Deputado do RS critica falas de Lula sobre macroeconomia: ‘Visão infantilizada’ O deputado estadual do Rio Grande do Sul, professor Claudio Branchieri (Podemos), fez críticas às declarações recentes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre macroeconomia. Na segunda-feira 24, o petista disse que macroeconomia é "bobagem". Segundo Branchieri, a visão do governo atual é "infantilizada" e baseada em conceitos equivocados que podem prejudicar o crescimento econômico do país. Em um discurso, o parlamentou comparou as falas do presidente a um "psicopata bêbado com uma arma de fogo" e declarou que Lula menospreza conceitos econômicos essenciais. "Estudo economia há mais de 30 anos, já fui professor de macroeconomia, economia internacional", afirmou. "E ainda tenho que ouvir o presidente falando que isso é bobagem." <a href="https://www.instagram.com/reel/DGjLIlmvIVg/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> Branchieri criticou a ideia de que a microeconomia deva ser priorizada em detrimento da macroeconomia. "Micro e macro são complementares, não concorrentes. Dizer que a macroeconomia não importa é como dizer que o motor do carro não interessa, só a roda é suficiente", acrescentou. Segundo o deputado, se o governo Lula estivesse realmente preocupado com a microeconomia, tomaria medidas para melhorar a competitividade das empresas, reduzir a carga tributária e desburocratizar o ambiente de negócios. "Deixar o povo pobre deve ser a meta do governo Lula", diz deputado image Brasília - 30/01/2025. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante entrevista coletiva realizada no Palácio do Planalto | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo O deputado destacou que 62% das empresas brasileiras fecham antes de completar cinco anos, atribuindo isso a uma política econômica falha. Ele também criticou a gestão econômica do PT, acusando Lula de ignorar os erros do governo Dilma Rousseff. "Lula tem uma memória seletiva inacreditável", afirmou. "Ele age como um cozinheiro que põe fogo na cozinha, se assusta e culpa os bombeiros pela bagunça." Branchieri condenou a política baseada no consumo e distribuição de renda, defendendo que o crescimento sustentável vem de investimentos de longo prazo. "Tomar dinheiro dos empresários e distribuir para os pobres não faz a economia crescer. No fim, todos ficarão pobres – talvez essa seja a meta do governo Lula", disse. O parlamentar finalizou acusando o presidente de populismo e irresponsabilidade. "Não precisamos de um Estado Robin Hood, mas de uma política econômica que estimule o crescimento da oferta." Segundo ele, sem um mercado de capitais forte, juros baixos e um ambiente favorável ao empreendedorismo, o Brasil continuará em dificuldades. + Leia mais notícias de em Oeste O post .
Brasil vive o retorno do ‘discurso do tio do churrasco’, diz Moraes, em aula magna na USP O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira, 24, que o Brasil está vivendo o retorno do "discurso do tio do churrasco", em referência a uma visão de mundo supostamente retrógrada. Ele proferiu a declaração na aula magna para calouros da Faculdade de Direito da , no salão nobre do Largo do São Francisco. Leia a reportagem Durante 45 minutos, o ministro falou sobre a "crise da democracia" e o suposto alinhamento das big techs com grupos de "extrema direita". Ele classificou esse fenômeno como “populismo digital” que busca uma “doutrinação em massa”. “Vejam que isso pega, principalmente, de início, homens brancos, heterossexuais, em torno de 45 anos para frente”, resumiu o ministro. “Esse discurso surgiu por uma revolta contra determinados momentos em que crises econômicas achataram o modo de vida de uma determinada parcela da população. Há pessoas que ficaram com rancor pela universalização de direitos e pela excessiva concentração de renda.” Alexandre de Moraes critica as big techs Moraes afirmou que grupos políticos extremistas exploram esse sentimento e que grandes empresas de tecnologia se aliam a eles por lucro. “As big techs não são neutras", afirmou. "Querem dominar a economia e a política mundial, ignorando fronteiras, soberanias e legislações.” Ele citou como exemplo o PL da Mordaça, retirado de pauta no Congresso depois de pressão de empresas como Google e Telegram. “Todas bombardearam as redes, dizendo que os parlamentares eram contra a democracia e a liberdade de expressão", disse. "Algoritmos fizeram chegar milhares de mensagens ameaçando e coagindo.” Leia também: O ministro também criticou a lógica das redes sociais, que, segundo ele, privilegiam supostos "discursos de ódio" para gerar engajamento e lucro. Moraes desativou recentemente seu perfil no X e brincou sobre o episódio: “Não posso nem sair do X que já me deduram”. Defesa da regulamentação das redes sociais A regulamentação das redes sociais é uma das bandeiras do ministro, que já determinou o bloqueio temporário de plataformas como X e Telegram por descumprirem exigências da legislação brasileira. A Rumble segue sob bloqueio. + Leia mais notícias de em Oeste Ao encerrar, defendeu a Constituição de 1988 e o papel das instituições na garantia da estabilidade democrática. “Com todas as chuvas e trovoadas, a Constituição resistiu a dois impeachments e a uma tentativa de golpe", sustentou Moraes. "Deve ser um anteparo a qualquer arroubo extremista." O post .
