Google entra no jogo do Bitcoin!
A gigante da tecnologia aumentou sua aposta na TeraWulf, empresa de mineração de Bitcoin, e agora pode deter até 14% das ações.
Com um investimento de US$ 3,2 bilhões, o Google fortalece sua parceria com a Fluidstack, que usa a energia da TeraWulf para computação de IA.
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Block, de Jack Dorsey, lança Proto Rig: a máquina de mineração de Bitcoin mais potente do mercado!
Com até 819 TH/s e design modular, o Proto Rig revoluciona a mineração:
Manutenções rápidas - troque peças como ventiladores ou hashboards em segundos, sem parar a operação.
Atualizações simples - substitua apenas os hashboards para acompanhar novos chips, sem descartar o equipamento.
Alta eficiência - ocupa menos espaço, com 3 máquinas onde cabiam 2 tradicionais.
Consumo de 12.000 W e eficiência de 14,65 W/T.
A Bitmain ainda lidera em eficiência, mas o Proto Rig é imbatível em potência!
Inclui o Proto Fleet, software para gerenciar fazendas de mineração.
Ações da Block (NYSE: XYZ) subiram 5,44% com o lançamento.
Preço do Proto Rig ainda não divulgado.
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Projeto de Lei propõe "Sentinela Digital" com blockchain no Brasil!
O deputado Marcos Tavares (PDT-RJ) apresentou o PL 3917/2025, que obriga a integração de um sistema de segurança com blockchain e IA no firmware de celulares homologados pela Anatel.
O "Sentinela Digital" visa combater furtos e roubos com:
Registro imutável de bloqueios/desbloqueios em blockchain
Rastreamento remoto mesmo com o aparelho desligado
IA para detectar fraudes
Autenticação multifatorial via Gov.br e biometria
Multa de R$ 20 mil por aparelho em descumprimento
O projeto, que envolve Anatel, MJSP e Procons, ainda precisa de aprovação no Congresso.
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Um vendedor P2P ganhou na justiça contra o Banco do Brasil após estorno indevido de R$ 15 mil via Pix, solicitado por uma cliente que alegou fraude.
A transação ocorreu na plataforma Hold Hold, mas o banco bloqueou a conta do vendedor por 6 dias sem provas claras.
O vendedor apresentou evidências, denunciou o golpe e a plataforma baniu a conta da cliente.
A justiça condenou o banco a devolver os R$ 15 mil, pagar R$ 3 mil por danos morais e 15% do valor da ação em honorários advocatícios.
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