Suspeito de ataque hacker ao sistema do Pix é preso pela Polícia Civil em São Paulo A Polícia Civil de <a href="http://revistaoeste.com/tag/sao-paulo" rel="nofollow">São Paulo</a> efetuou a prisão de um homem apontado como participante de um ataque hacker que desviou valores milionários nesta quinta-feira, 3. A ação atingiu uma empresa responsável por integrar bancos menores e fintechs ao sistema Pix, gerido pelo . O crime digital afetou ao menos seis bancos e causou grande impacto no mercado financeiro na quarta-feira 2. + Leia mais notícias de <a href="http://revistaoeste.com/brasil" rel="nofollow">Brasil</a> em Oeste O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) apresentou João Nazareno Roque como o principal suspeito. Ele trabalhava na C&M Software (CMSW) e teria permitido que pessoas externas invadissem o sistema restrito. De acordo com os policiais, Roque utilizou o próprio computador corporativo para viabilizar o acesso dos criminosos. Leia também: Equipes do Deic localizaram o suspeito no bairro City Jaraguá, situado na zona norte da capital paulista. A prisão ocorreu de forma silenciosa, sem resistência. A C&M também não divulgou nenhuma nota oficial sobre o caso. Autoridades consideraram o episódio como um dos ataques cibernéticos mais graves registrados no Brasil. Durante depoimento informal, Roque reconheceu que entregou sua senha pessoal a outros indivíduos e colaborou para a entrada deles na rede interna da empresa. Com isso, os hackers realizaram transferências por meio do Pix. O post .
Charge da semana image Charge da semana — 4/7/2025 | Foto: Schmock O post .
Geadas levam mínimas próximas de 0 °C ao Sul e ao Sudeste nesta sexta-feira, 4 O Brasil terá nesta sexta-feira, 4, um cenário climático marcado por contrastes regionais. Enquanto geadas mantêm temperaturas baixas em áreas do Sul e do Sudeste, o calor predomina sobre grande parte do Norte e Nordeste, com ocorrência de chuvas localizadas em pontos do litoral e da Amazônia. No Sul, a frente fria que avançou durante a semana mantém o ar gelado sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. No período da madrugada e amanhecer, as temperaturas mínimas podem chegar a valores próximos de 0 °C em pontos da Serra Gaúcha e Catarinense, como São Joaquim e Lages. Cidades do interior paranaense também registram mínimas entre 3 °C e 5 °C, com possibilidade de formação de geadas pontuais. Porto Alegre terá mínima ao redor de 7 °C e máxima que não deve passar dos 18 °C ao longo do dia, conforme os mapas de temperatura e a previsão oficial. A tarde permanece fria em boa parte da região, com máximas entre 12 °C e 20 °C. No Sudeste, observa-se a combinação de frio e nebulosidade no leste de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, associados à atuação da frente fria e à circulação de umidade vinda do Oceano Atlântico. image Anomalia de temperatura na região Sul para esta sexta-feira, 4 | Imagem: Meteored A previsão sugere chuva intermitente, especialmente nas áreas costeiras, com acumulados que podem ultrapassar 20 mm em pontos do litoral paulista e fluminense. Em São Paulo capital, as temperaturas oscilam entre 11 °C pela manhã e 16 °C durante a tarde, enquanto no Rio de Janeiro a variação deve ficar entre 17 °C e 21 °C. No interior paulista e no , no entanto, o tempo firme e seco predomina, com calor durante o dia e baixa umidade relativa do ar, que pode cair a níveis próximos de 30%, especialmente no norte de Minas Gerais. Nessas áreas, as máximas chegam aos 29 °C e as mínimas ficam entre 13 °C e 16 °C, o que caracteriza grande amplitude térmica. Na Região Centro-Oeste, o tempo permanece estável em grande parte dos Estados. Campo Grande registra variação entre 18 °C e 23 °C com predomínio de sol. Já em Cuiabá, as temperaturas se elevam mais, com máximas de 26 °C. A umidade relativa do ar também tende a permanecer reduzida no período da tarde, principalmente em Mato Grosso e Goiás. Brasília apresenta previsão de mínima de 15 °C e máxima de 24 °C, sem expectativa de chuvas, como informa o site  . Geadas devem ocorrer em áreas serranas e interioranas No Norte do país, o padrão de calor e umidade persiste. Manaus deve ter máxima ao redor de 27 °C, com pancadas de chuva que podem ocorrer a qualquer momento do dia. Em Boa Vista, os