Neste sábado, o melhor ativo da história humana completa 17 anos. Foi em 3 de janeiro de 2009 que Satoshi Nakamoto lançou o primeiro bloco do Bitcoin.
Curiosamente, ele não recebeu nenhuma recompensa pelo chamado “bloco-gênese”, visto que a transação que paga o minerador não foi processada nesse bloco. Isso só foi acontecer depois, quando aí sim Satoshi começou a acumular os seus quase 1 milhão de BTC — e que não foram tocados até hoje.
Oito dias após o lançamento do Bitcoin, em 11 de janeiro, a rede recebeu seu segundo nó e minerador ativo: Hal Finney, que escreveu seu hoje famoso tuíte “Running Bitcoin!”
Mas foi apenas entre julho e setembro de 2009 que o Bitcoin começou a ser negociado de modo a valer seus primeiros centavos de dólar. Desde então a criptomoeda saiu de algo com valor simbólico — a “moedinha de nerds” para um ativo que já vale mais de US$ 1,75 trilhão, ou mais do que o PIB de 175 países, incluindo Indonésia (US$ 1,58 trilhão), Arábia Saudita (US$ 1,26 trilhão) e já valeu mais do que o PIB brasileiro, que hoje é de US$ 2,3 trilhões.
Além do Bitcoin, hoje é aniversário de três anos do lançamento do meu livro, Do Zero ao Cem Mil com Bitcoin, onde eu conto detalhes sobre a minha trajetória com a criptomoeda e de que formas ela mudou minha vida.

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