Bolsonaro resgata vídeo em que Randolfe pede impeachment de Moraes O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) resgatou, nesta segunda-feira, 2, um vídeo em que o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) aparece pedindo o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (https://portal.stf.jus.br/ ). + Leia mais notícias de em Oeste O vídeo que o ex-chefe do Executivo publicou é de 2019. Na ocasião, o petista afirmou que Moraes e o ministro Dias Toffoli estavam “levando as instituições, notadamente o STF, a um nível de esgarçamento total”. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) O senador amapaense criticou o ministro ao afirmar que nunca na história do judiciário mundial um órgão é destinado a instaurar, investigar e julgar ao mesmo tempo. Bolsonaro mostra Randolfe criticando o inquérito das fake news Randolfe se referia ao inquérito das fake news. A ação é muito criticada por juristas pelo fato de a Suprema Corte ser o órgão instaurador, investigador e julgador. Os magistrados instauraram a ação há mais de seis anos, e tramita em segredo. “O nível de esgarçamento não deixa outra alternativa a não ser o que eu, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e outros acabaram de tomar", afirmou Randolfe. "Vamos fazer mais um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes.” image Apesar da declaração, Randolfe disse ao jornal O Estado de S. Paulo que havia controvérsia do ponto jurídico na instauração do inquérito, mas depois passou a acreditar ‘que Moraes estava certo’ | Foto: Antonio Augusto/STF Naquele ano, o senador criticou a decisão do STF de abrir um inquérito e de executar medidas judiciais sem a participação do Ministério Público, como determina a legislação. Apesar da declaração, Randolfe disse ao jornal O Estado de S. Paulo em 2022 que havia controvérsia do ponto jurídico na instauração do inquérito, mas depois passou a acreditar “que Moraes estava certo”. O post .
Oeste Negócios de 2/6/2025: assista à entrevista com Leonardo Corrêa e Paulo Araújo Em Oeste Negócios desta segunda-feira, 2, recebe os advogados Leonardo Corrêa e Paulo Araújo. O talk show de economia vai ao ar toda segunda-feira, às 20h30, no canal da Revista Oeste no YouTube. O post .
Polícia Federal recebe sistema antidrone de R$ 60 milhões A Polícia Federal (PF) receberá um sistema antidrone, adquirido por quase R$ 60 milhões de reais, da empresa israelense D-Fend Solutions AD Ltd, especializada em produtos aeroespaciais e componentes manufaturados. Uma comitiva brasileira da corporação, formada por um perito e dois agentes, estará em Israel até o dia 7 de junho para acompanhar a entrega dos equipamentos. + Leia mais: O sistema de proteção foi comprado a partir de uma ata de registros de preços aberta em 2024, e assinada em janeiro deste ano. A licitação inclui sete sistemas estacionários EnforceAir 2, da D-Fend Solutions, no valor total de R$ 24,3 milhões. O modelo inclui suporte de instalação, unidade central, tablet e antenas UltraWide Band. Também está inclusos no pedido dez sistemas móveis com os mesmos acessórios, exceto o sistema de fixação, no valor de R$ 34,8 milhões. A entrega marcada para esta semana, em Israel, engloba apenas os sistemas estacionários. O recebimento será feito pelo perito da PF Nogueira Buzeto, do Instituto Nacional de Criminalística, e pelos agentes Daniel Esteves Kim, da Diretoria de Proteção à Pessoa da PF, e Irving Flores da Silva, da Delegacia de Polícia Federal em Santa Cruz do Sul (RS). Dos sete sistemas estacionários, um será entregue à Coordenação-Geral de Administração da PF, cinco para a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP-SP) e um destinado à Superintendência da PF na Bahia. image Sistema antidrone será distribuído a diversos órgãos da segurança pública | Foto: Reprodução/PF Em relação aos sistemas móveis, a Coordenação-Geral de Administração da PF receberá quatro unidades, a SAP-SP ficará com cinco e a Superintendência na Bahia com um. Polícia Federal fecha acordo com empresa líder no setor Em seu site a D-Fend Solutions afirma ser “líder no fornecimento de tecnologia antidrone e de aquisição cibernética por radiofrequência (RF), que permite controle, segurança e continuidade durante incidentes com drones desonestos, superando ameaças atuais e emergentes em ambientes complexos e sensíveis.” + Leia mais notícias de em Oeste A empresa também afirma ter centenas de implementações em todo o mundo, reforçando o EnforceAir como principal produto. A companhia explica que o produto é focado na proteção de ameaças de drones nos setores militar, de segurança pública, aeroportuário, prisional, de grandes eventos e de infraestrutura crítica. Leia também: , reportagem de Carlo Cauti e Mateus Conte publicado na Edição 270 da Revista Oeste O post .
