useful-or-necessary-Is-the-modern-form-a-tensor-notation-or-differential-forms-or-other-What-are-some-book/answer/Andrew-Winkler-15 Differential geometry is the native language of general relativity, which encompasses all of classical physics. Quantum field theory for the most part is cast in the arena of a tangent space of general relativity, and can mostly be described in terms of connections in vector bundles. So all of that is squarely differential geometry. When a tensor is alternating, it is much more efficiently modeled as a differential form. Connections are differential forms. As for books, read Spivak. I found Kobayashi and Nomizu, Warner, Helgason all insightful. Some others I don’t recall. Maybe someday I’ll write the book I wish had existed. The spin 1/2 fields have a different way of assigning actions to paths, however, that doesn’t quite fit the differential geometric mold.

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https://www.quora.com/Can-all-of-theoretical-physics-today-be-cast-in-the-language-of-differential-geometry-Is-this-useful-or-necessary-Is-the-modern-form-a-tensor-notation-or-differential-forms-or-other-What-are-some-book/answer/Rajratna-Adsul Much of theoretical physics is recast in differential geometry and topology and there is the possibility of everything in theoretical physics be cast in differential geometry. This is useful and necessary. Differential geometry unifies physics concepts. It sets up a dictionary between analytic objects and their geometric counterparts. Gauge theories blossomed in the hands of differential geometry through the introduction of fiber bundle and connections on a manifold. In this light, general relativity is also a gauge theory which can be learned along the methods of differential geometry as applied to electromagnetic theory. String theory derives its force from algebraic geometry, manifold theory, differential topology, etc. Loop quantum gravity also relies heavily on differential geometry. Witten has explored much geometry in his topological quantum field theories, Seiberg-Witten gauge theories , knot theories, etc. Differential forms and tensors are ubiquitous. But spinors also feature in theoretical physics from particle physics to gravity. There are many books which describe theoretical physics in terms of geometry and topology. Books by Frankel, Geometry of Physics, Nakahara, Geometry and Topology for Physics, Goeckeler Geometry, Gauge theories and Gravity, book by Choquet- Bruhat, Felsager Geometry and particles, Isham Modern Differential Geometry for physicists, Nash Quantum Field Theory and Topology, Geometry and Topology for Physicists, etc.
https://www.quora.com/Can-all-of-theoretical-physics-today-be-cast-in-the-language-of-differential-geometry-Is-this-useful-or-necessary-Is-the-modern-form-a-tensor-notation-or-differential-forms-or-other-What-are-some-book/answer/Paige-Brady-24 I’m no expert yet, but as someone interested in studying condensed matter theory and pursuing a math minor, I have been advised several times by mathematicians and physicists to take courses such as Euclidean Geometry and Topology. A decent number of graduate-level theorists at my school finish their research in the math department under the advisement of professors who use geometry in higher dimensions to solve important problems relating to theoretical physics. So, certainly not all, but a fair amount of modern theoretical physics research requires differential geometry. Again, I’m no expert. I can only say that I am personally going to be using this in my research, and I know a lot of students and professors in physics who also do. Outside of my department at my school, I don’t know if it’s accurate to say that ALL theoretical physics can be cast in the language of differential geometry. I hope that helps. Edit: I did not actually use differential geometry in my undergrad research, so you can take whatever you want from that.
