Quando o Corinthians terá um presidente à altura de sua grandeza? Durou pouco a aventura de Augusto Melo na presidência do Corinthians. + Leia mais notícias de <a href="http://www.revistaoeste.com/brasil" rel="nofollow">Brasil</a> em Oeste Em certos momentos, o clima era de empolgação no Parque São Jorge: a contratação da estrela Memphis Depay, a arrancada no Brasileirão do ano passado e, mais recentemente, a emocionante conquista do Paulistão Sicredi deste ano deram ao torcedor a esperança de novos tempos. Parecia, enfim, o começo de uma gestão digna do clube mais popular do Sudeste e um dos maiores do Brasil. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/04/corinthians.webp" alt="corinthians"/>Pesquisas mostram que o Timão tem a maior fatia da torcida no Sudeste | Foto: Reprodução/ Redes sociais Augusto tinha tudo para marcar seu nome na história alvinegra como o presidente que colocou fim à era desgastada da turma de Andrés (que, se por um lado foi fundamental em momentos cruciais, por outro conduziu o clube, nos últimos anos, com um amadorismo assustador). Mas o que se viu foi um triste desvio de rota. Em vez de consolidar um legado, Augusto escolheu um caminho nebuloso, agora escancarado com seu indiciamento pela Polícia, acusado de irregularidades na negociação de patrocínio com uma empresa de apostas esportivas. E o mais triste é que, com um pouco de competência, boa vontade e seriedade, administrar o Corinthians deveria ser quase simples. Estamos falando do clube com maior potencial econômico do país. Mais até do que o Flamengo, embora isso desagrade os rubro-negros. Pesquisas mostram que o Timão tem a maior fatia da torcida no Sudeste (20%, contra 15% do clube carioca), justamente na região mais rica e que mais consome futebol no Brasil. Ou seja, o Corinthians poderia e deveria ser dominante no cenário nacional e continental. + Bastaria uma gestão minimamente profissional, moderna e livre das velhas práticas e vaidades que há anos afundam o clube. Infelizmente, a política alvinegra segue contaminada, movida por interesses pessoais, conchavos e promessas vazias. E a chegada de um presidente à altura da grandeza do Timão continua sendo apenas um sonho. Revoltante, Timão. Revoltante! O post .
Marsiglia, sobre inquérito contra Eduardo Bolsonaro: ‘Série de inconsistências jurídicas’ Por meio de suas redes sociais, o advogado André Marsiglia analisou a abertura de inquérito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal . A investigação, autorizada pelo ministro e pedidos de sanções a ministros da Corte. Para Marsiglia, há uma série de inconsistências jurídicas na condução do caso. A primeira delas, segundo ele, é o fato de Moraes ser diretamente interessado no resultado do processo, já que está entre os alvos das sanções solicitadas por Eduardo em território estrangeiro. "Sua suspeição por interesse no resultado do processo é óbvia", afirmou. Outro ponto destacado é a comparação entre as consequências que uma eventual sanção teria para Moraes e para Eduardo. Enquanto sanções aplicadas ao ministro por autoridades estrangeiras não interfeririam em sua função jurisdicional, uma condenação ao deputado poderia impactar diretamente seu exercício parlamentar. Isso, segundo Marsiglia, fere a imunidade parlamentar e compromete a autonomia do Poder Legislativo e a soberania nacional. Inquérito contra Eduardo Bolsonaro tem contradições, sinaliza Marsiglia image André Marsiglia, advogado constitucionalista | Foto: Arquivo Pessoal O advogado também refuta a ideia de que as críticas ao ministro configurariam um crime de lesa-pátria. "Moraes não é a pátria", escreveu. "As sanções dos EUA não seriam ao país, mas à pessoa do ministro". Marsiglia também sinalizou uma contradição: se pedir punição para um ministro do STF for considerado crime, então o próprio pedido de impeachment – previsto na Constituição – também deveria ser. "A Constituição Federal seria criminosa?", indagou. O advogado ainda argumenta que solicitar apoio internacional para investigar ou punir autoridades não é inédito nem ilegal. Ele cita como exemplo o uso de tribunais como a Corte Interamericana de Direitos Humanos ou o Tribunal Penal Internacional. "Se isso for crime, então também seria ilícito o presidente da República ter pedido auxílio à China para a regulação de redes sociais", comparou, numa referência ao governo Lula. Por fim, Marsiglia afirma que o pedido de sanções a Moraes não se restringe ao contexto do julgamento dos atos de 8 de janeiro, mas ao "conjunto da obra" do ministro, incluindo decisões relacionadas à censura e ao inquérito das fake news, iniciado em 2019. + Leia mais notícias de em Oeste O post .
