Investimento de quase R$ 600 mi acelera expansão do Porto de Paranaguá (PR) A https://liquipar.com.br/ . O plano inclui construção de um novo píer, dragagem da área aquaviária, ampliação do parque de tancagem e modernização dos sistemas operacionais. Depois das obras, o terminal terá capacidade para movimentar até 2 milhões de toneladas de granéis líquidos por ano. O objetivo é transformar Paranaguá em um dos principais hubs logísticos do país para combustíveis, produtos químicos, óleos vegetais e insumos agrícolas. Leia mais: “Este investimento reforça nosso compromisso com o desenvolvimento logístico do Brasil", afirmou Juliano Antunes, CEO da Liquipar. "Estamos gerando empregos, fortalecendo a infraestrutura estadual e contribuindo com a economia regional. Paranaguá se consolida como um polo estratégico nacional para o abastecimento de granéis líquidos.” Obras no Porto de Paranaguá vão fortalecer economia local A cerimônia de anúncio ocorreu no próprio terminal, com a presença do prefeito de Paranaguá, Adriano Ramos. Na ocasião, foi firmado simbolicamente o compromisso para o começo do processo de licenciamento municipal. A expectativa é que a expansão gere cerca de 500 empregos diretos e indiretos durante as obras, além de vagas permanentes depois do começo das operações. O investimento também deve aquecer a economia local e ampliar a arrecadação do município. A Liquipar oferece atualmente 38 mil m³ de capacidade para líquidos inflamáveis e combustíveis. Em breve, deve ativar uma estrutura adicional de 32 mil m³ para líquidos não inflamáveis, ampliando sua oferta logística. image Fundada em 2023, a Liquipar é especializada na armazenagem e movimentação de granéis líquidos | Foto: Reprodução/ LinkedIn Durante a cerimônia, o prefeito Adriano Ramos anunciou a extinção do Termo de Anuência Prévia (TAP), medida que reduz a burocracia para novos investimentos. + Leia mais notícias de em Oeste O Porto de Paranaguá tem registrado aumento na movimentação de granéis líquidos. Segundo Antunes, o investimento da Liquipar busca atender a essa demanda com tecnologia e segurança. “Nosso terminal está preparado para atender à crescente demanda nacional por combustíveis, óleos vegetais, químicos e fertilizantes”, afirmou. O post .
Veterano de guerra é executado depois de quase 50 anos no corredor da morte Depois de passar quase 50 anos no corredor da morte do , nos Estados Unidos, o veterano de guerra Thomas Jordan foi executado nesta quarta-feira, 25. Ele havia sido condenado pelo sequestro e assassinato de Edwina Marter, mulher de um funcionário bancário. + Leia mais notícias de em Oeste Jordan e outros condenados acionaram a Justiça contra o Estado do Mississippi. Eles alegaram que o método de execução com três drogas seria cruel. O caso do veterano de guerra tornou-se emblemático em razão da longa duração no corredor da morte e por sucessivos recursos judiciais. image Thomas Jordan | Foto: Divulgação/Handout/Mississippi Departament of Corrections No momento reservado à declaração final, Jordan agradeceu a todos pelo tratamento recebido, pediu desculpas à família da vítima e demonstrou gratidão a seus advogados.  “Os verei do outro lado, todos vocês”, afirmou Jordan, segundo a agência de notícias Associated Press. Testemunharam a execução sua mulher, Marsha Jordan, a advogada Krissy Nobile e o reverendo Tim Murphy, conselheiro espiritual. Marsha e Nobile enxugaram lágrimas durante o procedimento realizado. Depois da execução, Keith Degruy, porta-voz da família de Edwina, leu uma nota em nome dos filhos e do marido da vítima.  “Nada trará de volta nossa mãe, nossa irmã e nossa amiga”, escreveram na carta. “Nada poderá mudar o que Jordan tirou de nós há 49 anos. Ele tentou desesperadamente mudar a decisão para que pudesse simplesmente morrer na prisão. Nunca tivemos uma opção.” Detalhes do crime A execução de Jordan representa a terceira realizada no Mississippi nos últimos dez anos. A anterior havia ocorrido em dezembro de 2022. O caso se soma a um aumento de execuções nos Estados Unidos em 2025, que já caminha para superar o total registrado em 2015. Segundo documentos da Suprema Corte do Mississippi, em janeiro de 1976, Jordan telefonou ao banco Gulf National, em Gulfport, tentando falar com um agente de empréstimos. Ao conseguir o nome de Charles Marter, localizou o endereço da família e sequestrou Edwina Marter. image Edwina Marter | Foto: Reprodução/X De acordo com os autos judiciais, Edwina foi levada até uma área de floresta, onde foi morta a tiros. Jordan ligou para o marido da vítima e assegurou que ela estava bem. Ele exigiu US$ 25 mil, valor equivalente a cerca de R$ 139 mil atualmente. Eric Marter, filho de Edwina, tinha 11 anos quando perdeu a mãe. Ele afirmou que parte da família acompanharia a execução. “Isso deveria ter acontecido há muito tempo”, disse. “Não estou realmente interessado em lhe dar o benefício da dúvida. Ele precisa ser punido.” Processo judicial nos Estados Unidos Dados do Centro de Informações sobre a Pena de Morte mostram que, no começo do ano, Jordan era um dos 22 condenados da década de 1970 que ainda esperavam execução nos Estados Unidos. O caso atravessou quatro julgamentos e inúmeros recursos judiciais ao longo das décadas. Na segunda-feira 23, a Suprema Corte rejeitou o último pedido da defesa, que contestava o devido processo legal. Sobre esse argumento, Eric Marter foi direto: “Sei o que ele fez”, disse. “Queria dinheiro e não podia levá-la com ele. Então fez o que fez.” O post .
Girão revela que votaria pelo impeachment de Moraes: ‘É claro’ Em entrevista ao Arena Oeste desta quinta-feira, 26, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou que votaria pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. "É claro [que votaria], tenho pedido do Alexandre de Moraes, tenho pedido do ministro Barroso, estou entrando com pedido do ministro Gilmar Mendes, todos com motivos robustos", afirmou o senador. Esta matéria está em atualização. O post .
Falta até helicóptero para o Brasil entrar numa guerra No cenário militar global, o Brasil equivale a um revólver calibre 38 em meio a um imenso arsenal com armas como mísseis teleguiados. A situação fica exposta na comparação com as três grandes potências bélicas mundiais: Estados Unidos, Rússia e China. + Conheça e descubra o que esconderam de você O governo federal investiu pouco mais de US$ 22 bilhões em armas e outros equipamentos de defesa ao longo de 2023, de acordo com os dados mais recentes. A cifra não chega nem perto do valor empregado por qualquer uma das nações no topo da indústria da guerra. Ao longo do mesmo ano, os EUA direcionaram cerca de 50 vezes mais dinheiro para a defesa. Foram quase US$ 1 trilhão, segundo dados do Banco Mundial. O valor norte-americano está próximo da metade do Produto Interno Bruto (PIB) do brasileiro no mesmo período. A carga tributária local, por sua vez, representa 33% da riqueza nacional (somando governos municipais, estaduais e federal). Assim, ainda que toda a arrecadação fosse direcionada às Forças Armadas, faltaria dinheiro para se equiparar aos norte-americanos — cujo orçamento nessa área é o maior do planeta. A segunda posição é da China (quase US$ 300 bilhões). Em terceiro lugar, aparece a Rússia (US$ 110 bilhões). A comparação começa a dar vantagem ao Brasil a partir da Argélia. Trata-se de uma nação do Norte da África com uma economia dez vezes menor que a brasileira. O Brasil no campo de batalha Na guerra, a surpresa também é uma arma valiosa. Para mantê-la, é preciso segredo. Embora os países