Viagens de Lula refletem o distanciamento da realidade brasileira, diz Estadão Em artigo neste domingo, 18, o jornal O Estado de S. Paulo critica o padrão das viagens internacionais realizadas pelo presidente . Para o veículo, a política externa do governo prioriza agendas no exterior em prejuízo das urgências internas, refletindo um distanciamento das lideranças nacionais em relação à realidade brasileira. Conforme o texto, as se destacam não apenas pelo número inflado, mas sobretudo pela presença de figuras centrais da República. Entre elas, ministros de Estado, parlamentares influentes e até membros do Judiciário. Na avaliação do jornal, há uma nova diplomacia baseada em superlativos, com viagens que funcionam mais como vitrines políticas do que como ferramentas eficazes de relações internacionais. Lula patrocina a ausência institucional Entre os exemplos citados, está a viagem de Lula a Pequim, com cerca de 30 autoridades, incluindo 11 ministros e líderes do Congresso. Em outra ocasião, a comitiva para o Japão chegou a reunir 220 pessoas, entre elas os presidentes da Câmara e do Senado (atuais e anteriores). Do mesmo modo, no Vaticano, durante o funeral do papa Francisco, o grupo incluía 20 autoridades brasileiras. Embora o artigo reconheça que viagens internacionais possam ser úteis à ampliação de parcerias e relações comerciais, a questão é saber se realmente justifica deslocar um número tão expressivo de autoridades. Em tempos de crise econômica, defende o texto, o ideal seria adotar posturas mais comedidas, inclusive para evitar gastos milionários com transporte, hospedagens e outras demandas logísticas. Para o jornal, a motivação por trás dessas viagens vai além da diplomacia. O artigo sugere que, ao tirar do país figuras-chave do Congresso, Lula estaria buscando adiar discussões internas indesejadas. Além disso, teria a oportunidade de exercer mais influência e controle tanto sobre aliados quanto potenciais adversários. A análise cita nomes como Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e Hugo Motta (Republicanos-PB). A crítica central é que, ao mesmo tempo em que a população enfrenta desafios concretos, como inflação, desemprego e insegurança pública, as principais lideranças da República estariam mais preocupadas com articulações de bastidores e demonstrações de prestígio no exterior. O jornal conclui que falta ao governo um "plano de voo claro e consistente", com foco no enfrentamento dos problemas do Brasil atual. + Leia mais notícias de na Oeste O post .
Semana de sol e calor em São Paulo; instabilidades pelo Norte e Sul do país A cidade de deve ter um início de semana neste domingo, 18, de sol e poucas nuvens. A temperatura máxima prevista é de 30 °C e a mínima de 14 °C, diz o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O cenário deve se manter nos próximos dias. Segunda-feira 19, terça 20 e quarta 21 devem seguir com tempo principalmente firme e temperaturas amenas pela manhã. Assim, as mínimas previstas são de 15 °C, 16 °C e 14 °C, com máximas de 28 °C, 29 °C e 27 °C, respectivamente. Ar seco predomina em São Paulo e reduz umidade O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo atribui o clima estável à atuação de uma grande massa de ar seco. O fenômeno forma, desse modo, um bloqueio atmosférico sobre o Estado. Ele impede o avanço de frentes frias e chuvas. Com isso, a umidade relativa do ar pode cair para níveis próximos aos 30% durante os períodos mais quentes do dia. A marca é abaixo do ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde, que recomenda o mínimo de 60%. Alerta de chuvas intensas no Norte e Nordeste A situação, porém, é diferente em outras regiões do país. O Inmet mantém alertas de perigo potencial e perigo para chuvas em boa parte da região Norte. O mesmo se aplica ao litoral do Nordeste neste domingo. Conforme o instituto, essas áreas podem registrar acumulados de chuva entre 50 e 100 milímetros em um único dia. Há risco de alagamentos, enxurradas e transtornos à população. Sul pode ter tempestades; calor persiste no Rio No Sul, o Centro de https://revistaoeste.com/?s=previs%C3%A3o+do+tempo e Estudos Climáticos (Cpetc) aponta risco de tempestades no sul e oeste do Rio Grande do Sul. A capital, Porto Alegre, também deve registrar pancadas de chuva neste domingo à tarde e à noite. Já no Sudeste, o Rio de Janeiro terá um domingo de calor e tempo aberto. A mínima prevista é de 18 °C e a máxima chega aos 31 °C. O panorama deve permanecer até quarta-feira (22), com máximas podendo atingir os 33 °C, segundo o Inmet. + Leia mais notícias de na Oeste O post .
