Do nada minha bio e meu nome sumiram...🤔
Esta lista é uma compilação de joias escondidas no mundo literário do Bitcoin, focada em obras menos conhecidas mas extremamente valiosas. Cada livro oferece insights únicos sobre o universo do Bitcoin, abrangendo desde aspectos técnicos e históricos até suas implicações econômicas e filosóficas. Ideal para entusiastas de criptomoedas que buscam aprofundar seus conhecimentos além do mainstream. 1. "Bitcoin: A Moeda na Era Digital" de Fernando Ulrich: Um dos primeiros trabalhos em português a explorar o potencial disruptivo do Bitcoin dentro do contexto econômico e financeiro. 2. "O Padrão Bitcoin: A Alternativa Descentralizada aos Bancos Centrais" de Saifedean Ammous: Embora não seja totalmente desconhecido, este livro oferece uma análise profunda da história do dinheiro e como o Bitcoin pode ser a evolução natural. 3. "A Revolução do Bitcoin" de Jake Smith: Uma visão abrangente sobre como o Bitcoin está transformando o mundo, destacando histórias reais e aplicações práticas. 4. "Inventando o Bitcoin" de Yan Pritzker: Uma exploração acessível dos princípios técnicos do Bitcoin, ideal para aqueles que desejam entender como funciona sem se aprofundar em linguagem técnica complexa. 5. "Bitcoin: Soberania Através da Matemática" de Knut Svanholm: Argumenta que o Bitcoin oferece um novo tipo de liberdade, baseada na matemática, diferente de sistemas baseados na confiança humana. 6. "A Psicologia do Dinheiro" de Morgan Housel: Embora não seja exclusivamente sobre Bitcoin, este livro oferece percepções valiosas sobre como as pessoas pensam sobre dinheiro e investimentos, o que é extremamente relevante no contexto do Bitcoin. 7. "Blockchain Bubbles" de Peter Kelly-Detwiler: Explora a inovação e as bolhas especulativas em torno do Bitcoin e de outras criptomoedas, oferecendo uma perspectiva equilibrada sobre seus potenciais e riscos. 8. "O Pequeno Livro do Bitcoin" de Alex Gladstein e outros: Uma introdução compacta e fácil de entender sobre o que é o Bitcoin, por que ele é importante e como ele pode influenciar o futuro da economia global. 9. "Criptoativos: O Guia do Investidor Inovador" de Chris Burniske e Jack Tatar: Fornece uma estrutura sólida para avaliar o valor e o potencial de investimento de criptoativos como o Bitcoin. 10. "Layered Money: From Gold and Dollars to Bitcoin and Central Bank Digital Currencies" de Nik Bhatia: Embora se aventure além do Bitcoin, este livro oferece uma compreensão profunda de como o Bitcoin se encaixa na evolução histórica do dinheiro.
Deixem aqui nos comentários alguma dúvida sobre Bitcoin, técnico ou teórico, tanto faz. Irei tentar responder todos.
Uma lista com 60 termos técnicos usados no mundo do Bitcoin, espero ter ajudado. 1. Blockchain: Um livro-razão digital distribuído que registra todas as transações de Bitcoin em blocos sequenciais. 2. Bitcoin (BTC): A unidade de moeda do sistema Bitcoin. 3. Mineração: O processo de usar poder computacional para processar transações, garantir a segurança da rede e manter todos os participantes sincronizados. 4. Bloco: Um conjunto de transações Bitcoin registradas em um livro-razão digital. 5. Hash: Uma função que converte uma quantidade de dados em uma string fixa de caracteres, usada para garantir a integridade dos blocos. 6. Proof of Work (PoW): Um sistema que exige uma quantidade computacionalmente não trivial de trabalho para evitar comportamentos maliciosos na rede. 7. Wallet (Carteira): Um software ou hardware que armazena chaves privadas para gerenciar e transacionar seus Bitcoins. 8. Chave Privada: Um segredo digital que permite ao usuário provar a propriedade de seus Bitcoins. 9. Chave Pública: Um endereço gerado a partir da chave privada para receber Bitcoin. 10. Endereço Bitcoin: Uma string alfanumérica que indica o destino de um pagamento Bitcoin. 11. Transação: A transferência de valor entre carteiras Bitcoin. 12. Assinatura Digital: Uma assinatura eletrônica que prova a propriedade de uma chave privada e, por sua vez, do Bitcoin. 13. Taxa de Transação: Uma pequena taxa cobrada para incluir uma transação na blockchain. 