A seguir encontra-se uma análise detalhada e rigorosa sobre o papel da geometria diferencial na física teórica moderna, estruturada em texto contínuo e denso, conforme solicitado. Abrangência e Fundamentos: A Geometrização da Natureza A ambição de formular a totalidade da física teórica através da geometria diferencial não é apenas possível, mas constitui o paradigma dominante da física fundamental contemporânea, embora o grau de completude varie entre as subdisciplinas. A pedra angular desse programa é a Relatividade Geral, que não apenas utiliza a geometria, mas é geometria: a gravidade é identificada com a curvatura do espaço-tempo. Neste domínio, a descrição via variedades pseudo-riemannianas é absoluta e consolidada. Paralelamente, as Teorias de Gauge, que compõem o Modelo Padrão da física de partículas (eletromagnetismo, forças fraca e forte), são rigorosamente formuladas como a geometria de fibrados principais e vetoriais sobre o espaço-tempo. Nestes casos, os campos de matéria são seções de fibrados associados e os campos de força (bósons de gauge) são conexões (ou potenciais de gauge) que definem o transporte paralelo e a curvatura (intensidade do campo) nesses fibrados. Contudo, existem fronteiras onde essa tradução enfrenta obstáculos. A Mecânica Quântica ordinária, embora possua formulações geométricas via geometria simplética e kähleriana no espaço de projetivo de Hilbert (o programa da "quantização geométrica"), é frequentemente tratada via análise funcional linear, onde a intuição geométrica espacial é menos direta. Mais crucialmente, a Gravitação Quântica permanece um campo de batalha; teorias como a Gravidade Quântica em Loop (LQG) tentam quantizar a geometria diretamente, tratando áreas e volumes como operadores, enquanto a Teoria de Cordas exige geometrias de dimensões superiores e estruturas complexas (variedades de Calabi-Yau), mas ainda luta para definir uma formulação independente de fundo (background independent) puramente geométrica. Os alicerces matemáticos que sustentam essa vasta estrutura começam com o conceito de Variedade Diferenciável (\mathcal{M}), um espaço topológico que é localmente homeomorfo ao espaço Euclidiano \mathbb{R}^n e permite o cálculo diferencial. Sobre esta base, constrói-se a teoria dos Fibrados (E \xrightarrow{\pi} M), que formaliza a ideia de anexar um espaço vetorial ou um grupo de simetria a cada ponto do espaço-tempo; é a estrutura global que permite a existência de campos com simetrias internas não triviais, como o spin ou a carga de cor. A dinâmica é introduzida através da Conexão (\nabla), um objeto geométrico que define como vetores ou seções são transportados de um ponto a outro (transporte paralelo), permitindo a comparação de objetos em espaços tangentes distintos. Finalmente, a não comutatividade desse transporte paralelo manifesta-se como Curvatura, expressa pelo tensor de Riemann na gravidade ou pelo tensor de intensidade de campo F_{\mu\nu} nas teorias de gauge. A compreensão de que forças físicas são manifestações da curvatura de uma conexão em um fibrado apropriado é, talvez, o insight mais profundo da física matemática do século XX. Utilidade e Necessidade: Unificação e Profundidade Conceitual A utilidade da abordagem geométrico-diferencial transcende a mera elegância formal; ela atua como um poderoso motor de unificação e generalização. Ao adotar essa linguagem, torna-se evidente que a Relatividade Geral e as teorias de Yang-Mills (Modelo Padrão) são, em essência, a mesma teoria aplicada a fibrados diferentes: a primeira no fibrado tangente e as segundas em fibrados principais com grupos de estrutura como U(1), SU(2) ou SU(3). Essa perspectiva unificada clarifica a estrutura das teorias, revelando que a "covariância geral" não é apenas uma redundância de coordenadas, mas uma expressão da independência da física em relação à escolha de seções locais (gauges) ou cartas coordenadas. Além disso, a geometria diferencial é indispensável para a análise de propriedades globais e topológicas que são invisíveis em abordagens puramente locais ou perturbativas. Fenômenos como o efeito Aharonov-Bohm, monopolos magnéticos, instantons e anomalias quirais só podem ser plenamente compreendidos através da holonomia, classes características e da topologia dos fibrados, onde a integração de formas diferenciais revela números quânticos topológicos conservados. No entanto, a questão da necessidade deve ser avaliada contextualmente. Para a compreensão profunda dos fundamentos, a formulação geométrica é absolutamente indispensável; sem ela, conceitos como a invariância de gauge parecem truques algébricos arbitrários em vez de necessidades geométricas intrínsecas. Entretanto, em contextos de cálculo computacional prático e fenomenologia de altas energias — como o cálculo de seções de choque na Teoria Quântica de Campos perturbativa — o aparato completo da geometria diferencial pode ser considerado um refinamento excessivo. Nesses casos, a "tecnologia" de integrais de trajetória e regras de Feynman, operando em um espaço-tempo plano fixo (espaço de Minkowski), é frequentemente mais direta e eficiente. Portanto, a geometria é a linguagem da arquitetura da física teórica, essencial para construir e entender as teorias, enquanto métodos algébricos ou analíticos podem prevalecer na engenharia de extrair números dessas teorias em