Ex-diretor da Abin avisou governo Lula sobre risco no 8 de janeiro O ex-diretor da e o governo de transição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre os riscos de invasão aos prédios públicos da Esplanada dos Ministérios. O depoimento ocorreu durante a oitiva de Cunha como testemunha do ex-ministro da Justiça Segundo o ex-diretor, relatórios de inteligência foram enviados entre os dias 2 e 6 de janeiro, com autorização do . Os documentos informavam a existência de “discursos extremistas” e relatavam que manifestantes portavam armas. Cunha afirmou que os relatórios foram enviados formalmente ao governo de transição, responsável por coordenar a segurança até a posse completa do novo governo. A cobrou explicações sobre a ciência do Ministério da Justiça quanto aos alertas. A confirmação do envio dos documentos reforça que a pasta recebeu as informações com antecedência. + Leia mais notícias de em Oeste Ainda segundo o depoimento, o Distrito Federal só foi avisado no dia 7 de janeiro. Na mesma data, Saulo Moura da Cunha procurou Marília Alencar, então chefe da Diretoria de Inteligência dahttps://portal.pm.df.gov.br/ , para compartilhar os dados colhidos pela Abin. Para a defesa de Anderson Torres, o depoimento de Saulo Moura da Cunha também expõe, de forma indireta, a condução autoritária do ministro Alexandre de Moraes no inquérito sobre os atos de 8 de janeiro. + Leia mais notícias de em Oeste Mesmo diante das evidências de que o governo de transição recebeu alertas formais da Abin antes da invasão à Esplanada, Moraes concentra as investigações em apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e em integrantes do governo anterior. O post .
Veja as opções de cachoeiras para conhecer em SP Quem procura lazer e contato com a natureza em São Paulo encontra nas cachoeiras opções variadas. Os locais estão distribuídos em áreas de Mata Atlântica preservada, próximas tanto ao litoral quanto ao interior, e acessíveis a partir de cidades grandes. + Leia mais notícias do em Oeste Entre as alternativas, há opções para todos os perfis: cachoeiras com corredeiras para os mais aventureiros, como a do Pimenta, em Cunha, como a do Astor, em Brotas. Também há quedas d’água imponentes, caso da Meu Deus, em Eldorado, considerada uma das mais belas da região. Abundância de rios em São Paulo São Paulo se destaca pela abundância hídrica, com rios como o Alto Tietê, Paranapanema, Grande, Paraíba do Sul, Pinheiros e Tamanduateí, responsáveis pela formação de cachoeiras que abastecem cidades e atraem turistas em busca de experiências ao ar livre. Dados da mostram que o segmento cresce 30% ao ano no Estado. O setor já responde por metade do movimento financeiro do turismo local. Atividades integradas, como trilhas, caiaque, passeios náuticos e de quadriciclo, ampliam o interesse pelas cachoeiras, o que fortalece toda a cadeia turística. “Elas têm grande impacto em toda a cadeia do setor, incluindo pousadas, restaurantes e comércio local”, afirmou Roberto de Lucena, secretário de Turismo e Viagens do Estado, segundo a Setur-SP. Além do lazer, as cachoeiras contribuem para a conservação da biodiversidade. Isso promove o turismo sustentável, a geração de empregos e a renda nas comunidades próximas.  