termômetros marcam mínima de 21 °C e máxima de 29 °C, com probabilidade de temporais isolados. O mapa de radar mostra núcleos de precipitação espalhados pela faixa norte da Amazônia, o que reforça a previsão de chuvas principalmente no período da tarde. Santarém e Belém seguem o mesmo comportamento, com instabilidades intercaladas por períodos de sol. No Nordeste, o calor predomina no interior, com máximas próximas de 30 °C em áreas como o sertão de Pernambuco e a Bahia. Nas capitais do litoral, como Fortaleza e Natal, o tempo se mantém quente e úmido, com pancadas de chuva passageiras e temperaturas entre 21 °C e 30 °C. No interior, o tempo firme prevalece. As imagens de satélite e os modelos meteorológicos confirmam que, embora a frente fria mantenha influência sobre o centro-sul, a tendência é de gradual enfraquecimento do sistema a partir do final do dia. O frio, contudo, permanece nas madrugadas seguintes, especialmente nas áreas de maior altitude. + Leia mais notícias de   em Oeste A massa de ar frio que cobre o Sul e parte do Sudeste tende a ser o último sistema expressivo previsto para a primeira quinzena de julho, conforme os boletins meteorológicos. Nas regiões Centro-Oeste, Norte e boa parte do Nordeste, o padrão de tempo seco alternado com chuvas localizadas deve predominar nos próximos dias. Em caso de deslocamentos nas áreas mais frias, recomenda-se atenção às baixas temperaturas ao amanhecer e ao risco de geadas em locais suscetíveis, sobretudo nas regiões serranas. Para as regiões com baixa umidade, é importante reforçar a hidratação e evitar exposição prolongada ao sol nas horas mais quentes do dia. Leia também:  , artigo de Roberto Motta publicado na Edição 182 da Revista Oeste O post .
Setor de panificação enfrenta ‘apagão’ de mão de obra em São Paulo A indústria de panificação paulista, um dos setores mais tradicionais e importantes da economia do Estado, enfrenta uma grave crise de mão de obra. De acordo com o Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sampapão), o setor tem cerca de 55.000 vagas em aberto no estado de São Paulo.  Em nota à , nesta quinta-feira, 3, o sindicato cita como uma das principais causas do problema a “crescente rejeição dos trabalhadores, especialmente os mais jovens, ao modelo de contratação via CLT” revelada em pesquisa recente do Datafolha. + Leia mais notícias de em Oeste Segundo o levantamento, os trabalhadores estão em busca de maior flexibilidade e autonomia. “O apagão de mão de obra é uma realidade sentida no balcão e na produção das padarias”, diz um trecho da nota. “Uma pesquisa interna realizada pelo Sampapão com seus associados revelou que 42 panificadores confirmaram uma procura ativa por modelos de trabalho fora da CLT em seus estabelecimentos, enquanto apenas 22 não notaram essa demanda.” 59% dos brasileiros preferem trabalhar por conta própria De acordo com o levantamento do Datafolha, 59% dos brasileiros já consideram melhor trabalhar por conta própria, em comparação com 39% que preferem ser contratados por uma empresa.  A pesquisa também apontou um crescimento de 21% para 31%, desde 2022, no número de pessoas que priorizam ganhar mais em detrimento do registro em carteira.  Leia também: https://admin.revistaoeste.com/politica/haddad-tenta-explicar-economia-como-se-fosse-stand-up-diz-deputado/ O índice daqueles que valorizam a CLT mesmo com um salário menor passou de 77% para 67% no mesmo período. Dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo mostram que 77,1% das indústrias paulistas classificaram o processo de busca por candidatos como difícil ou muito difícil no início deste ano. Sampapão alerta para "crise sem precedentes" no setor Para o presidente do , Rui Gonçalves, a combinação da falta de mão de obra qualificada com essa nova mentalidade dos trabalhadores cria um cenário de alto risco para a indústria. "Estamos vivendo uma tempestade perfeita", disse. "De um lado, temos uma carência histórica de profissionais qualificados na panificação; do outro, uma mudança cultural profunda na forma como as novas gerações enxergam o trabalho." Para o sindicalista, se o setor não dialogar com essa nova realidade de valorização do tempo e da autonomia, "corre o risco de enfrentar uma crise de operação sem precedentes".  O post .
