Entrevistei nesta manhã o autor deste livro sobre a história global da liberdade de expressão, Jacob Mchangama. Uma tradução foi feita pelo Instituto Sivis, lançada hoje, com tiragem de 500 cópias que estão sendo distribuídas gratuitamente. Nosso ótimo papo vai pro canal do Claudio Dantas depois que a legenda estiver pronta. Sim, Jacob falou sobre Moraes. image
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Vacinas da Covid custam milhões em indenizações por mortes e efeitos colaterais — no Brasil e no mundo. Governos estão pagando mais que farmacêuticas, isentas de responsabilidade em contratos.
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“A Sociedade Aberta e Seus Inimigos não é um apelo ao relativismo, mas uma defesa da civilização contra o dogma e o autoritarismo. A sociedade aberta de Popper se sustenta não no relativismo moral, mas na humildade epistêmica: o reconhecimento de que ninguém tem um monopólio da verdade, e que os valores devem ser mantidos abertos para crítica e revisão. ‘O que precisamos e o que queremos’, escreve ele, ‘é moralizar a política, não politizar a moralidade’. Para Popper, ‘moralizar a política’ é aplicar padrões éticos à ação política, enquanto ‘politizar a moralidade’ é sacralizar um único código moral como a lei imutável — uma prática que leva diretamente à repressão política. Popper não negou a existência das verdades morais objetivas. O que ele negou foi o direito do Estado de impô-las como certezas fixas. A obra de Popper pertence a uma tradição que remonta a Jeremy Bentham, John Stuart Mill e Friedrich Hayek: pensadores que viram a liberdade não como amoralidade, mas como um espaço no qual a verdade possa ser testada, os erros possam ser corrigidos, e formas melhores de viver sejam descobertas. Como Mill insiste no ensaio ‘Sobre a Liberdade’, ‘a percepção mais clara e a impressão mais vívida da verdade [são] produzidas por sua colisão com o erro’. A alternativa — sociedades construídas sobre verdades supostamente infalíveis — produziu os gulags, as câmaras de gás e genocídios. O liberalismo não é politicamente restrito por ser metafisicamente magro. Ele é politicamente restrito porque é moralmente sério.” — Roger Partridge, jurista neozelandês, na revista Quillette.
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Aplaudir leis de “injúria” ou “discurso de ódio” que te favoreçam é passar o seguinte recado: “Sim, eu sou frágil. Sou um alecrim dourado que vai murchar se você emitir certas palavrinhas feias contra mim. E vou usar o poder do Estado, que tira à força dinheiro de nós dois, para colocar os meus sentimentos subjetivos acima do seu direito de se expressar.” Esse atestado de fragilidade e passivo-agressividade jamais sairia da boca de uma drag queen que enfrentou a polícia nos anos 1960 para ter um local para flertar e beber em Nova York, o bar Stonewall. Não sairia da boca do abolicionista Frederick Douglass, que dedicava tempo das suas viagens de trem a brigar com quem quisesse impor a segregação LEGAL sobre ele. Não sairia da boca da sufragista Millicent Fawcett, que ao argumentar pelo voto feminino chegou a cogitar a sério, para fins de argumentação, que mulheres pudessem ser menos inteligentes que homens. O identitarismo que hoje impõe censura via tráfico de influência junto a juiz do STF não é um herdeiro do melhor do ativismo dos direitos civis. O identitarismo é uma fraude que atrai gente de péssimos hábitos, inclusive narcisistas vulneráveis.