Os destinos mais destacados de São Paulo Em Cunha, a Cachoeira do Pimenta oferece corredeira de 70 metros, várias quedas e piscinas naturais. O acesso se dá por trilha. O turista deve passar por pontos como uma barragem e uma antiga usina hidrelétrica, com estrada de 12 quilômetros. <a href="https://www.instagram.com/reel/C_qrTH5PXiw/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver esta publicação no Instagram </a> Brotas abriga a Cachoeira do Astor, com 30 metros, piscina natural rasa e correnteza suave, adequada para crianças e animais de estimação. O acesso é rápido, por trilha de cinco minutos, dentro de propriedade privada. image Brotas abriga a Cachoeira do Astor, com 30 metros | Foto: Reprodução/Redes sociais Cassorova Também em Brotas, a Cassorova, com 60 metros, está no Cassorova Eco Parque. O local possui infraestrutura de trilha com corrimão e degraus, ponte pênsil acessível e piscina natural formada ao pé da queda d’água. <a href="https://www.instagram.com/reel/DEAJNqQsbtk/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver esta publicação no Instagram </a> Ibaté apresenta a Cachoeira Can-Can, com 65 metros e fácil acesso por 2 quilômetros de estrada de terra. O trajeto proporciona imersão na natureza e leva a um poço cercado por rochas. image Ibaté apresenta a Cachoeira Can-Can, com 65 metros | Foto: Reprodução/Redes sociais Na capital, a Cachoeira da Usina do Capivari é opção para aventureiros, localizada em área de Mata Atlântica. O acesso se dá por uma trilha de 10 quilômetros. O caminho começa em uma linha de trem. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/05/Cachoeira-da-Usina-do-Rio-Capivari-%EF%B8%8F.webp"/>Cachoeira da Usina do Capivari | Foto: Reprodução/Redes sociais Em Lavrinhas, a Cachoeira da Pedreira está em propriedade privada, com trilha tranquila mesmo para crianças. O percurso inclui poços para banho e infraestrutura com banheiros, estacionamento e espaço para grupos em excursão. image Cachoeira da Pedreira | Foto: Reprodução/Redes sociais Bertioga, além das praias, oferece a Cachoeira do Elefante, no Parque Estadual da Serra do Mar. O acesso se dá por trilha de 2,5 quilômetros, obrigatoriamente acompanhada de monitores, que passa por outras quedas e pelo Rio Itapanhaú. <a href="https://www.instagram.com/reel/DJVH0oiNnh-/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> View this post on Instagram </a> No município de Eldorado, a Cachoeira Queda do Meu Deus, a mais de 30 quilômetros da cidade, tem 53 metros de altura. O acesso pode ser feito por duas trilhas, sendo a do Jacaré a mais fácil, combinando trajeto de carro e caminhada de até 40 minutos, com piscinas naturais pelo caminho. image Cachoeira Queda do Meu Deus | Foto: Divulgação/Estância Turística de El Dorado Cachoeira do Saltão Em Itirapina, a Cachoeira do Saltão, com 75 metros, forma piscina natural e está dentro do Parque de Ecoturismo Saltão, junto de outras quedas como Monjolinho e Ferradura. O local oferece trilhas estruturadas, restaurante, banheiros e hospedagem. image Cachoeira do Saltão | Foto: Divulgação/Saltão Parque e Ecoturismo Joanópolis abriga a Cachoeira dos Pretos, segunda maior do Estado, com 164 metros. O complexo inclui restaurantes, lojas de artesanato, banheiros e atrações como a Casa do Lobisomem, além de esportes radicais. <a href="https://www.instagram.com/reel/DFxKqTRxVrm/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver esta publicação no Instagram </a> Na Baixada Santista, a Cachoeira da Lagoa Azul, em Cubatão, possui 30 metros de queda e poço de águas transparentes. O acesso, por trilha de 7,5 quilômetros, pode ser feito com guia. image Cachoeira da Lagoa Azul | Foto: Reprodução/Rumoaventura.tur.br O post .