14. Satoshi: A menor unidade do Bitcoin, equivalente a 100 milionésimos de um Bitcoin. 15. Halving: Um evento que reduz pela metade a recompensa de novos blocos minerados, ocorrendo aproximadamente a cada quatro anos. 16. SegWit (Segregated Witness): Uma atualização do protocolo Bitcoin que altera a maneira como os dados são armazenados na blockchain. 17. Lightning Network: Uma segunda camada de protocolo sobre o Bitcoin que permite transações instantâneas e de baixo custo. 18. Nó (Node): Um computador conectado à rede Bitcoin que valida e transmite transações e blocos. 19. Mempool (Memory Pool): Um espaço temporário na memória de um nó onde as transações estão pendentes de serem confirmadas. 20. Fork: Uma alteração nas regras de protocolo da blockchain que resulta em duas cadeias: uma seguindo as regras antigas e outra as novas. 21. Hard Fork: Um tipo de fork que torna inválidas as regras anteriores ou blocos criados com regras antigas. 22. Soft Fork: Um tipo de fork que introduz uma mudança compatível com versões anteriores da blockchain. 23. Altcoin: Qualquer criptomoeda que não seja o Bitcoin. 24. Exchange (Corretora): Uma plataforma onde você pode comprar, vender e trocar criptomoedas. 25. Paper Wallet: Uma forma de armazenamento a frio onde as chaves privadas são impressas em um pedaço de papel. 26. HODL: Um termo usado na comunidade Bitcoin que significa reter seus Bitcoins ao invés de vendê-los, originado de um erro de digitação da palavra “hold”. 27. FOMO (Fear of Missing Out): O medo de perder uma oportunidade potencialmente lucrativa, muitas vezes levando a decisões precipitadas de investimento. 28. FUD (Fear, Uncertainty, Doubt): Disseminação intencional de informações negativas para criar medo e dúvida. 29. Whale (Baleia): Um indivíduo ou entidade que possui uma grande quantidade de Bitcoin. 30. Cold Storage (Armazenamento a Frio): O armazenamento de Bitcoin offline para proteger contra roubos online. 31. Hot Wallet (Carteira Quente): Uma carteira Bitcoin conectada à internet e mais suscetível a ataques. 32. Multisig (Multissignature): Um tipo de carteira que exige mais de uma chave privada para autorizar uma transação de Bitcoin. 33. P2P (Peer-to-Peer): Uma rede descentralizada de computadores que compartilham recursos sem a necessidade de uma autoridade central. 34. Criptografia: A prática e estudo de técnicas de comunicação segura na presença de terceiros, usada no Bitcoin para assegurar transações. 35. Bloco Gênese: O primeiro bloco de uma blockchain, no caso do Bitcoin, criado por Satoshi Nakamoto. 36. Hash Rate: A unidade de medida do poder de processamento da rede Bitcoin, indicando a quantidade de tentativas de hash por segundo. 37. Mixer/Tumbler: Serviços que misturam potencialmente identificáveis ou ‘contaminadas’ criptomoedas com outras, para obscurecer a trilha até o fundo original. 38. Orphan Block (Bloco Órfão): Blocos que não são aceitos na blockchain principal devido a atrasos na transmissão. 39. Recompensa de Bloco: A quantidade de novos bitcoins gerados e concedidos ao minerador que resolveu o bloco. 40. Script: Uma linguagem de programação usada para especificar as condições em que uma transação Bitcoin é considerada válida. 41. Double Spend (Gasto Duplo): Uma tentativa falha de gastar o mesmo Bitcoin em duas transações diferentes. 42. Confirmation (Confirmação): Uma medida da permanência de uma transação Bitcoin, que aumenta com cada bloco adicionado à blockchain após o bloco que contém a transação. 43. BIP (Bitcoin Improvement Proposal): Uma proposta de melhoria do protocolo Bitcoin, sugerindo alterações no software. 44. UTXO (Unspent Transaction Output): A saída de uma transação de Bitcoin que ainda não foi usada como entrada em uma nova transação. 45. Full Node: Um programa que valida completamente todas as regras do Bitcoin, mantendo uma cópia completa da blockchain. 46. Merkle Tree: Uma estrutura de dados usada na blockchain para resumir todas as transações em um bloco. 47. Nonce: Um número arbitrário que pode ser usado apenas uma vez em um esforço computacional de prova de trabalho. 48. SHA-256: O algoritmo de hash específico usado pelo Bitcoin. 