Lula e STF atrasam o Brasil, diz artigo O jornalista J.R. Guzzo publicou um da Revista Oeste em que critica o governo Lula da Silva e o Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme o articulista, nenhum regime na história recente do Brasil agiu de forma tão prejudicial ao desenvolvimento econômico e social quanto o atual "consórcio Lula-STF", como define. No texto, que poderiam gerar liberdade econômica, conhecimento de qualidade e, principalmente, oportunidades para que a população avance socialmente por meio do mérito e do trabalho. Lula, STF e o peso dos impostos O jornalista afirma sobretudo que as medidas adotadas nos últimos dois anos e meio aprofundam a concentração de renda, mantêm a pobreza, assim como perpetuam os baixos índices de educação no país. Para ele, a estratégia pública atual preserva a ignorância e, do mesmo modo, cria obstáculos à geração de empregos. Guzzo também critica o peso da carga tributária sobre a população. Ele cita que o brasileiro trabalha, em média, cinco meses do ano apenas para pagar impostos e destaca o recente aumento no IOF como um exemplo desse cenário. O jornalista ainda menciona que, em todos os estados do Nordeste, há mais beneficiários do Bolsa Família do que trabalhadores formais. No Maranhão, segundo ele, o número de pessoas que recebem o auxílio é o dobro do total de trabalhadores. Outro ponto central do artigo é a crítica à relação do governo com o setor privado. Guzzo sustenta, aliás, que existe uma "hostilidade rancorosa" do poder público contra empresas, empreendedores e, especialmente, contra iniciativas de pequenos negócios. Na visão dele, o governo, dessa forma, enxerga as empresas apenas como instrumentos de arrecadação de impostos, tratando o lucro como um mal necessário. “Empresa privada, na filosofia do regime, é empresa-bandida, e empresa-bandida boa é empresa morta-viva”, escreve o jornalista. Segundo ele, esse modelo de atuação gera uma “expropriação permanente”, onde a função principal das empresas seria, assim, financiar o Estado, sem incentivo à sua própria sustentabilidade ou expansão. Defesa da propriedade privada, mas só para poucos Guzzo também aponta o que considera uma contradição: enquanto governo e aliados defendem de forma intransigente a própria propriedade e seus privilégios, rejeitam a ideia de que o cidadão comum e os empresários possam prosperar de forma independente. Para ele, esse modelo impede principalmente que o país avance, tanto na redução da pobreza quanto na geração de riqueza de forma sustentável. Leia um trecho do artigo "Não há 'discurso do ódio' tão intenso no Brasil de hoje quanto aquele que o governo faz contra a empresa privada. 'Eles me falam que têm vagas nas empresas, e que não conseguem preencher porque ninguém quer trabalhar por causa do Bolsa Família', disse Lula num surto recente e especialmente enfurecido". "'Se pagassem salário melhor, todo mundo ia aceitar os empregos'. Lula já disse que o empresário brasileiro paga 'pouco imposto'. Antes disso, acusou as empresas de 'ganância', por visarem ao lucro e não à 'justiça social' — e afirmou que o empresário 'não trabalha', mas é um parasita que só se beneficia do esforço feito 'pelos operários'". "Lula e o regime não entendem que, ao contratar alguém por R$ 2 mil ao mês, por exemplo, a empresa vai desembolsar de R$ 3,5 mil a R$ 6 mil para cobrir o pesadelo dos 'encargos sociais'. Acham que podem dar dinheiro para o empregado tirando de quem lhe paga — até que ele fique sem dinheiro para pagar ninguém". Gostou? Dê uma olhada no conteúdo abaixo. Revista Oeste A Edição 271 da Revista Oeste vai além do texto de J. R. Guzzo. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de Augusto Nunes, Alexandre Garcia, Adalberto Piotto, Ana Paula Henkel, Artur Piva, Carlo Cauti, Cristyan Costa, Daniela Giorno, Deborah Sena, Flavio Gordon, Guilherme Fiuza, Letícia Alves, Rodrigo Constantino e Silvio Navarro.    Startup de jornalismo on-line, a Revista Oeste está no ar desde março de 2020. Sem aceitar anúncios de órgãos públicos, o projeto é financiado diretamente por seus assinantes. Para fazer parte da comunidade que apoia a publicação digital que defende a liberdade e o liberalismo econômico, basta clicar aqui, escolher o plano e seguir os passos indicados. + Leia mais notícias de na Oeste O post .