‘A vaidade tomou conta’ do STF, diz o senador Carlos Viana O senador Carlos Viana (Podemos-MG) afirmou que há uma crise institucional aguda entre o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF), durante entrevista ao Arena Oeste desta quinta-feira, 3. “A crise com o Supremo Tribunal Federal vem se arrastando há muito tempo”, declarou. O parlamentar declarou que o epicentro do embate está no Ministério da Economia, comandado por Fernando Haddad. “O governo, ao contrário de buscar realmente mais diálogo, decidiu partir para o STF”, criticou. Viana atribuiu parte do problema a uma postura autoritária da Corte. “A vaidade tomou conta de uma maneira tal que hoje a gente não vê mais ministros, a gente vê uma gente vaidosa, dando entrevistas na televisão, como se fossem os donos do país”, avaliou. Segundo ele, decisões monocráticas e interpretações amplas da Constituição têm ampliado a insegurança jurídica. O senador mencionou, por exemplo, a reabertura de processos tributários e a judicialização do orçamento. “Qual é a competência que o Supremo tem para definir sobre orçamento?”, perguntou. No entanto, na avaliação do parlamentar, a possibilidade de impeachment de ministros do STF é praticamente inviável. “A maior mentira que vai ser repetida nessa próxima campanha é o impeachment de ministro do Supremo”, afirmou. Viana explicou que as decisões tomadas pelo plenário da Corte não podem ser questionadas pelo Senado, exceto em casos de crime comum cometido fora da atividade jurisdicional. Ele defendeu, contudo, mudanças estruturais: “Podemos criar mandato para eles, podemos voltar para 70 anos, 65", propôs. "Isso é do Parlamento.” Ao comentar a atuação do governo na política externa, Viana disse que o Brasil “tomou o lado errado” no . “O Brasil não tem que apoiar Israel, mas precisa voltar a ter equilíbrio diplomático”, declarou. Para ele, a condução das relações com o país do Oriente Médio é resultado de orientação equivocada: “O presidente Lula, a meu ver, está muito mal orientado sobre a questão israelense.” Ele criticou o chanceler Celso Amorim, a quem acusou de "nunca gostar de Israel". "Ele parafraseou o livro do Hamas, quando o Hamas lançou livro.” STF no centro da crise O senador também relatou ter visitado Israel logo depois dos ataques de 7 de outubro. “Acompanhei com o governo de Israel parte das perícias", contou. "É uma das coisas mais terríveis que você pode assistir.” Ele defendeu que a crise em Gaza não é sobre território, mas motivada por conflitos religiosos. “Eles atacam de forma cruel, executam os reféns, estrangulam crianças, tudo pela religião”, afirmou. No plano interno, Viana comentou a discussão sobre o https://www.camara.leg.br/noticias/1150419-lider-do-pl-pede-urgencia-para-anistia-aos-envolvidos-nos-ataques-de-8-de-janeiro . Ele considera que há penas desproporcionais contra os réus pelos atos de 8 de janeiro. “Nem quem mata no Brasil tem sentenças tão altas”, afirmou. No entanto, rejeitou uma anistia ampla. “Não há como se fazer uma anistia e deixar de punir quem quebrou.” Perguntado sobre a postura do governo petista frente a regimes autoritários, o senador disse que acordos com países como China e Irã refletem a ideologia histórica do PT. “Fazer acordo com a China, fazer acordo com o Irã está dentro da visão do PT, de partido”, disse. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/07/STF-2.jpeg"/>Os excessos do STF são alvo de diversas críticas | Foto: José Cruz/Agência Brasil Apesar de destacar que o Brasil se isolou diplomaticamente, defendeu separar esse aspecto do relacionamento interno com ministros do governo. Ele elogiou a ministra Gleisi Hoffmann por buscar diálogo com o Congresso: “É uma ministra que está aberta o tempo todo para conversar.” Durante a entrevista, Viana avaliou que a direita precisa de um novo projeto político. Ele considerou um líder importante, mas reconheceu limitações na forma de conduzir alianças. “Um líder precisa ter muita clareza do que ele fala, porque ele orienta milhões de pessoas", disse. "A política no Brasil virou isso agora: não temos mais adversários, temos inimigos ideológicos”, segundo o parlamentar. Ele também afirmou que há uma parcela significativa do eleitorado que vota “com o bolso” e que esse segmento será decisivo nas próximas eleições. O Arena Oeste, comandado por Silvio Navarro, contou com a participação dos jornalistas Eugenio Goussinsky, Flavio Morgenstern, Paulo Henrique Araújo e Lucas Saba. O programa é transmitido ao vivo todas as quintas-feiras, às 20h30, no canal da Revista Oeste no YouTube. +   para assistir a todas as entrevistas do Arena Oeste O post .
Gilmar fala em ‘parlamentarismo desorganizado’ e defende semipresidencialismo Discussões sobre o equilíbrio de poder entre e Legislativo voltaram ao centro do debate nacional durante o 13º Fórum de Lisboa, realizado nesta quinta-feira, 3. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que o Brasil enfrenta um modelo político sem definição clara. O magistrado sugeriu que a adoção do semipresidencialismo poderia ser uma alternativa diante do protagonismo crescente do Congresso Nacional. + Leia mais notícias de em Oeste Em conversa com jornalistas durante o evento, do qual é anfitrião, Gilmar Mendes relatou que o país vive um “parlamentarismo desorganizado”. Segundo o ministro, especialistas discutem se o semipresidencialismo não seria mais adequado ao cenário atual. As emendas parlamentares e o novo arranjo institucional O magistrado destacou as emendas parlamentares como símbolo desse novo arranjo institucional. Ele disse que, desde 2015 – quando Dilma Rousseff (PT) era presidente e Eduardo Cunha comandava a –, as emendas impositivas ganharam força e o volume de recursos destinados a elas cresceu. Para Gilmar Mendes, “é preciso que o Congresso tenha poder, mas também tenha responsabilidade”. O ministro ainda afirmou que o antigo presidencialismo de coalizão deu lugar a um ambiente de frequentes conflitos, que chamou de “presidencialismo de colisão”.  “Porque acaba gerando muitos conflitos, o que não é bom”, afirmou o ministro, segundo o Poder360. A recente derrubada pelo dos decretos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que aumentavam o IOF ilustrou o clima de tensão entre os Poderes.  Segundo Gilmar, a crise vai além desse episódio e tem origem em falhas de coordenação e diálogo entre Executivo e Legislativo. Para ele, o IOF é apenas “mais um sintoma” dos impasses institucionais, um problema que “exige reflexão” de todas as partes envolvidas. “Talvez o IOF seja o sintoma de uma mazela maior e isso exige reflexão e cuidados de todos os lados”, afirmou o ministro, conforme noticiou o Poder360. “Em verdade, estamos vivendo, nesses 40 anos, um governo Executivo minoritário. Diante dos poderes que tem o Congresso Nacional, se não se constrói um consenso, temos esses graves impasses.” Gilmar Mendes diz que o modelo atual é ‘singular e desorganizado’ Na análise do magistrado, o modelo atual é “singular e desorganizado”, com protagonismo crescente do Congresso e ausência de consenso. Gilmar Mendes afirmou que medidas como as emendas impositivas aumentaram o poder parlamentar, mas alertou para a necessidade de responsabilidade. image Gilmar Mendes diz que há ausência de consenso na política brasileira | Foto: Carlos Moura/SCO/STF/Flickr O 13º Fórum de Lisboa, conhecido informalmente como “Gilmarpalooza”, é organizado pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, pela Lisbon Public Law e pela Fundação Getúlio Vargas. O evento deste ano aborda o tema “O mundo em transformação – Direito, democracia e sustentabilidade na era inteligente”. O post .