Ex-diretores da Volkswagen são condenados por ‘dieselgate’ O tribunal regional de Braunschweig, na Alemanha, condenou, nesta segunda-feira, 26, dois ex-diretores da Volkswagen pela fraude relacionada ao escândalo de emissões chamado “dieselgate”, dez anos depois da descoberta do caso. A montadora já desembolsou quase R$ 206 bilhões em acordos. + Leia mais: O ex-chefe de desenvolvimento de motores a diesel da empresa foi condenado a quatro anos e meio de prisão, enquanto o ex-chefe de tecnologia de propulsão pegou dois anos e meio, segundo a agência de notícias Deutsche Presse-Agentur. Um porta-voz do tribunal afirmou que quatro outros processos criminais contra 31 réus continuam pendentes. A conclusão do caso está longe do fim. Os promotores ainda querem descobrir o tamanho do envolvimento de ex-membros da empresa na fraude das emissões. A montadora alemã também enfrenta um processo civil separado, no qual investidores buscam indenizações. Eles afirmam que a empresa não informou os mercados a tempo sobre o uso do software ilegal de emissões. Para o julgamento, a promotoria reuniu mais de 75 mil páginas de evidências que buscam estabelecer quem dentro da empresa sabia e ajudou a orquestrar a ampla fraude. + Leia mais notícias de em Oeste O ex-CEO Martin Winterkorn permaneceu sob processo criminal. No entanto, vários outros executivos, incluindo o presidente do conselho de supervisão, Hans Dieter Potsch, evitaram o julgamento, depois que a montadora pagou quase R$ 60 milhões em 2020 para resolver acusações de manipulação de mercado. Os procedimentos contra Winterkorn deveriam ser retornados no ano passado, mas em janeiro o tribunal cancelou todas as audiências programadas, citando parecer especializado de que o ex-chefe da Volkswagen estaria inapto para ser julgado nos próximos meses por problemas de saúde. Apenas um ex-funcionário da Volkswagen foi preso no caso Até o momento, poucos funcionários da empresa foram condenados por fraude no escândalo de emissões de diesel, no qual a montadora instalou software em milhares de veículos tentando torná-los mais ecológicos do que realmente eram. image A fábrica da Volkswagen em Wolfsburg, Alemanha | Foto: Shutterstock O único diretor sênior da Volkswagen a cumprir pena de prisão no caso é Oliver Schmidt, ex-chefe de assuntos ambientais e de engenharia da montadora em Michigan. Em 2017, Schmidt foi condenado a sete anos de prisão pelo tribunal de Detroit, nos Estados Unidos. Leia também: , coluna de Carlo Cauti publicada na Edição 270 da Revista Oeste O post .
Os bastidores da manobra de Alcolumbre pelo licenciamento ambiental Há quem defenda que o presidente do Senado, ao manobrar pela aprovação célere da Lei Geral de Licenciamento Ambiental. Mas, nos corredores do Senado Federal, o sentimento é outro. Líderes de todos os segmentos apontam que a aprovação da proposta foi uma "vitória" do setor produtivo contra a "burocracia". Apesar da manifestação contrária do governo Lula, por meio da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, 45% dos votos favoráveis vieram da base do governo. Parlamentares ouvidos por Oeste também destacaram a pressão exercida por representantes da Região Norte. + Leia mais notícias de em Oeste A votação ocorreu um dia depois de o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizar testes da Petrobras para explorar petróleo em águas profundas próximas ao litoral do Amapá — reduto eleitoral de Alcolumbre. O projeto deve movimentar bilhões em obras e serviços no Estado. Adesão da oposição "Votei sim à Lei Geral do Licenciamento Ambiental porque o bom senso precisa, em algum momento, vencer a insanidade", afirmou o senador Magno Malta (PL-ES), vice-líder da oposição. "A aprovação desse projeto não é uma vitória ideológica, mas sim da racionalidade, do desenvolvimento e, sobretudo, da valorização do ser humano." Sobre a articulação, Malta reafirma distância de Alcolumbre, mas confirma a união dos líderes em torno da proposta. "Quanto à articulação, deixei claro desde a eleição do Senado: sou oposição e não participo das articulações do presidente Alcolumbre", disse Malta a Oeste. "Mas o que houve foi uma movimentação ampla entre líderes partidários, inclusive da oposição ao governo. Até porque, existem pautas que extrapolam o campo político e entram no campo da urgência nacional e essa era uma delas." Centrão com Alcolumbre O líder do União Brasil no Senado, Efraim Filho (PB) explicou: "Alcolumbre se elegeu com o apoio do governo e da oposição". Ainda de acordo com o parlamentar, o presidente do Senado "é um articulador nato e por isso tem conseguido conduzir com tranquilidade a pauta". Efraim afirmou que a aprovação representa "uma vitória no sentido do desenvolvimento sustentável, aliando o Brasil que produz e o Brasil que preserva." Outro líder partidário, que não quis se identificar, classificou como "estranha" a celeridade para a aprovação da matéria. "Houve vontade política", destacou. "Mas foi importante. Porque o setor produtivo só tem recebido pancada do atual governo." Para o senador, que falou em caráter reservado, a medida não representa um rompimento da gestão Alcolumbre com o governo Lula. "A relação atual entre o governo e o Senado é de subserviência e achaque", disse. "Basta ver o adiamento da CPMI do INSS, que é um pedido do governo." O post .