Agências dos EUA orientam funcionários a ignorar solicitação de Musk O Pentágono e outras agências federais dos <a href="http://revistaoeste.com/tag/estados-unidos" rel="nofollow">Estados Unidos</a> (EUA) rejeitaram o pedido de Elon Musk. O bilionário, que atua como assessor externo, solicitou que os funcionários esclarecessem as atividades realizadas em seus trabalhos. O risco anunciado era a perda do emprego. Essa decisão mostra uma tensão entre os representantes da administração de <a href="http://revistaoeste.com/tag/donald-trump" rel="nofollow">Donald Trump</a> e Musk. Ele promove uma campanha para reduzir a quantidade de servidores públicos. A medida provocou confusão e desconforto em diversas instituições governamentais. + Leia mais notícias de <a href="http://revistaoeste.com/tag/mundo" rel="nofollow">Mundo</a> em Oeste Em uma comunicação interna, os servidores receberam um e-mail do Escritório de Gestão de Pessoal dos Estados Unidos. A mensagem exigiu que cada colaborador enviasse um relatório detalhado sobre as tarefas realizadas na semana anterior. O prazo estipulou o envio até as 23h59 de segunda-feira. Os trabalhadores receberam orientações de seus superiores. Esses orientadores recomendaram que não respondessem de imediato à solicitação. Neste sábado, 22, os funcionários se depararam com essa exigência. O governo apresentou o pedido como uma forma de monitorar e controlar as atividades de sua equipe. Muitos colaboradores interpretaram a medida como uma interferência na autonomia profissional. Eles temeram que o ato pudesse resultar em sanções injustas. A situação aumentou a insegurança dentro das agências e provocou debates sobre os limites do controle administrativo. Neste domingo, 23, o Departamento de Defesa publicou uma nota oficial. A nota pedia ao pessoal que suspendesse qualquer resposta ao e-mail do Escritório de Gestão de Pessoal. A entidade ressaltou que a responsabilidade de avaliar o desempenho dos servidores pertence ao seu próprio sistema interno. A declaração circulou em uma publicação na rede social <a href="http://x.com" rel="nofollow">X</a>. "O Departamento de Defesa é responsável por revisar o desempenho de seu pessoal e realizará qualquer revisão de acordo com seus próprios procedimentos", escreveu a entidade no X. Os sindicatos dos EUA responderam ao caso Os sindicatos responderam com rapidez. A Federação Americana de Funcionários Governamentais, a maior entidade representativa do serviço público, comprometeu-se a contestar qualquer demissão que considerasse ilegal. Elon Musk, reconhecido como o homem mais rico do mundo e principal doador de Trump, recebeu a incumbência de cortar gastos e eliminar desperdícios no governo federal. Ele lidera o Departamento de Eficiência Governamental. Essa entidade enfrenta resistência em diversos setores e já recebeu sentenças judiciais conflitantes. O post .