A história do Brasil vive cheia de sombras e clarões, algumas figuras virão monumentos outros virão silêncio !
Zumbi dos Palmares aparece como guardião absoluto da liberdade, mas quase nunca se fala que em Palmares também existiam práticas de escravidão interna, um daqueles detalhes que a
narrativa deixa cair no chão!
Enquanto isso, dois astros reais da abolição brilham longe dos holofotes:
* André Pinto Rebouças
Engenheiro visionário, mente inquieta, um homem que enxergava pontes mesmo onde só existiam muros. Um inventor de futuro, apagado por um país que ainda não sabia valorizar seus próprios gênios.
José carlos do Patrocinio mares.
O trovão da imprensa. Voz afiada, verbo em chamas, um cronista que rasgou véus e empurrou
a sociedade para acordar. A pena dele era quase uma espada.
O vídeo de hoje é um chamado:
• olhar para a história inteira, não só para o pedaço que virou mito.
O Brasil é um quebra-cabeça brilhante... desde que a gente não esconda as peças.
Fábiohs23
Fábiohs23
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O Senado aprovou a nova Lei de Combate à Misoginia, que passa a tratar atitudes misóginas com a mesma gravidade do crime de racismo. A partir da mudança, essas condutas terão punição mais severa, caráter imprescritível e poderão ser julgadas independentemente do tempo decorrido.
A lei define misoginia como qualquer ação que silencie, humilhe, desqualifique ou ataque mulheres, tanto em espaços públicos quanto privados. Entre as situações consideradas misóginas estão: interromper repetidamente a fala de uma mulher com intenção de calá-la, ridicularizar opiniões femininas, usar linguagem ofensiva, perseguir, humilhar em público, manipular emocionalmente, promover isolamento social e dificultar o acesso ao trabalho, à vida acadêmica ou à participação política.
A aprovação foi vista como um marco histórico no enfrentamento à violência de gênero, ao reconhecer legalmente comportamentos antes naturalizados no cotidiano. Para especialistas, a medida coloca o Brasil em uma nova etapa de responsabilidade e respeito às mulheres.
Apesar disso, críticos afirmam que parte das situações previstas pode gerar debates e disputas de interpretação, já que envolve comportamentos subjetivos. Mesmo assim, juristas defendem que a lei oferece respaldo jurídico para proteger mulheres em contextos de discriminação e violência simbólica.
A expectativa é que a nova legislação incentive denúncias, amplie a conscientização e ajude a transformar práticas arraigadas na sociedade.