Autoridade sanitária restringe gripe aviária a cidade gaúcha A Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) mudou seu entendimento sobre o alcance do surto de gripe aviária no Brasil. A entidade passou a reconhecer oficialmente que o caso está restrito à região do município de Montenegro, no , em vez de se tratar de um problema nacional. A cidade fica a cerca de 60 km de Porto Alegre. A mudança de entendimento deu-se na última sexta-feira, 23, no sistema internacional da instituição. O sistema registra principalmente casos de informação zoossanitária. Com a alteração, o critério sob recomendação da OMSA passa a ser, desse modo, o de não adquirir produtos da área dentro de um raio de 10 km no entorno da granja onde houve a detecção do caso. Gripe aviária: governo convenceu entidade A decisão decorreu de análise sobre medidas técnicas que o governo brasileiro adotou para controlar os riscos do surto. "A indicação geográfica deste evento mudou de ‘evento ocorre no país’ para ‘evento ocorre em zona’, após o envio de informações adicionais pelo Brasil", afirma a OMSA, em seu relatório. Em meio às incertezas, o Brasil busca assim formas de regionalizar os embargos à exportação do frango nacional, que ainda está em vigor em dezenas de países. A mudança de avaliação técnica da OMSA não tem peso vinculante nas decisões dos países sobre embargos sanitários. Na prática, ela orienta tecnicamente, mas não impõe obrigações comerciais. A nova postura, porém, ajuda a acelerar essas decisões, porque a posição técnica da OMSA serve sobretudo como referência a diversos países para definir se aplicam ou não restrições comerciais. "Não se identificou nenhuma mutação relevante de resistência antiviral. A genotipagem revelou que as amostras possuem genótipos semelhantes aos previamente identificados em aves silvestres no Brasil", afirmou a organização. Acrescentou que "o sequenciamento do genoma completo detectou alta identidade com cepas previamente isoladas na América do Sul". A semelhança, diz o órgão, está entre 98,21% e 99,79% em comparação com as sequências de aves silvestres notificadas em outro evento. + Leia mais notícias de na Oeste O post .
Professora de SC é condenada por injúria contra Ana Campagnolo A Justiça de Santa Catarina condenou uma professora da rede estadual de ensino ao cumprimento de pena privativa de liberdade de 1 mês e 27 dias de detenção, convertida em prestação de serviços à comunidade, por injúria contra a deputada estadual Ana Campagnolo (PL).  O caso ocorreu em abril de 2023, quando Campagnolo foi informada por meio de um áudio gravado por um aluno durante uma aula do ensino médio. Na gravação, a professora teria ofendido a deputada ao responder a uma pergunta de uma estudante sobre linguagem neutra. Durante a aula, a professora chamou a deputada estadual de “quadrúpede” e “neonazista”, o que, segundo a decisão judicial, extrapolou os limites da liberdade de expressão e da crítica.  A decisão a favor de Campagnolo A juíza Caroline Vieira Figueiredo, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Florianópolis, afirmou em sua sentença que “o tom jocoso e agressivo das expressões utilizadas, associando a ofendida a um animal (‘quadrúpede’) e a uma ideologia política repugnante (‘neonazista’), não permite outra conclusão senão a de que houve o inequívoco propósito de ofender a honra subjetiva da vítima”. A magistrada destacou ainda que a liberdade de expressão não abrange o direito de injuriar. “A liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não é absoluto”, afirmou.  + Leia mais notícias de em Oeste Caroline Figueiredo ainda delimitou que a liberdade de expressão “encontra limites nos direitos da personalidade, como a honra e a imagem, e não pode ser utilizada como escudo para manifestações ofensivas”. A defesa da deputada, representada pelo escritório Monteiro Advocacia, celebrou a condenação: “Ficou nítido que a conduta da professora era de injuriar a deputada, já que de forma deliberada escolheu referir-se a ela com palavras depreciativas, com claro intento de ferir sua dignidade”. “Diz-se isso porque, se sua intenção estivesse limitada a informar seus alunos, ou mesmo criticar as condutas de Ana Campagnolo, poderia tê-las feito sem as expressões injuriosas”, acrescentou a defesa, por meio de nota. O post .
