Arrecadação federal recorde não passa de miragem, diz Estadão A arrecadação do governo federal teve aumento real de 9,62% no ano passado e atingiu o valor recorde de R$ 2,65 trilhões. O resultado “espetacular”, nas palavras do secretário da , Robinson Barreirinhas, não passa de uma miragem. É o que diz um editorial do jornal O Estado de S. Paulo publicado neste domingo, 2. + Leia mais notícias de em Oeste O comemorou o sucesso de iniciativas apresentadas no início do mandato e que geraram receita extra no ano passado. Foram R$ 13 bilhões decorrentes da taxação dos fundos exclusivos dos super-ricos e R$ 7,67 bilhões com a tributação sobre ganhos de fundos offshore, além de R$ 18,3 bilhões em ações de conformidade entre Fisco e contribuintes. A arrecadação federal cresceu quase 10% acima da inflação no ano passado. Ainda assim, mesmo com toda a maquiagem do Haddad, fechamos o ano no vermelho. Um feito e tanto: a SANHA por gastar dessa turma é realmente impressionante. https://t.co/nbxtQsgET4 — Marina Helena (@marinahelenabr) https://twitter.com/marinahelenabr/status/1884239831904969103?ref_src=twsrc%5Etfw O uso de créditos tributários para abater outros impostos, algo que vinha reduzindo a arrecadação federal há anos, caiu para R$ 236,85 bilhões em 2024, ante R$ 248 bilhões no ano anterior. O motivo foi o limite ao uso desses direitos, proposto pelo governo por meio de medida provisória e aprovado no depois do julgamento da chamada “tese do século”. “Em contrapartida, o retorno do voto de qualidade no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) gerou enorme frustração ao governo”, diz o Estadão. Quem esperava receber R$ 55 bilhões teve de se contentar com 0,5% do valor, ou R$ 307 milhões. O governo “reconheceu que a metodologia da Fazenda não se mostrou crível, o que exigirá um ajuste e tanto na projeção de receitas deste ano”, de R$ 28,5 bilhões. Assim, excluídos os fatores não recorrentes, a arrecadação aumentou 7,64% em termos reais no ano passado, o que ainda é um resultado muito positivo. Comparado o desempenho de dezembro ao do mesmo mês de 2023, a arrecadação subiu 7,78% em termos reais e resultou no melhor desempenho para o mês de toda a série histórica, iniciada em 1995. <a href="https://www.instagram.com/p/DE584lBRjYO/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> A grande questão, segundo o editorial, é que se o crescimento econômico ajudou as receitas, o problema é que ele veio acompanhado de inflação, que também aumenta a arrecadação. E nem mesmo esse desempenho foi suficiente para equilibrar as contas públicas. O Brasil encerrou 2024 com um déficit de R$ 43 bilhões. Excluídos os gastos com as enchentes no Rio Grande do Sul e o combate às queimadas nas regiões Norte e Centro-Oeste, o rombo cai a R$ 11 bilhões — dentro, portanto, da meta fiscal, que permitia um déficit de até R$ 28,8 bilhões. O resultado é uma evolução em relação ao enorme saldo negativo de R$ 228,5 bilhões registrado em 2023. Parte desse rombo se deve à antecipação de despesas, como o pagamento dos precatórios, represados durante o governo de Jair Bolsonaro, bem como à postergação de receitas que poderiam ter entrado antes no caixa do Tesouro.  Resumo da história: 1) O governo federal nunca taxou tanto. Até novembro do ano passado, a arrecadação de tributos federais cresceu 9% acima da inflação, mais que a economia e os salários. 2) Mas gasta ainda mais e não consegue fechar as contas. 3) A "solução"? Taxar mais. https://t.co/xmQi885ezD — Marina Helena (@marinahelenabr) “Em poucas palavras, o governo Lula da Silva fez a escolha de piorar o resultado de 2023 para melhorar o de 2024”, diz o Estadão.  Para 2025, arrecadação incerta e certeza de gastos Nada indica que o comportamento das receitas será positivo em 2025. O editorial aponta que fatores não recorrentes, como a taxação do estoque dos fundos exclusivos, não vão se repetir, e a projeção para o crescimento da economia deste ano é bem mais modesta que a do ano passado, o que tende a desacelerar a arrecadação.  O Congresso, ademais, já mostrou que a política de recuperação de receitas atingiu seu limite. Em contrapartida, as despesas têm tido um comportamento bem mais previsível. Elas crescem ano a ano, muitas delas acima da inflação, a despeito do arcabouço fiscal. Sobre elas pouco se fala, diz o Estadão. Depois da decepção causada pelo esvaziado pacote de corte de gastos no fim do ano passado, Lula da Silva deixou claro que novas medidas, a depender dele, não virão.  “Qualquer ajuste, se vier, somente em 2027; até lá, o governo empurrará o problema fiscal com a barriga.” O jornal aponta que o maior risco é que a perda de popularidade de Lula da Silva incentive medidas populistas que ampliem ainda mais as despesas e que impulsionem a trajetória da dívida bruta. “Não faltará no governo quem aposte que o recorde de arrecadação poderá se repetir infinitamente e quem veja nesse resultado a prova de que a política econômica do governo tem dado certo — ilusões que custarão caro ao país.” O post .