regimes específicos. Linguagens e Notações Preferenciais: O "Esperanto" da Física Matemática No cenário atual, existe uma tensão dialética e uma complementaridade entre a notação tensorial clássica (baseada em índices) e o cálculo de formas diferenciais (livre de coordenadas). A notação tensorial clássica, exemplificada por expressões como \nabla_\mu T^{\nu\rho}, permanece robusta e onipresente, especialmente em Relatividade Geral numérica e em cálculos que exigem manipulação direta de componentes. Ela é explícita e concreta, mas sofre do vício de obscurecer a geometria global e tornar as equações dependentes de escolhas de base. Em contraste, o cálculo de formas diferenciais (cálculo exterior de Cartan) oferece uma concisão e uma elegância superiores para descrever propriedades topológicas e leis de conservação. Equações de Maxwell, que exigem várias linhas em cálculo vetorial e notação tensorial, condensam-se nas belas e compactas dF = 0 e d*F = *J. O operador diferencial exterior d e a integração de formas fornecem o formalismo natural para o Teorema de Stokes generalizado, essencial para conectar leis de conservação a fronteiras. O "padrão moderno" para a formulação de teorias fundamentais é, portanto, um hibridismo sofisticado, frequentemente referido como a formalismo de tétradas (ou vielbein) com notação de índices abstratos ou formas vetoriais. Neste paradigma, utiliza-se a eficiência das formas diferenciais para definir a estrutura da teoria, as equações de movimento e as identidades de Bianchi, enquanto se recorre aos índices (frequentemente em bases ortonormais móveis, não coordenadas) para cálculos específicos de soluções. Além disso, a fronteira da física teórica exige generalizações que extrapolam a geometria diferencial de Riemann e Cartan. A Supergravidade e a Teoria de Cordas utilizam "Supervariedades", onde as coordenadas incluem variáveis de Grassmann (anticomutativas) para descrever férmions geometricamente. Em outra vertente, abordagens à gravidade quântica invocam a Geometria Não-Comutativa, onde a álgebra de funções sobre a variedade torna-se não comutativa, sugerindo uma estrutura de espaço-tempo "difusa" na escala de Planck. Recomendações Bibliográficas: Um Roteiro Comentado Para navegar a vasta literatura da geometria diferencial aplicada à física, é necessário distinguir entre obras que ensinam a ferramenta e obras que aplicam a ferramenta com rigor. A seguir, apresenta-se uma progressão hierárquica de leituras essenciais. Para o físico teórico que busca a transição da graduação para a pesquisa avançada, a obra seminal é "Geometry, Topology and Physics" de Mikio Nakahara. Este livro é amplamente considerado a "bíblia" moderna para físicos, cobrindo desde variedades básicas até classes características, teoria de índices e teoria de cordas, com um equilíbrio ideal entre rigor matemático e aplicação física. Como complemento mais acessível e focado na intuição visual antes do formalismo pesado, "Geometrical Methods of Mathematical Physics" de Bernard Schutz é o ponto de partida clássico e insuperável para iniciantes. Outra obra moderna de destaque, que foca intensamente na estrutura de fibrados e teoria de gauge, é "Gauge Fields, Knots and Gravity" de John Baez e Javier Muniain; este texto é excepcional por sua clareza pedagógica e por conectar o formalismo padrão a tópicos avançados como a teoria de Chern-Simons e a gravidade quântica em loop. Elevando o nível de rigor matemático para um patamar onde matemáticos e físicos teóricos dialogam, "The Geometry of Physics: An Introduction" de Theodore Frankel é uma obra-prima enciclopédica. Frankel apresenta a geometria com uma ênfase visual e intuitiva profunda, mas sem sacrificar a precisão, sendo essencial para compreender a mecânica clássica simplética e a relatividade geral sob uma ótica moderna. Para aqueles que desejam dominar o cálculo de formas diferenciais e sua aplicação na gravitação, o clássico "Gravitation" de Misner, Thorne e Wheeler (especificamente os capítulos sobre formas diferenciais e cálculo exterior) permanece relevante, embora sua notação seja por vezes idiossincrática. No extremo do rigor formal, servindo como referências definitivas para pesquisadores que necessitam de precisão axiomática, encontram-se os dois volumes de "Foundations of Differential Geometry" de Shoshichi Kobayashi e Katsumi Nomizu. Embora sejam livros de matemática pura, eles definem a linguagem padrão para conexões em fibrados principais que a física teórica adotou. Mais recentemente, para um tratamento matemático moderno e didático de variedades, a trilogia de John M. Lee (especialmente "Introduction to Smooth Manifolds") tornou-se o padrão-ouro em departamentos de matemática e é altamente recomendada para físicos que desejam uma base à prova de falhas. Por fim, para a aplicação específica em Relatividade Geral com total rigor geométrico (usando notação de índice abstrato), "General Relativity" de Robert Wald é a referência obrigatória, exigindo e desenvolvendo uma maturidade geométrica significativa do leitor. Próximo passo para o usuário Gostaria que eu demonstrasse a aplicação prática dessa linguagem geométrica derivando as Equações de Maxwell explicitamente a partir da curvatura de uma conexão em um fibrado U(1) e traduzindo-as entre a notação de formas diferenciais (dF=0) e a notação tensorial clássica?