49. Smart Contract (Contrato Inteligente): Embora mais associado com Ethereum, contratos inteligentes também podem ser implementados no Bitcoin, sendo protocolos que facilitam, verificam, ou executam a negociação ou desempenho de um contrato de forma automática. 50. Atomic Swap: Uma tecnologia que permite a troca direta de uma criptomoeda por outra sem a necessidade de uma terceira parte confiável, como uma exchange. 51. Layer 2: Soluções construídas sobre a blockchain existente para melhorar a escalabilidade e eficiência sem alterar o protocolo base. 52. Dust Transaction: Uma transação de Bitcoin com um valor tão pequeno que não compensa o custo da taxa de transação. 53. Difficulty Adjustment: O processo de ajuste da dificuldade de mineração na rede Bitcoin para manter o tempo médio entre blocos em torno de 10 minutos. 54. Seed Phrase (Frase-Semente): Uma lista de palavras usada para recuperar ou fazer backup de uma carteira de criptomoedas. 55. Watch-Only Address: Um endereço Bitcoin adicionado a uma carteira, mas sem a chave privada correspondente, permitindo ver o saldo, mas não gastá-lo. 56. RBF (Replace By Fee): Um método que permite a substituição de uma transação Bitcoin pendente por outra que paga uma taxa de transação mais alta. 57. Taproot: Uma atualização significativa na rede Bitcoin que melhora a privacidade, eficiência e capacidade de realizar contratos inteligentes. 58. Schnorr Signatures: Uma alternativa às assinaturas digitais usadas no Bitcoin, oferecendo melhorias na eficiência e privacidade. 59. DEX (Decentralized Exchange): Uma exchange de criptomoedas que opera sem uma autoridade central, facilitando negociações diretas entre usuários. 60. Lightning Invoice: Uma solicitação de pagamento usada na Lightning Network, contendo informações para facilitar uma transferência de pagamento.
"Você tem que estar absolutamente louco para acreditar no Federal Reserve agora. Eles estão cheios disso. E eu não preciso, porque possuo Bitcoin." -Jack Mallers
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Hoje tive o desprazer de ver um parente muito querido meu, dizer tal abominação: "não quero Bitcoin, não agora" continuou com "quero ficar rico do meu jeito". Essa pessoa tem na cabeça dela que é melhor ela morrer de trabalhar para ter patrimônio em Fiat, ao invés de comprar BTC e toda semana comprar um pouco, e quando se passar no mínimo 5 anos ela não ter que precisar trabalhar NUNCA mais. É triste ver alguém que você tanto gosta indo para o caminho da perdição, mas é aquilo que o Renato já falou: "você vai pular na água para salvar quem quer se afogar?".
Talvez o objetivo hoje em dia não seja descobrir o que somos, mas sim rejeitar o que somos. - Michel Foucault
Este texto se propõe a desvelar as camadas da obra seminal de Adam Smith, situando-a no contexto de sua época, ao mesmo tempo em que traça suas repercussões e relevância para o mundo contemporâneo. Aurora da Economia Moderna: O Contexto de Adam Smith No século XVIII, o pensamento econômico encontrava-se à beira de uma transformação radical. Foi nesse cenário efervescente que Adam Smith, um filósofo escocês, publicou sua obra “A Riqueza das Nações”, dentro da qual a ideia da “mão invisível” se destaca como um dos pilares da economia de mercado. Smith argumentava que, em uma economia de livre mercado, os indivíduos, ao buscarem seu próprio interesse, são guiados como que por uma “mão invisível” para promover um resultado que é, na maioria das vezes, benéfico para a sociedade como um todo. A Tapeçaria Teórica: O Tecido da Mão Invisível Smith não apenas introduziu um conceito; ele teceu uma teoria que unia liberdade individual, trabalho, troca e acumulação de capital, argumentando que a interação desses elementos, quando deixada em sua máxima liberdade, levaria a uma alocação eficiente dos recursos. A mão invisível era, assim, uma metáfora para o princípio de auto-regulação dos mercados, segundo o qual a competição leva a produtos melhores e preços mais baixos, beneficiando a sociedade em seu conjunto. Ecos na Modernidade: A Mão Invisível Hoje A relevância da mão invisível transcendeu os séculos, ressoando no coração do capitalismo