Faroeste à Brasileira: assista ao programa de 2/6/2025 O programa Faroeste à Brasileira vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 14h às 16h, com apresentação de Tiago Pavinatto. Os comentários são de Ana Paula Rocha, Luís Artur Nogueira e Marcelo Suano. Convidado do dia: Christian Lohbauer. https://www.youtube.com/live/vQw_WQ6f4tA?si=xYgt6zxTGpr90p6l Acompanhe os destaques desta edição do Faroeste à Brasileira Roubo do INSS: PF descobre deputados e senadores envolvidos e investigação vai ao STF Trabalhar pra que? Fórum do Brics em Brasília paralisa o Congresso Nacional nesta semana e veja todas as edições do Faroeste à Brasileira O post .
MTST invade terreno abandonado no Porto Maravilha (RJ) Sob o comando do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), cerca de 200 famílias sem-teto invadiram um terreno abandonado há mais de duas décadas no Porto Maravilha, região central do Rio de Janeiro. A ação começou na madrugada deste sábado, 31. O MTST reivindica que a área em seja transformada em moradias populares para integrantes do grupo. A invasão conta atualmente com famílias oriundas de comunidades como Tuiuti, Arará, Barreira do Vasco e Manguinhos. As informações são do jornal O Globo. + Leia mais notícias de em Oeste Em entrevista ao jornal O Globo, Gabriel Siqueira, coordenador nacional do MTST, alega que o grupo é composto por "famílias de baixa renda que não tem como morar no centro" do Rio de Janeiro, ou que "pagam aluguel de R$ 700, R$ 800". "Ou pagam aluguel, ou comem", alegou o coordenador. "A cozinha solidária foi montada e está funcionando. No sábado, já distribuímos almoços. O que sobrou demos para outras ocupações no entorno e para trabalhadores ambulantes. Estamos também cadastrando as famílias, entendendo a quantidade de crianças, fazendo o trabalho de organização. Hoje mesmo teremos uma assembleia para escolher coletivamente o nome do local." Reivindicações do MTST O perfil dos invasores inclui principalmente mulheres negras, homens negros, idosos, crianças e trabalhadores informais, além de imigrantes peruanos que atuam no comércio ambulante da região. Gabriel Siqueira detalhou que "a mais idosa da invasão tem 74 anos e fez aniversário neste sábado". "E também temos a comunidade de peruanos que são trabalhadores ambulantes do centro. A maioria da ocupação é de mulheres negras e homens negros, que ganham entre zero e dois salários mínimos", afirmou. + A área pertence a empresas privadas que acumulam dívidas superiores a R$ 2 milhões de IPTU no município e R$ 400 milhões inscritos na dívida ativa da União. O coordenador do MTST alegou que, pelo Programa Reviver Centro e pela Operação Urbana Porto Maravilha, o terreno deveria ser destinado a moradias sociais. O local, segundo relatos obtidos pelo O Globo, era utilizado como galpão e pode pertencer ao Jornal do Brasil ou às Docas S/A, e o movimento reivindica a construção de 250 unidades habitacionais. O post .