Bolsonaro ficará de repouso em casa durante mês de julho O ex-presidente Jair Bolsonaro permanecerá afastado de suas atividades e em repouso domiciliar durante todo o mês de julho. A decisão foi anunciada em comunicado divulgado nesta terça-feira, 1º, assinado pelo cirurgião geral Dr. Claudio Birolini e pelo cardiologista Dr. Leandro Echenique. Segundo a nota, a medida tem como finalidade “garantir a completa recuperação de sua saúde após cirurgia extensa e internação prolongada, episódio de pneumonia e crises recorrentes de soluços, que dificultam a sua fala e alimentação”. Os médicos explicaram que Bolsonaro apresenta quadro que exige acompanhamento constante e repouso para evitar complicações adicionais. + Leia mais notícias de   em Oeste Durante o período de convalescença, o ex-presidente ficará afastado de compromissos públicos e de atividades políticas. O texto informa que “ele ficará afastado de suas atividades habituais, incluindo agendas públicas e atividade político-partidária, retornando tão logo esteja plenamente restabelecido”. O comunicado também expressou agradecimento pela solidariedade recebida. “Agradecemos pela compreensão e apoio de todos”, registraram os profissionais responsáveis pelo acompanhamento médico. Assinado pelos dois médicos, o documento formaliza que qualquer retorno à rotina habitual dependerá de evolução clínica favorável. <a href="https://www.instagram.com/p/DLliwjcNGqr/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> Leia também:  , artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 223 da Revista Oeste O post .
Moraes diz que o século XXI é do Judiciário Durante o encerramento de um seminário realizado na Universidade de Coimbra, o ministro Alexandre de Moraes, do https://portal.stf.jus.br/ disse que "o século XXI é do Judiciário". “O século XIX foi do Parlamento, o século XX foi do Executivo e, agora, o século XXI é do Judiciário", declarou o juiz do STF. Para Moraes, Legislativo e Executivo "falharam na garantia dos Direitos Humanos". Moraes fez ainda um comentário, em tom jocoso, endereçado a Michel Temer, presente no local. De acordo com o magistrado, se há um culpado por sua atuação no STF, esse alguém é o ex-presidente, pois o emedebista o indicou ao Tribunal, em 2017. Flávio Dino e Alexandre de Moraes image O novo ministro do STF, Flávio Dino, durante a cerimônia na qual tomou posse no cargo - 22/02/2024 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo Também convidado, Dino falou, entre outros assuntos, sobre o ativismo do Judiciário e defendeu uma atuação mais incisiva da Corte em alguns temas, a depender das circunstâncias. Mais cedo, Para Mendonça, o STF entrou em um campo reservado ao Legislativo. Leia também: , entrevista publicada na Edição 274 da Revista Oeste O post .