contemporâneo. Em uma era de globalização e mercados interconectados, as ideias de Smith são mais pertinentes do que nunca. No entanto, este ensaio busca não apenas elogiar, mas também questionar: Até que ponto a mão invisível pode guiar uma economia global marcada por disparidades significativas de riqueza e poder? O Contraponto Necessário: As Mãos Visíveis da Intervenção A teoria de Smith, embora elegantemente simples, enfrenta críticas em um mundo onde monopólios, externalidades negativas e crises financeiras sugerem que as mãos do mercado nem sempre são invisíveis nem infalíveis. Aqui, exploramos a necessidade de “mãos visíveis” — regulamentações e intervenções governamentais — para corrigir as falhas de mercado e garantir um equilíbrio mais justo. Rumo a um Equilíbrio Justo: Políticas Econômicas em Ação Na tentativa de harmonizar a liberdade individual de mercado com a necessidade coletiva de justiça social, diversas políticas econômicas têm sido implementadas ao redor do globo, cada uma refletindo a complexa tessitura dessa dialética. Por exemplo, os programas de redistribuição de renda, como os impostos progressivos e os benefícios sociais, visam corrigir as desigualdades inerentes ao livre mercado, sem sufocar a inovação e o empreendedorismo. Um estudo da OCDE (2017) ilustra que políticas de redistribuição bem calibradas podem diminuir significativamente a desigualdade sem prejudicar o crescimento econômico. Tal evidência é um testemunho do equilíbrio factível entre o estímulo à eficiência de mercado e a promoção da equidade social. Exemplos Históricos e Contemporâneos: Lições de Intervenção Governamental Olhando para o passado, o New Deal dos Estados Unidos na década de 1930 serve como um exemplo clássico de intervenção governamental que não apenas procurou corrigir as falhas do mercado pós-Crise de 1929, mas também visou reestabelecer a equidade através de programas de emprego, reformas financeiras e investimento em infraestrutura. No cenário contemporâneo, os países nórdicos frequentemente emergem como modelos no equilíbrio entre mercado e Estado. Com elevados níveis de liberdade econômica combinados com fortes redes de segurança social, essas nações ilustram como políticas inovadoras e intervenções governamentais criteriosas podem resultar em sociedades mais igualitárias sem comprometer a vitalidade econômica. Alternativas e Soluções: Caminhos para a Correção das Falhas de Mercado Para lidar com as falhas de mercado identificadas, é imperativo explorar alternativas e soluções pragmáticas. Uma dessas soluções pode ser encontrada na implementação de políticas de “preços de carbono”, que buscam corrigir as externalidades negativas da emissão de gases do efeito estufa, incentivando práticas mais sustentáveis sem restringir a inovação empresarial. Além disso, a adoção de tecnologias financeiras e regulamentações adaptativas pode oferecer novas formas de inclusão financeira e estabilidade econômica, como evidenciado pela ascensão das criptomoedas e pela implementação de políticas de “sandbox” regulatório, que permitem experimentações em ambientes controlados. Conclusão Aprofundada: Entre a Visão e a Realidade Concluindo, a busca por um equilíbrio justo entre liberdade econômica e equidade social é um empreendimento contínuo, que exige não apenas a compreensão das teorias fundamentais como a de Adam Smith, mas também a aplicação criativa e responsável de políticas econômicas. As lições do passado, juntamente com as inovações do presente, fornecem um caminho rico em possibilidades para a construção de uma economia que não apenas prospera em liberdade, mas também floresce em justiça. Este ensaio, enriquecido por dados concretos e exemplos históricos, visa contribuir para essa jornada, convidando à reflexão sobre como podemos, coletivamente, tecer uma tapeçaria econômica onde a mão invisível de Smith trabalha em harmonia com as mãos visíveis da intervenção consciente e da regulação.
🕵️‍♂️ Em breve, trarei para vocês uma análise profunda de "A Mão Invisível" de Adam Smith. Prepare-se para uma jornada que vai além das páginas, tocando o coração da sociedade moderna. Fiquem ligados!