Articulações com o STF para o bem do país Os principais jornais do país noticiam a busca por uma solução no caso dos baderneiros implicados nos atos de 8 de janeiro, e que envolve articulações com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), visando a amenização das penas. Simultaneamente, há o pedido de discussão de um projeto de lei que anistia os responsáveis pela baderna. De acordo com as informações, os ministros da Corte estão sendo consultados — e concordam com a redução das penas. Destaco, mais uma vez, que durante o mandato do então presidente Michel Temer, , que alegavam ter o Congresso articulado um "golpe" contra a presidente Dilma Rousseff, sendo o pretexto equivocado, visto que o impeachment seguiu estritamente os artigos 85 e 86 da Constituição. Temer encerrou aquela invasão ao Legislativo, que teve destruição de algumas de suas dependências, em duas horas, e, dois dias depois, todos os manifestantes já estavam na rua. Ninguém permaneceu preso, porque ele se recordou da atitude do ex-presidente Juscelino Kubitschek nas revoltas de Aragarças e Jacareacanga, estas sim, tentativas de golpe de Estado com militares chegando a conquistar importante cidade no norte do país. O que me impressiona é a informação de que será apresentado um projeto que, para ser viabilizado, demandará uma redução substancial das penas. Se o STF está sendo consultado e, conforme noticiado, concorda com essa abordagem — ressalto que apenas reproduzo o que a divulga —, por que a iniciativa não pode partir do próprio Pretório Excelso. + Leia mais notícias de em Oeste Tenho insistido, em meus artigos e nas redes sociais, que se a iniciativa de reduzir substancialmente as penas — considerando, inclusive, o tempo de prisão desde 8 de janeiro, portanto, há quase dois anos e meio — partisse do próprio STF, o caminho mais adequado seria ele mesmo reexaminar cada caso e declarar que a pena já foi cumprida. Se a Corte maior do país tomasse a iniciativa de revisar sua decisão — seja por um ato próprio ou provocado por um advogado —, em vez de depender do Congresso, retomaria o controle da situação. Evidentemente, ganharia uma percepção junto à população de que não está alimentando e realimentando o radicalismo no Brasil. O STF e as condenações pelo 8 de janeiro image Ato na Avenida Paulista pede anistia para condenados do 8 de janeiro — São Paulo, 6/4/2025 | Foto: Daniel Cymbalista/Fotoarena/Estadão Conteúdo Enquanto mantivermos condenações de 14, 15, 16 anos para os envolvidos nos atos do 8 de janeiro, contrastando com aquelas para assassinos, traficantes e corruptos que permanecem soltos, a imagem do Supremo será inevitavelmente retratada negativamente pelas pesquisas, distante da reputação que o maior sodalício julgador da nação possuía na época de ministros como Moreira Alves, ou mesmo em relação a toda a sua história. Evidentemente, eu gostaria que ocorresse a anistia. No entanto, caso um gesto nesse sentido não parta do Congresso, com quem as negociações ocorrem, torna-se crucial analisar os termos propostos. A intenção seria uma anistia ampla, que abrangesse tanto aqueles que se pretende condenar quanto os já condenados, para que o episódio seja considerado totalmente encerrado. Desse modo, teríamos a possibilidade de um caminho para a pacificação. Entretanto, quanto à redução de penas, outra alternativa, tem sido ela objeto de consultas aos ministros do STF, que, de acordo com os jornais, com ela concordam. Gostaria, portanto, que o próprio Supremo Tribunal Federal antecipasse a iniciativa que, conforme noticiado, será do com o aval daquela Corte. Isso permitiria resgatar a imagem do STF que, como advogado há 68 anos, desde minha primeira sustentação oral em 1962 ou 1963, sempre defendi e lutei para preservar. Enfim, aos 90 anos, reitero este sonho aos amigos: de o Pretório Excelso recuperar sua imagem perante aqueles que discordam das penas aplicadas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, consideradas mais severas que as impostas a traficantes, corruptos e assassinos. A concretização desse sonho é essencial para alcançarmos a pacificação nacional, condição fundamental para que o Brasil volte a ser um país pacificado na rota para o desenvolvimento. Leia também: , artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 264 da Revista Oeste O post .