A crise de credibilidade de Lula Em reportagem publicada na da Revista Oeste, Adalberto Piotto traz um panorama dos episódios mais recentes do governo Lula e sua consequente perda de confiança e credibilidade perante a população.  Nas palavras do autor, o terceiro mandato do petista se tornou um meme ambulante de si mesmo. O descontrole fiscal, a sanha arrecadatória incessante e os sucessivos erros na comunicação tornaram o governo atual uma piada automática para os brasileiros.  Leia um trecho da reportagem sobre a sucessão de erros do governo Lula "Na economia, o descontrole fiscal que produz rombo atrás de rombo, sem um mero sinal de que o governo conseguirá gastar menos do que arrecada, não dá trégua. E os números oficiais são inquestionáveis. Dados da Receita Federal mostram que a arrecadação cresceu 9,62% no ano de 2024. A máquina arrecadatória de Taxadd, alcunha galhofeira do ministro da Fazenda, não decepcionou a burocracia estatal. Mas, quando o crescimento previsto do PIB para o ano é de 3,5%, chega-se à conclusão matemática de que o governo está asfixiando a população e o setor produtivo com sua sanha arrecadatória que não se basta. Porque evidencia também, de forma sintomática, que muito gasto público não melhora a vida da população e do país. Não por acaso, o poderoso chefão da política do governo, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, quando perguntado sobre a inflação em alta e o preço da laranja, recomendou que os brasileiros trocassem de fruta. Como? A laranja é a base da pirâmide do pomar, a mais barata e popular. Uma singela ida a uma feira pouparia o ministro do ridículo de ser confrontado com um fato que qualquer dona de casa sabe de antemão. E a sucessão de bobagens parece interminável. Logo após a crise do Pix, uma tragédia de comunicação e gestão que só um governo muito inábil e desconectado da realidade consegue criar, como é o de Lula 3, o mesmo ministro Fernando Haddad já reagira com sinais confessos de despotismo e autoritarismo. Disse, em tom de ameaça, que "desacreditar um instrumento de política pública é crime". A história bastaria para expor o escárnio, mas até o ChatGPT e a IA da Meta relacionaram a citação com regimes autoritários, como a Alemanha Nazista de Hitler, a ditadura soviética de Stalin e a atual Coreia do Norte. O governo que chama de nazistas e fascistas todos que apenas discordam dele foi relacionado ao nazismo numa simples consulta à inteligência natural dos livros de história contemporânea ou aos programas modernos de inteligência artificial." A reportagem está disponível a todos os mais de 100 mil assinantes da Revista Oeste. image Governo Lula acumula pior déficit da história nas estatais | Foto: Agência Brasil Gostou? Dê uma olhada no conteúdo abaixo. Revista Oeste A Edição 254 da Revista Oeste vai além do texto de Adalberto Piotto. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de J. R. Guzzo, Silvio Navarro, Cristyan Costa, Rodrigo Constantino, Alexandre Garcia, Carlo Cauti, Dagomir Marquezi, Roberto Motta, Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Eugenio Goussinsky, Flávio Gordon, Dagomir Marquezi, Frank Furedi, Anderson Scardoelli, Amanda Sampaio e Daniela Giorno. Startup de jornalismo on-line, a Revista Oeste está no ar desde março de 2020. Sem aceitar anúncios de órgãos públicos, o projeto é financiado diretamente por seus assinantes. Para fazer parte da comunidade que apoia a publicação digital que defende a liberdade e o liberalismo econômico, basta , escolher o plano e seguir os passos indicados. O post .
