Diz o presidente da JS: "Quem somos nós para menosprezar o livre arbítrio de quem possa escolher esta atividade profissional (prostituição), ou para querer impor uma determinada visão moral da sexualidade sobre todos?" O argumento do PCP parece-me mais sólido. Pois, numa sociedade hiper-capitalista, numa economia que mata, até que ponto é que a alegada «liberdade de escolha» pela atividade de prostituição não será antes uma forma velada de coação e de falta de alternativas das pessoas mais desfavorecidas? Parece-me que o JS e o PS têm de analisar melhor o que significa realmente ser "livre".
Realizou-se ontem, na Universidade da Maia, o I Encontro Nacional de PHILOTALKS - Filosofia, Ética e Educação em debate. Uma iniciativa da APEFP com o apoio do Município da Maia. Parabéns à organização por este importante momento de reflexão e partilha. 📃.json