Para onde vai a direita em Goiás? Entre interlocutores do esgotou as chances de manter relação com o grupo político ligado ao ex-presidente ao gravar Bolsonaro durante a CPI da Covid. Já Vanderlan Cardoso (PSD-GO) também está fora do radar: não mantém alinhamento com o núcleo em questão. Aliança com Daniel Vilela A alternativa para alterar o cenário no Senado já estaria em debate. Interlocutores relataram à coluna que o presidente de honra do PL pode articular uma chapa com Daniel Vilela (MDB), vice-governador e herdeiro político do governador . A primeira-dama goiana, Gracinha Caiado, é citada como pré-candidata ao Senado pela base do atual governador. Do outro lado da chapa, Bolsonaro pretende emplacar um nome de sua confiança: o ex-deputado federal . Ele enfrentou Ronaldo Caiado na eleição de 2022, a pedido direto do ex-presidente, e recebeu mais de 500 mil votos. A indicação de Vitor Hugo ao Senado é tratada nos bastidores como um desejo antigo de Bolsonaro. O histórico do militar como líder do governo do ex-presidente, somado ao passado de Bolsonaro — que frequentou as mesmas escolas que Vitor Hugo no Exército —, são fatores que fortalecem essa relação. Integrantes do arco de alianças de Caiado confirmam a aceitação do nome de Vitor Hugo e o interesse real na composição com Bolsonaro para a Casa Alta. Gayer no páreo pelo Senado em Goiás O deputado federal no entanto, também aspira ao Senado e tem o apoio do ex-presidente. Ele mantém conversas frequentes com Bolsonaro e figura entre os cotados à vaga por Goiás. Gayer é um dos principais nomes da direita no Congresso Nacional. Apesar do apoio explícito de Bolsonaro aos dois nomes, o cenário pode mudar por influência direta de Ronaldo Caiado. O candidato ao Senado, ao lado de Gracinha, será definido conforme avançarem as negociações. O post .
Bebês de borracha, sociedade de palha E o assunto da semana, a nova febre nacional e internacional, acreditem se quiser, são os bebês de “faz de conta”. Na madrugada do último dia 30 de abril, uma loja de bonecas reborn no bairro Juvevê, em Curitiba, foi invadida por dois homens que no Tik Tok em que uma “mãe de boneco” foi ao hospital e pediu atendimento ao bebê-borracha, alegando que ele estava com febre. Não demorou nada para que o deputado estadual de Minas Gerais Cristiano Caporezzo (PL) criasse uma lei que intenta multar pessoas que levem os bonecos para atendimento hospitalar. + Leia mais notícias de em Oeste Tais bonecos, conhecidos popularmente como “bebês reborn”, vêm ganhando popularidade no Brasil, movimentando um mercado significativo e a atenção dos desocupados nas grandes redes. Em Minas Gerais, por exemplo, , por questão de apego emocional e os valores envolvidos na compra do “bebê”, ambas as partes foram para o confronto jurídico. Mais do que inusitado, e até mesmo engraçado, já que vídeos aos montes pululam as redes onde mulheres aparecem tratando bonecas como se fossem bebês reais, imitando suas vozes e até dando tarefas domésticas para elas, tal situação revela também sintomas preocupantes de uma sociedade cada vez mais infantilizada, egocêntrica e psicologicamente afetada. Quando bebês de borracha são tratados como bebês reais, isso reflete que a nossa sociedade e sua sanidade são de palha, e que, talvez, nossos valores e nossa percepção de realidade, já tenham virado farelos. "A diferença fundamental é que um bebê de plástico você pode descartar se ele lhe encher saco, mas um de alma e carne não" (Pedro Henrique Alves) Sim, o bebê reborn desvela a todos uma sociedade profundamente doente, ao mesmo tempo que apresenta-nos um humano mimado e sem perspectiva de felicidade — embora tente equilibrar, em meio a esse destempero, suas tendências naturais. Ainda que de mentirinha, essa paternidade de bonecos parece revelar nos homens e nas mulheres contemporâneas uma necessidade atávica de ser mãe e pai, de reproduzir-se em algo; e, mesmo entre aqueles que dizem odiar o mero odor da real maternidade e paternidade, surge naturalmente neles uma necessidade de cuidar, moldar e se dedicar a uma missão de criação. A diferença fundamental é que um bebê de plástico você pode descartar se ele