Trump ordena remoção de pronomes das assinaturas de e-mails oficiais dos EUA Funcionários de diversas agências federais dos Estados Unidos foram instruídos a remover os pronomes de suas assinaturas de e-mail até a tarde desta sexta-feira, 31. A medida alinha-se a duas ordens executivas assinadas pelo presidente Donald Trump que pretendem restringir iniciativas de "diversidade e equidade" no governo federal. As informações são da ABC News, que teve acesso a memorandos internos do governo. + Leia mais notícias de em Oeste No Centers for Disease Control and Prevention (CDC), funcionários receberam um aviso exigindo a remoção de “pronomes e qualquer outra informação não permitida na política” das assinaturas, até o final da tarde. Diretivas semelhantes chegaram aos Servidores do Departamento de Transportes e do Departamento de Energia. No Departamento de Transportes, a orientação ocorreu no mesmo dia em que a pasta lidava com os desdobramentos da queda de um avião próximo ao Aeroporto Nacional Ronald Reagan, em Washington. Fontes informaram à ABC News que a ordem se aplicava não apenas às assinaturas de e-mail, mas também a documentos como candidaturas a subsídios governamentais. Um memorando emitido na quarta-feira pelo Escritório de Gestão de Pessoal ordenou que as agências “revisem os sistemas de e-mail, como o Outlook, e desativem recursos que solicitam aos usuários que informem seus pronomes”. No Departamento de Energia, os funcionários foram informados de que a remoção dos pronomes atendia às exigências da ordem executiva de Trump. Esta determinava a eliminação da “linguagem DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão) no discurso, comunicações e publicações do governo federal”. Ainda não se sabe se outras agências receberam instruções semelhantes. Porta-vozes dos Departamentos de Transportes, Energia, Saúde e do CDC ainda não se pronunciaram sobre o assunto. Trump quer o fim de programas de 'diversidade e equidade' image Donald Trump pretende eliminar programas de diversidade e equidade da sua gestão |Foto: Reprodução/Freepick A determinação para remover pronomes das assinaturas de e-mail reflete a iniciativa do governo Trump de eliminar programas de diversidade e equidade no funcionalismo público. No primeiro dia de mandato, Trump assinou duas ordens executivas para encerrar o que sua administração chamou de “programas DEI radicais e desperdiçadores” e para restaurar a “verdade biológica no governo federal”. Ambas estavam em memorandos que chegaram às agências. Os documentos também incluíam instruções sobre como editar as assinaturas de e-mail. A decisão gerou insatisfação entre alguns funcionários. “Em mais de uma década no CDC, nunca me disseram o que posso ou não posso colocar na minha assinatura de e-mail”, afirmou um servidor público, que pediu anonimato por temer represálias. Leia também: O post .