Prática de comunismo dentro do Ibama? Audiências públicas, encontros e discursos sobre embargos do na Amazônia. Uma ação do órgão contra "desmatamento ilegal" embarga mais de 70 mil hectares de terra da região amazônica. O Ibama publicou um edital on-line. No material, o instituto comunica os embargos e já ordena a retirada do gado das propriedades em 30 dias, sem notificação individual. É a maior operação de sua história, usando como justificativa o desmatamento ilegal. De acordo com especialistas, os embargos podem ser uma forma disfarçada de desapropriação de terras produtivas, além de servir de como apresentação de ações do Ibama para o 30ª edição da . A COP30 está programada para ocorrer, em Belém, capital do , em novembro. Ibama em destaque Em A Força do Agro desta segunda-feira, 26, o espectador vai entender os interesses do Ibama na região amazônica. A Força do Agro Com uma crescente necessidade de práticas mais sustentáveis, o busca inovar constantemente para aprimorar a produtividade e minimizar impactos ambientais. Em A Força do Agro são apresentados os principais tópicos que fazem o agro ser tão especial. De segunda a sexta-feira, o programa leva informação e conhecimento ao internauta e tem o papel de conectar o campo à cidade, mas de uma maneira leve e descontraída. Serviço A Força do AgroDe segunda a sexta-feiraÀs 19h50min, depois do Oeste Sem Filtro, também na playlist exclusiva no YouTube O post .
Deputado quer que PF e MP investiguem grilagem de terras em Roraima O deputado federal Nicoletti (União-RR) acionou o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) para que investiguem as denúncias apresentadas no relatório final da CPI da Grilagem de Terras da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR). Os pedidos foram formalizados nesta segunda-feira, 26. A movimentação do parlamentar se apoia nas conclusões da comissão estadual, que apontam possíveis práticas criminosas envolvendo autoridades públicas locais. Entre os citados pelo relatório da CPI está o governador Antonio Denarium (PP), o filho dele e empresários de Roraima. + Leia mais notícias de em Oeste Segundo Nicoletti, o acionamento do Ministério Público do Estado e da Superintendência da PF em Boa Vista ocorre diante da gravidade das acusações e da “possibilidade de interferência política em investigações em nível estadual”. <a href="https://www.instagram.com/reel/DKHxSBkxV9t/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> Pedido de investigação sobre grilagem de terra Além do suposto envolvimento de autoridades com foro privilegiado nos casos de grilagem de terra, o parlamentar destacou que parte das terras citadas no relatório está sob domínio da União. “Isso legitima a atuação do MPF e da PF na apuração dos fatos”, destacou o deputado. “Estamos cumprindo nosso dever de assegurar que esses indícios não sejam varridos para debaixo do tapete.” Nos documentos encaminhados, Nicoletti solicita que a PF abra inquérito policial e que o MPF instaure procedimento de investigação criminal com base nos indícios levantados pela CPI. O objetivo é garantir que as denúncias não fiquem impunes e que os responsáveis, caso confirmadas as irregularidades, sejam devidamente responsabilizados. “O relatório da CPI apresenta indícios sérios de irregularidades e não pode ser ignorado”, afirmou. “É papel do Parlamento fiscalizar e acionar os órgãos competentes sempre que houver suspeita de crime, especialmente quando há o risco de interferência política nas investigações estaduais.” O post .