lhe encher saco, mas um de alma e carne não — não sem responsabilização, espera-se. O dito bebê hiper-realista — que paradoxalmente também é fake —, não expandirá seu abdômen, não mudará suas contagens de hormônio e nem passará dolorosamente por seu canal vaginal ao fim de uma gestação. Não exigirá dos pais horas extras no serviço para comprar materiais escolares, e nem madrugadas sem dormir. Sim, um bebê de plástico não caga de madrugada, não exige fraldas e alimentos caros, nem o retira de sua diversão em um sábado à noite, ou de seu conforto egocêntrico num domingo à tarde, ele não precisará de convênio médico, remédios especiais e nem o decepcionará quando se tornar adolescente. Afinal, borracha não envelhece. O que os bebês reborn não irão aprender image 'Bebê' reborn 'dorme' ao lado da mamadeira | Foto: Reprodução/PupilasReborn Mas o bebê reborn também não aprenderá com os seus exemplos, não copiará suas virtudes e vícios, falas e tiques, não o acordará pela manhã com um beijo real, um sorriso real e um “eu te amo” real. Ele não terá amigdalite, mas também não se entregará por livre escolha ao seu colo quando se sentir mal. Jamais acordará de madrugada para te atazanar, mas, olha que triste, ele nunca se levantará de noite com medo, e se deitará entre você e sua mulher buscando conforto e segurança. Também jamais fará você gastar um real com material escolar, mas jamais comemorará uma vaga na universidade. Ele jamais irá engravidar a namorada e nem usará maconha — olha que alívio —, mas também nunca te dará flores e netos. No fundo, os vídeos de mulheres imitando as vozes de criança enquanto acariciam látex soa a mim como um pedido de socorro existencial. Elas são vítimas tardias de uma cultura bizarra criada em laboratórios universitários e expandida por mentes e escolas que não querem mais entender o homem e mundo real, mas antes criarem novos homens e novos mundos sob seus jugos, fazendo-nos crer que, se quisermos, podemos mudar profundamente não só o fato e a realidade experienciável, como a própria natureza humana em si. Desembocamos, assim, numa sociedade que supervaloriza o lucro, o conforto e o prazer egocêntrico, ao mesmo tempo que tenta minorar a beleza e o peso da realidade, quase que forçando-se a cumprir, como se fosse uma promessa inevitável, os insights de Aldous Huxley em Admirável Mundo Novo. No fim, o homem e a mulher contemporâneos querem uma prole para fazer o que se acostumou a fazer com quase tudo que lhe pertence: buscar o conforto do que lhe é intrínseco e necessário, ao mesmo tempo que gozam da comodidade de poder descartar tal coisa se isso cansar sua mente ansiosa. Eles, sentindo o chamado, o incômodo e o desejo de sua natureza, encontraram nas respostas culturais e ideológicas que lhes foram inculcadas uma contradição: precisamos de filhos, de estabilidade e de um lar, mas também temos que ser independentes, insubordinados e cultivar o prazer incessante; e para burlar tal muro, criaram modas, objetos e estilos de vida que lhes dão ‒ nem que seja um pouco ‒ aquele objetivo pelo qual sua consciência clama, ainda que enterrada por mil camadas de politicismos e inculturações. A geração que escolheu o aborto como método de não responsabilização e o bebê reborn como afago ilusório é profunda e visivelmente perturbada, irresponsável e sem capacidade alguma de maturidade. É preciso reafirmar a beleza da maternidade num mundo que politizou úteros e banalizou o casamento, que fez de homens e mulheres inimigos invencíveis, e de bebês reais, um problema de saúde pública. Um bebê de borracha é uma espécie de riso medonho de uma cultura moderna que buscou no prazer egocêntrico e na reinvenção da natureza humana, um esporte bisonho que machuca enquanto revela uma mazela profunda da alma e da dignidade humana; quando passa ser normal ver mulheres adultas acariciando borracha enquanto fingem um diálogo com um boneco a qual chamam de “filhos”, a sanidade de nossa sociedade claramente não está em boas condições. Leia também: , artigo de Flávio Gordon publicado na Edição 269 da Revista Oeste O post .