PF apreende embarcação do tráfico na Ilha do Marajó A até a Europa. A embarcação é semelhante à interceptada em alto-mar, no início do ano, com quase sete toneladas de drogas. Na ocasião, cinco homens foram presos no mar de Portugal. Três deles eram brasileiros. Leia mais: Segundo a PF, essa é a primeira apreensão de uma embarcação semissubmersível feita pela corporação. “A Polícia Federal está atenta a essa evolução nas estratégias criminosas e seguirá atuando de forma incisiva, com aprofundamento das investigações para identificar e responsabilizar todos os envolvidos na fabricação, logística e financiamento desse tipo de operação ilícita”, informou a corporação, em nota oficial. "A identificação e localização da embarcação foram possíveis graças ao intercâmbio de informações de inteligência, no âmbito da cooperação internacional, com destaque para a colaboração da Polícia Nacional da Espanha, da Polícia Judiciária de Portugal e da Drug Enforcement Administration (DEA) dos Estados Unidos", disse a PF. Contrução do "Submarino do tráfico" foi na Ilha do Marajó As autoridades portuguesas informaram que os entorpecentes iriam para outras embarcações. A investigação revelou que a construção do “submarino do tráfico” ocorreu na região do Marajó. A nova apreensão é um desdobramento direto desse caso. De acordo com a corporação, o uso da estrutura indica uma tentativa do crime organizado de diversificar estratégias no transporte de drogas para o mercado europeu. + Leia mais notícias de em Oeste Em fevereiro de 2024, forças de segurança do Pará já haviam apreendido um semissubmersível no município de São Caetano de Odivelas. O post .
Governo Lula corre para proteger Moraes, e oposição reage Na véspera da oitiva do ministro das Relações Exteriores, . O Novo desconfia que o governo do presidente atua para blindar o magistrado, que pode ser alvo de sanções do governo dos Estados Unidos. Além disso, a legenda monitora o caso e questiona a suposta interferência direta do Palácio do Planalto. + Leia mais notícias de em Oeste Em primeira mão, a coluna acessou o teor de um requerimento preparado pelo partido. Assinado pelos três deputados do Novo, o documento contém uma série de questionamentos ao Ministério das Relações Exteriores. "O Itamaraty manifestou preocupação com os possíveis impactos negativos à imagem internacional do Brasil?", questiona. A legenda também aborda o peso sobre "as relações bilaterais, caso o governo brasileiro seja percebido como atuando em defesa pessoal de um magistrado". O Novo também cobra esclarecimentos sobre supostos contatos diplomáticos contra a atuação do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. "Qual foi a orientação dada pelo Presidente da República ao Itamaraty sobre a condução diplomática do caso envolvendo o Ministro Alexandre de Moraes?", escreve o Novo. "Houve comunicação formal? Em caso positivo, favor encaminhar cópia integral da comunicação." O partido quer saber se Alexandre de Moraes interferiu ou consultou diretamente o Itamaraty sobre a ofensiva diplomática. image Deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), líder do Novo questiona governo Lula sobre ofensiva do Itamaraty | Foto: Pedro França/Agência Senado Além disso, os três parlamentares — Adriana Ventura (SP), Marcel van Hattem (RS) e Luiz Lima (RJ) — pedem detalhes sobre a orientação do Planalto ao Itamaraty e questionam se houve comunicação formal. Caso exista, solicitam o envio do documento na íntegra. Encomenda do governo Lula ao Itamaraty De acordo com fontes do Palácio do Planalto e do Senado, o governo Lula pediu ao Itamaraty uma ofensiva contra o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Rubio admitiu que o governo norte-americano pode reagir ao juiz do STF. No entanto, a resposta não seguirá o tom encomendado pelo governo petista. Assim, a estratégia busca evitar um confronto direto com a equipe do presidente Donald Trump. Mesmo com reservas, nesse caso, a diplomacia brasileira segue atuando em uma causa considerada partidária. A oposição se prepara para questionar Vieira, nesta quarta-feira, 28, na Comissão Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. Outro ponto abordado diz respeito à legitimidade da atuação do Itamaraty. O partido indaga se a defesa de um magistrado junto ao governo dos Estados Unidos seria responsabilidade do Itamaraty. O post .