Caso Robinho: Gilmar Mendes pede vista, e STF suspende julgamento O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, solicitou vista no julgamento do pedido de liberdade do ex-jogador Robinho, nesta sexta-feira, 28. Assim, o andamento do caso no plenário virtual da Corte está suspenso. + Leia mais notícias de   em Oeste Antes da interrupção, os ministros Luiz Fux e Alexandre de Moraes já haviam votado pela manutenção da prisão. Ou seja, o placar provisório é de dois a zero contrário à soltura do ex-atacante. Fux destacou que a defesa tenta rediscutir temas já analisados pelo Supremo. "Verifica-se, portanto, da leitura do acórdão, e pelas próprias razões recursais, que o embargante tenta, pela via imprópria, rediscutir tema que já foi objeto de análise", analisou o ministro. O julgamento tinha programação para terminar em 4 de abril, a menos que algum ministro solicitasse mais tempo ou levasse o caso ao plenário físico. No entanto, o julgamento agora está suspenso e não tem data para retomada. Condenação de Robinho e cumprimento da pena image Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília | Foto: Divulgação/STF Robinho cumpre uma pena de nove anos de reclusão desde março de 2024, no presídio de Tremembé, em São Paulo, por um estupro coletivo cometido em 2013, na Itália. O crime ocorreu em uma boate, em período em que ele jogava pelo Milan. A vítima é uma mulher albanesa. Em 2022, a Justiça italiana confirmou a condenação de Robinho em última instância. Leia também: , de Ana Paula Henkel, publicada na Edição 262 da Revista Oeste No Brasil, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) homologou a sentença para cumprimento em território nacional, já que Robinho não pode ser extraditado por ser brasileiro nato. A defesa contesta essa decisão, sob a alegação de que a prisão é ilegal, porque o crime ocorreu antes da Lei de Migração, sancionada em 2017. Ela argumenta que a aplicação retroativa da norma não é juridicamente válida. Os advogados de Robinho afirmam que "o artigo 100 da Lei de Migração aumentou o poder punitivo estatal". Em novembro de 2024, o STF já havia negado dois pedidos de liberdade apresentados pela defesa. Leia também: , artigo de Silvio Navarro publicado na Edição 262 da Revista Oeste Agora, o atual recurso, que busca reverter essa decisão anterior, espera a devolução do caso por Gilmar Mendes para continuidade do julgamento no STF. O post .
Autoridades brasileiras entram na mira de Trump Os Estados Unidos planejam aplicar um conjunto de medidas para punir autoridades brasileiras. Auxiliares do presidente https://revistaoeste.com/?s=Donald+Trump . O governo republicano deve estabelecer um prazo de 120 dias para que o seu Departamento de Estado indique outros integrantes do Judiciário e membros do governo Lula da Silva que apoiaram a derrubada, nos EUA, de perfis de usuários de redes sociais. Governo Trump diz que houve violação de direitos humanos  Conforme o site Metrópoles, a medida poderá afetar outros ministros da Primeira Turma do STF que votaram juntamente com Moraes. Inclui, do mesmo modo, juízes auxiliares, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e delegados da Polícia Federal que deram sustentação às decisões de Moraes.  O argumento da Casa Branca é que a censura aos perfis configura violação de direitos humanos, violação à jurisdição dos EUA e abuso de procedimento para favorecer a si mesmo ou um grupo político. O prazo de 120 dias é estratégico. O governo dos EUA, assim, quer analisar a postura das autoridades depois que a entrar em vigor. A expectativa da Casa Branca, afirma o site, é que ao aplicar a punição, automaticamente haja um recuo dos membros do Supremo. Ministros da corte ouvidos pelo site, contudo, dizem que a ofensiva norte-americana em nada mudará o rumo da atuação do STF. Os magistrados afirmam que a derrubada dos perfis foi necessária em razão do suposto avanço sobre os limites da liberdade de expressão. Sob a redação de auxiliares de Trump, o texto ainda vai a análise do presidente dos Estados Unidos, que poderá fazer ajustes. Um dos principais apoiadores do estudo sobre sanções às autoridades brasileiras é, segundo o site, o empresário Elon Musk, atual chefe do Departamento de Eficiência Governamental dos EUA. Perda de visto e bloqueio nas relações comerciais Musk fez com que o governo Trump passasse a analisar a aplicação da Lei Magnitsky para punir Alexandre de Moraes. Além de perder o visto, os alvos dessa medida ficam impedidos de fazer negócios nos Estados Unidos e com cidadãos norte-americanos. + Leia mais notícias de na Oeste O post .