Impostos recolhidos pelo governo federal chegam a R$ 1,5 trilhão Os impostos recolhidos pelo governo federal chegaram a marca de R$ 1,5 trilhão no ano de 2025. Os dados foram colhidos do Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), nesta sexta-feira, 16. <a href="https://www.instagram.com/p/DJu5-aBxNQQ/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver esta publicação no Instagram </a> A associação considera inúmeros impostos federais para montar o índice. Veja a lista: Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide); Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins); Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF); Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL); Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf); Imposto de Exportação (IE); Imposto de Importação (II); Imposto sobre Operações Financeiras (IOF); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Imposto de Renda (IR); Imposto Territorial Rural (ITR); Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep); Previdência; Taxas; e Outros. No ano passado, o brasileiro precisou trabalhar, em média, 150 dias para quitar todos os impostos com o governo federal. Esse período equivale, aproximadamente, a mais de 40% de um ano. O Estado de (7%). + Leia mais notícias de em Oeste O dinheiro recolhido pelo governo federal corresponderia ao pagamento de dez salários mínimos durante 13,4 milhões de anos. Ou então, 50 salários durante 2,6 milhões de anos. Além disso, a cifra renderia R$ 293 milhões por dia, caso aplicado na poupança. Saiba como funciona o a contagem de impostos da ACSP A base de dados utilizada pela ACSP é da Receita Federal do Brasil, da Secretaria do Tesouro Nacional, da Caixa Econômica Federal, do Tribunal de Contas da União e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Leia mais: O post .
Brasil tem aumento em homicídios contra mulheres, que chegam a 10 por dia O Atlas da Violência 2025, divulgado nesta segunda-feira, 12, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), revelou um aumento nos homicídios de mulheres no Brasil. + Leia mais notícias de em Oeste Entre 2022 e 2023, esses crimes cresceram 2,5%, contrariando a tendência de queda nos homicídios gerais observada desde 2018. Em média, são dez mulheres assassinadas por dia no país. A distribuição dos homicídios femininos é desigual entre os Estados. A taxa média nacional é de 3,5 homicídios por 100 mil mulheres, mas Roraima registra 10,4 mortes por 100 mil — o índice mais alto do Brasil. Disparidade nos homicídios de mulheres no Brasil image Ato em frente à Câmara Municipal do Rio de Janeiro, contra o feminicídio, em 2023 | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil A violência letal afeta desproporcionalmente mulheres negras. Conforme o levantamento, elas foram 68,2% das vítimas em 2023. Além disso, de acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, houve um aumento na violência não letal contra mulheres. No ano retrasado, foram 177.086 atendimentos a vítimas de violência doméstica — uma alta de 22,7% em relação ao ano anterior. Uma em cada quatro vítimas tinha entre zero e 14 anos, o que destaca a vulnerabilidade de crianças e adolescentes. Os tipos de violência variam conforme a idade das vítimas. Entre meninas de zero a nove anos, a negligência foi o tipo mais comum de violência, com 49,5% dos casos. Para aquelas entre dez e 14 anos, a violência sexual é a que predomina, com 45,7% dos casos. Leia também: , artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 262 da Revista Oeste Dos 15 aos 69 anos, a violência física foi a mais frequente. Para mulheres com 70 anos ou mais, a negligência voltou a ser a forma mais comum de agressão. Perfil dos agressores e reincidência da violência Os agressores são majoritariamente homens em todas as faixas etárias. Ao todo, 66,9% das mulheres atendidas relataram já ter sofrido violência doméstica anteriormente. A Lei 13.104/2015 tipifica o feminicídio como homicídio por razões de gênero, com pena que varia de 12 a 30 anos de prisão. Se o assassinato de uma mulher não em razão de seu gênero, e, assim, não entrar na classificação de feminicídio, ele será um homicídio, com penas de seis a 20 anos. O post .