Bolsonaro: ‘O objetivo final não é me prender, mas eliminar’ Em um discurso emocionado, Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a perseguição sofrida não tem como objetivo final a sua prisão. Atualmente, o ex-presidente é réu por suposta tentativa de golpe de Estado — ação na qual o relator é o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Não importa a covardia que fizeram comigo, eu não posso fugir da verdade com vocês que estão comigo”, declarou Bolsonaro. “O objetivo final não é me prender, mas eliminar. Não quero ser preso ou morto, mas não fugir da minha responsabilidade com vocês.” <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/06/Bolsonaro-na-manifestacao-Justica-Ja.jpeg" alt="Bolsonaro na manifestação Justiça Já"/>Bolsonaro discursou para uma multidão em ato na Paulista (29/06/25) | Foto: Uiliam Grizafis/Revista Oeste + Na sequência, o presidente de honra do PL respondeu à uma das faixas dos manifestantes, a qual indagava: “O que fazer agora”. A frase denota à atual inelegibilidade do político e o cenário político incerto para 2026.  “Se o país me der 50% da Câmara e 50% do Senado, não importa onde eu esteja, eu mudo os rumos do Brasil”, afirmou. “Se me derem isso, não importa onde eu esteja, aqui ou no além, quem eleger a maioria, não importa quem será eleito (para presidente).” + Bolsonaro destacou que, o partido tendo metade dos parlamentares, já garante as presidências da Câmara e do Senado. “Nem eu preciso ser presidente, com a maioria, podemos mudar todos os rumos do país”, definiu.  “Não quero isso para perseguir ou para revanchismo, mas porque amo meu país”, garantiu Bolsonaro. “Não tenho obsessão pelo poder, tenho paixão pela minha pátria.” O post .
Flávio Bolsonaro: ‘Meu pai é submetido a uma inquisição, não a um julgamento’ Em um discurso em defesa do pai, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a fazer duras críticas à atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). As falas do parlamentar foram amplamente apoiadas pelos manifestantes presentes na Avenida Paulista, neste domingo, 29. Ao falar com a multidão, Flávio Bolsonaro afirmou: “Meu pai está sendo submetido a julgamento, mas a uma inquisição”. Na sequência, disse que a ação em curso no STF da suposta tentativa de golpe tem uma “sentença já escrita muito antes do processo”.  + Leia mais notícias de em Oeste <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/06/Ato-Paulista-Justica-Ja-4.jpeg" alt="Ato Paulista - Justiça Já"/>Brasileiros criticam atuação do ministro Alexandre de Moraes (STF) e pedem anistia aos perseguidos do 8 de janeiro | Foto: Uiliam Grizafis/Revista Oeste O senador também destacou ao público a realidade política do Brasil. Ele disse que a “polarização não é direita e esquerda”, “mas entre a esquerda e o bom senso”. “A democracia em um processo de erosão, em um ‘vale tudo’ para que sua cabeça esteja posta em uma bandeja, atacando a maior liderança política do país”, declarou. Bolsonaro chega à Paulista <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-29-at-14.07.40-1.jpeg" alt="Ato Paulista - Justiça Já"/>Momento da chegada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Paulista para a manifestação 'Justiça já' (29/06/25) | Foto: Uiliam Grizafis/Revista Oeste O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou à Avenida Paulista para a manifestação “Justiça já” e se emocionou ao falar com alguns dos apoiadores antes de subir ao trio elétrico. O protesto ocorre na tarde deste domingo, 29.  Bolsonaro chegou ao protesto no momento em que tocava o hino do Palmeiras — time do ex-presidente. No trio elétrico, o político se juntou a aliados políticos, como o organizador do evento, Silas Malafaia.  O presidente de honra do PL foi com a camiseta da Seleção brasileira e casaco azul. Ele cantou o hino nacional ao lado de Malafaia, e acompanha os discursos de autoridades políticas.  O post .