Chuva intensa causa enchentes e deslizamentos de terra em cidades paulistas As chuvas intensas que atingiram o Estado de São Paulo, na madrugada deste sábado, 1º, causaram transtornos em diversas cidades, com enchentes e deslizamentos. A emitiu alertas severos para a capital paulista e municípios vizinhos. Em Guarujá, o alerta foi extremo, em virtude da gravidade da situação. + Leia mais notícias do em Oeste Cidades como Diadema, Santo André e São Bernardo, no ABC paulista, e Franco da Rocha, Caieiras e Guarulhos, na região metropolitana, foram fortemente afetadas. image Alagamento na cidade de Caieiras (SP) | Foto: Divulgação/Prefeitura de Caieiras No litoral, Guarujá enfrentou grandes problemas. Ao menos 14 moradores tiveram de ser levados aos abrigos da cidade. Outros 40 foram deslocados para casas de parentes e amigos, em razão do risco de enchentes e deslizamentos. O impacto das chuvas intensas na capital paulista Na capital, as chuvas intensas inundaram ruas. Além disso, . image Fenômeno meteorológico chega a São Paulo com chuvas persistentes e volumosas, o que tem elevado os riscos de alagamentos, enchentes e deslizamentos de terra | Foto Paulo Pinto/Agencia Brasil O Corpo de Bombeiros atendeu a 19 chamados para queda de árvores. A linha 7-rubi dos trens teve circulação interrompida entre as estações Francisco Morato e Botujuru, por causa da lama nos trilhos. ➡️ SP: chuva causa deslizamentos de terra, queda de árvores e alagamentos Municípios afetados pela chuva foram Guarujá, SP, Diadema, Mauá, São Caetano, Santo André, São Bernardo, Franco da Rocha e Francisco Morato Leia: — Metrópoles (@Metropoles) O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo registrou 17 pontos de alagamento na cidade, principalmente na Marginal Tietê. A Avenida Ordem e Progresso e a Rua Manuel Gaya, na zona norte, também alagou. A Enel, responsável pelo fornecimento de energia, relatou que 16 mil imóveis estão sem luz. Regiões mais afetadas O Jardim Pantanal, na zona leste de São Paulo, está novamente submerso. A área, situada na várzea do Rio Tietê, é frequentemente afetada quando o rio transborda. image 30/01/2025 - Chuva leve no final da tarde no Vale do Anhangabaú, centro de São Paulo | Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil O Jardim Helena, bairro vizinho, também está alagado. Desde a sexta-feira 31, os maiores acumulados de chuva no Estado foram registrados em cidades como Caieiras, com 138 mm; Ferraz de Vasconcelos, com 128 mm; e outros locais, como Itaquaquecetuba e Suzano, com valores acima de 100 mm. As autoridades monitoram a situação e prestam assistência, conforme necessário. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros atuam nas áreas afetadas. Maiores acumulados no Estado de São Paulo, desde a sexta-feira 31: Caieiras: 138 mm; Ferraz De Vasconcelos: 128 mm; Ferraz De Vasconcelos: 124 mm; Itaquaquecetuba: 117 mm; Caieiras: 107 mm; Suzano: 107 mm; Guarujá: 107 mm; Franco da Rocha: 105 mm; Guarujá: 103 mm; e São Paulo: 101 mm. Situação na capital paulista: ⁠três córregos extravasados; cinco córregos em estado de atenção para alagamentos; ⁠uma ocorrência de desabamento sem vítimas; e 19 quedas de árvores. O post .
Senado define a Mesa Diretora; veja nomes O Senado definiu, neste sábado, 1°, os nomes que vão compôr a Mesa Diretora pelos próximos dois anos. Essa estrutura é a responsável pela direção dos trabalhos legislativos Conforme as escolhas, os seguintes nomes ocuparão os respectivos cargos: Presidência do Senado: Davi Alcolumbre (União Brasil-AP); 1° vice-presidente: Eduardo Gomes (PL-TO); 2° vice-presidente: Humberto Costa (PT-PE); 1° secretário: Daniella Ribeiro (PSD-PB); 2° secretário: Confúcio Moura (MDB-RO); 3° secretário: Ana Paula Lobato (PDT-MA); 4° secretário: Laércio Oliveira (PP-SE). Suplentes: 1° suplente de secretário: Chico Rodrigues (PSB-RR); 2° suplente de secretário: Mecias de Jesus (Republicanos-RR); 3° suplente de secretário: Styvenson Valentim (PSDB-RN); 4° suplente de secretário: Soraya Thronicke (Podemos-MS). Funções dos cargos da Mesa Diretora do Senado image O recém-empossado presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) - 2/2/2019 | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil A seguir, as funções dos cargos: Presidente: convoca e preside as sessões da Casa e as sessões conjuntas do Congresso Nacional; dá posse aos senadores; representa os interesses do Senado e do país no Plenário; define as pautas das sessões; e decide questões de ordem; 1º e 2º vice-presidentes: substituem, nessa ordem, o presidente em situações de ausência ou impedimento; 1º secretário: responsável pela listagem dos resultados de votações; pela leitura de correspondências oficiais e documentos relativos às sessões; supervisiona as atividades administrativas da Casa; 2º secretário: lavra as atas das sessões secretas, as lê e assina e depois do 1º secretário; 3º e 4º secretários: fazem as chamadas dos senadores, contam votos e auxiliam o presidente na apuração das eleições; Suplentes: substituem os secretários em casos de ausência ou impedimento. Leia também: , artigo publicado na Edição 254 da Revista Oeste O post .