Anistia: Brasil concedeu 48 perdões desde a Independência Desde sua Independência em 1822, o Brasil concedeu 48 perdões. O levantamento é do portal Poder360. Atualmente, o aos condenados dos eventos de 8 de janeiro. Em 14 de abril, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara dos Deputados, protocolou um pedido para que o projeto de lei seja analisado com urgência na Casa. A primeira anistia, em 1822, foi destinada a quem expressou opiniões contrárias à Independência. Em 1825, os participantes da Confederação do Equador, que se levantaram contra Dom Pedro I, foram perdoados. Entre 1833 e 1834, seis revoltas contra o Império receberam anistia. Durante a República Velha, movimentos como a Revolta da Vacina e a Revolta da Chibata tiveram seus participantes anistiados. Anistias ao longo da história brasileira No período de Getúlio Vargas, a Revolução Constitucionalista de 1932 e soldados desertores da 2ª Guerra Mundial foram perdoados. Depois do término do Estado Novo, uma das anistias mais notáveis ocorreu em 1961, beneficiando aqueles que cometeram crimes políticos desde 1934. A medida incluiu partidos de oposição e setores das Forças Armadas que tentaram impedir a posse de João Goulart. Em 1979, a última anistia federal conhecida perdoou crimes relacionados ao regime militar, cometidos tanto por agentes do Estado quanto por opositores, marcando a transição para a democracia. A Constituição de 1988 estabelece que cabe ao Congresso Nacional propor leis de anistia, que devem ser sancionadas pelo presidente da República. Bolsonaro convoca ato em Brasília por anistia a condenados do 8 de janeiro image O ex-presidente Jair Bolsonaro durante ato pela anistia dos envolvidos nas invasões em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP), neste domingo, 6 — 6/4/2025 | Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo O protesto está marcado para acontecer na próxima quarta-feira 7. O ponto de encontro será a Torre de TV. A coordenação ficará sob responsabilidade do pastor Silas Malafaia, que já adiantou que a mobilização terá ordem e comando. “Essa manifestação tem liderança, e nenhuma lata de lixo será virada”, declarou ao portal Metrópoles. Entre os temas centrais do ato está o julgamento de Débora Rodrigues, acusada de escrever com batom a frase “perdeu, mané” na estátua A Justiça. O grupo pretende destacar o voto do ministro Luiz Fux, que sugeriu pena de um ano e seis meses. A proposta contrasta com a posição do ministro Alexandre de Moraes, que votou por 14 anos de prisão. + Leia mais notícias de <a href="http://revistaoeste.com/politica" rel="nofollow">Política</a> em Oeste O post .
