Pode ver-se por aí que a saúde mental está fundada num certo grau de tensão, aquela tensão entre o que já realizámos e aquilo que ainda queremos alcançar, ou o espaço entre o que somos e aquilo que pretendemos vir a ser. (…) Aquilo de que um ser humano realmente necessita não é de um estado sem tensões mas antes do esforço e da luta por um objetivo que valha a pena, por uma tarefa livremente escolhida.
Viktor Frankl
A empatia é a capacidade de perceber a experiência, sentimentos e pensamentos do outro. Um passo essencial para nos conectarmos ao outro e tomarmos a sua perspetiva. A compaixão significa sofrer juntos e é caracterizada pelo desejo de tomar uma atitude para ajudar o outro. É frequente confundirem-se estes conceitos sendo mesmo usados como sinónimos. Contudo, as diferenças são importantes na análise não só dos significados, mas também dos sentimentos e comportamentos que evocam. A empatia enfatiza muito mais a tomada de perspectiva, ao passo que a compaixão enfatiza a ação. Estas duas competências são antídotos importantes para o nosso egoísmo e fomentam em nós o altruismo e a motivação para ajudar os outros. Alguns exemplos de iniciativas que podemos experimentar para cultivar estas competências : 1 - Fazer Voluntariado; 2- Realizar atos de serviço; 3 - Escutar atentamente; 4 - Participar na comunidade onde se está inserido . Já realizaram alguma destas coisas ? #psicologia #psicologiaclinica #terapia
Aquilo que é belo cumpre funções perenes que estão muito para além do tempo e espaço atuais. É um referencial para uma necessidade de conciliação como o mundo e uma moral, um espaço de consolação e refúgio onde até a tragédia tem oportunidade de ter significado procurando uma redenção. No belo está sempre a harmonia com a existência, a moral e a estética que é celebrada e não agredida. Na arte contemporânea são inúmeros os exemplos nos quais procuramos através do ruído desconstruir esse conceito de belo e por vezes até agredir o impulso estético fazendo como se este não fosse mais do que uma mera consideração púdica e exclusionária da criação artística. A verdade é que precisamos de separar o trigo do joio e separar o belo do grotesco, nesse processo algo pode ter de ser sacrificado. No entanto, importa que esse sacrifício aconteça para que continuemos a ter aspirações estéticas, para que não fiquemos cheios de ruído à nossa volta.
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