divulguem seus orçamentos militares, é impossível saber com precisão quais ferramentas cada um possui — muita informação é guardada a sete chaves. Ainda assim, alguns grupos internacionais afirmam ter dados para estimar o abismo armado. Um dos mais famosos é o Global Firepower, que coloca as Forças Armadas do Brasil como a 11ª mais forte do mundo. A posição a coloca à frente da imensa maioria das nações do globo. Mas o efetivo mostra a escassez de recursos, se houver um conflito. <a href="https://www.instagram.com/p/DK9f1HDshlf/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> Em um filme de guerra realista, o lado brasileiro não teria, por exemplo, helicópteros de ataque. A Venezuela de Maduro, apesar de aparecer bem abaixo no ranking, tem 10 desses equipamentos. Os EUA, por sua vez, têm mais de mil helicópteros de ataque — além de uma extensa frota de outros equipamentos também em falta para os brasileiros, como os porta-aviões. Essas embarcações foram decisivas na Segunda Guerra Mundial, encerrada há mais de seis décadas. Fica a pergunta: o que o Brasil faria se outro conflito envolver o mundo todo? O post .
Defesa de Youssef volta a acusar Moro de parcialidade no STF A equipe de defesa de Alberto Youssef acionou o https://portal.stf.jus.br/ para tentar anular decisões da Operação Lava Jato. Em nova petição entregue na segunda-feira, 23, os advogados do doleiro pedem que o ministro Dias Toffoli reconheça a suspeição do ex-juiz e atual senador Sergio Moro (União Brasil-PR). O argumento central do pedido se baseia no fato de que Moro já havia declarado seu impedimento para julgar Youssef em outro processo — o caso Banestado, de 2010. Na visão dos defensores, a participação posterior do juiz nos processos da Lava Jato violaria essa decisão prévia. + Leia mais notícias de em Oeste Segundo os advogados Antonio Figueiredo Basto e Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Moro teria ignorado propositalmente o impedimento declarado anos antes. Eles alegam que o ex-magistrado agiu motivado por interesse pessoal e buscou capitalizar politicamente com a visibilidade da Lava Jato. “Tal decisão foi completamente ignorada pelo magistrado no início da operação Lava Jato, ao observar o potencial daquelas investigações para sua promoção pessoal”, diz a petição, conforme revelou o site Conjur. Youssef foi preso em março de 2014, logo na primeira fase da Lava Jato. Ele assinou um acordo de colaboração premiada que se tornou peça-chave para diversas denúncias, inclusive contra figuras centrais do PT, como o presidente . A defesa também afirma que Youssef foi alvo de escutas ilegais dentro da carceragem da Polícia Federal. Segundo os advogados, a escuta entrou em funcionamento no dia da prisão, e o próprio doleiro só a descobriu no mês seguinte. De acordo com o texto enviado ao STF, “áudios foram ilegalmente captados, fatos que foram dolosamente omitidos dos réus, suas respectivas defesas e da imprensa nacional”. Youssef vira peça-chave em ofensiva contra a Lava Jato Os defensores de Youssef sustentam ainda que a Lava Jato operava com finalidades políticas. Eles dizem que procuradores e Moro teriam instrumentalizado o doleiro para atingir lideranças do PT, enquanto buscavam construir capital político. As acusações contra a força-tarefa ganham novo fôlego depois de decisões recentes dos ministros Dias Toffoli e André Mendonça. Eles determinaram a revisão de acordos de leniência firmados com empreiteiras durante a operação. + Leia também: Empresários ligados à Odebrecht e outras construtoras buscam reverter multas com o argumento de que doações eleitorais legais foram indevidamente classificadas como propina. Essa reinterpretação jurídica, sustentam os advogados, teria inflado os valores cobrados nos acordos. O post .