Degradação na Amazônia bate recorde histórico A degradação florestal na aumentou drasticamente nos últimos dois anos. Entre agosto de 2023 e março de 2025, a área degradada saltou de 7.925 km² para 34.013 km². O avanço é de 329%, conforme dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O número representa assim o maior já registrado desde o início da série histórica, em 2008. Diferentemente do desmatamento, que elimina totalmente a vegetação, a degradação se caracteriza pela perda parcial da cobertura vegetal. O Imazon explica que a elevação no índice refere-se, principalmente, às extensas queimadas que atingiram a região entre setembro e outubro de 2024. Estados que mais degradam a Amazônia: confira Somente em março deste ano, o . Registros mostram impacto em 188 km². Em seguida aparecem Maranhão e Roraima, com 9 km² e 8 km², respectivamente - cada um com cerca de 4% da área total degradada no mês. Mato Grosso completa o ranking, com 1 km² (1%). Apesar da alta acumulada no período analisado, março apresentou uma queda em relação ao mesmo mês de 2024. Foram 206 km² de degradação neste ano, contra os 2.120 km² registrados no ano anterior (recuo de 90%). Área queimada ultrapassa 30 milhões de hectares O ano passado também teve o registro de recordes no número de queimadas. Conforme o MapBiomas, entre janeiro e dezembro de 2024, o Brasil registrou mais de 30,8 milhões de hectares incendiados, um aumento de 79% em relação a 2023. A área queimada foi maior do que todo o território da Itália. Esse avanço das chamas reforça a preocupação com a degradação ambiental da Amazônia, cujos impactos afetam o equilíbrio climático e a biodiversidade global. As queimadas contribuem para a liberação de gases de efeito estufa e colocam em risco comunidades locais, fauna e flora. O agravamento da situação ocorre no mesmo ano em que o Brasil assume oficialmente a presidência da COP30 — a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. O evento, com duração prevista entre 10 e 21 de novembro, ocorrerá em Belém (PA), na floresta amazônica. A escolha da cidade-sede reforça o foco da conferência na preservação da Amazônia e no combate às mudanças climáticas. Em meio aos dados alarmantes de degradação, o Brasil será palco de discussões internacionais sobre o futuro das florestas e o papel dos governos na proteção dos biomas. + Leia mais notícias de na Oeste O post .
Brasileiro sai para pedalar e é encontrado 3 anos depois na Costa Rica Em junho de 2022, o brasileiro Marisvaldo dos Santos Silva, de 32 anos, saiu da casa do irmão para andar de bicicleta e não voltou. O baiano de https://www.camacari.ba.gov.br/ sofre de esquizofrenia e, à época do desaparecimento, estava sem medicamentos. + Leia mais notícias do em Oeste Em razão disso, a família passou a procurá-lo por diversos meios: acionaram a polícia, fizeram exames de DNA e até participaram de programas de televisão. Depois de quase três anos desaparecido, Marisvaldo dos Santos Silva foi localizado na Costa Rica — a mais de 5 mil km de Camaçari. Ele ficou todo esse tempo sem dar notícias. A família foi informada pela Polícia Federal, que identificou Marisvaldo ao tentar entrar na Costa Rica sem documentos. Desde então, o Ministério das Relações Exteriores tem trabalhado para repatriá-lo. Expectativas para a chegada do brasileiro Segundo informações do portal g1, ele chegará ao Aeroporto de Guarulhos neste domingo, 20, e viajará de ônibus até a Bahia. Não é a primeira vez que Marisvaldo desaparece. Em 2020, ele também deixou a casa de bicicleta e foi encontrado dias depois no Estado do Espírito Santo. image Marisvaldo foi encontrado quase três anos depois do desaparecimento | Foto: Reprodução/TV Bahia A família agora se pergunta como ele conseguiu atravessar tantas fronteiras e sobreviver por quase três anos com apenas uma bicicleta. image Maria dos Santos, mãe de Marisvaldo | Foto: Reprodução/TV Bahia A mãe de Marisvaldo, Maria dos Santos, demonstrou alívio ao saber que o filho está bem, apesar de todas as incertezas. “Agora o mais importante é saber que ele está bem”, afirmou, em entrevista à TV Bahia. O post .