Deputado quer liberar a venda de remédios sem prescrição em supermercados; entenda Com o fim do recesso parlamentar, neste começo de fevereiro, a Câmara dos Deputados retomará as discussões sobre o . De autoria do deputado federal Efraim Filho (União-PB), o texto busca autorizar a venda de remédios isentos de prescrição médica em supermercados e similares. A proposta tem como objetivo facilitar o acesso da população a esses produtos e promover a redução de preços, o que aumenta a conveniência para os consumidores. No entanto, a medida provoca debates acalorados entre diferentes setores. + Leia mais notícias de em Oeste Entidades de saúde e farmácia expressaram preocupações sobre os riscos do consumo de medicamentos sem orientação adequada. Elas alertam para a possibilidade de banalização do uso desses produtos, o que pode acarretar problemas de saúde. O (CNS), por exemplo, manifestou-se contra a proposta. image 70% dos remédios consumidos são genéricos | Foto: Wikimedia Commons Débora Melecchi, coordenadora da Comissão Intersetorial de Ciência, Tecnologia e Assistência Farmacêutica do CNS, destacou os perigos potenciais da medida. "O projeto de lei representa um grave risco ao banalizar o uso de medicamentos sem a orientação necessária, colocando vidas em perigo e desconsiderando a importância do trabalho farmacêutico", afirmou a especialista, em reportagem publicada no site do governo federal. O ex-presidente da Anvisa, Cláudio Maierovich, também alertou sobre os riscos de consumo inadequado e destacou o risco de as pessoas estocarem medicamentos como produtos comuns. Associação defende a liberação de medicamentos em supermercados Em contrapartida, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) defende a liberação. A Abras afirma que a prática já é comum em países desenvolvidos, como Estados Unidos, Austrália, Reino Unido, Japão, Canadá e Suíça. Informa também que, em período anterior, quando essa venda foi permitida no Brasil, os preços dos medicamentos caíram aproximadamente 35%, segundo estudo da empresa de medição de dados Nielsen. A Abras rebate críticas da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que se opõe à iniciativa. Em nota, a Abras indagou: "As farmácias vendem remédios on-line e fazem entrega a domicílio. Por que os supermercados não poderiam vendê-los presencialmente?" A associação argumenta que permitir a venda nos supermercados poderia trazer benefícios econômicos e práticos para os consumidores. O futuro do projeto depende do parecer do relator na Comissão de Saúde da . Depois dessa etapa, a matéria poderá ser discutida em plenário. Leia mais: , reportagem de Dagomir Marquezi publicada na Edição 254 da Revista Oeste O post .
Alcolumbre fala em ‘posicionamento corajoso’ do Congresso perante o governo, o Judiciário, a mídia e o mercado O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), disse, neste sábado, 1°, que a Casa tem de trabalhar em prol do "povo". Concorreram contra ele Marcos Pontes (PL-SP), Soraya Thronicke (Podemos-MS), Marcos do Val (Podemos-ES) e Eduardo Girão (Novo-CE). "É nesse contexto que o Congresso Nacional deverá ser porta-voz do sentimento dos brasileiros que nos colocaram aqui", disse, "Pensar e agir no sentido de facilitar a vida do cidadão, dando mais oportunidades, mais liberdades, mais sonhos. Por vezes, isso nos exigirá um posicionamento corajoso perante o governo, o Judiciário, a mídia ou o mercado. Nem sempre agradaremos a todos." Ainda de acordo com Alcolumbre, o Senado "não vai se omitir nem vacilar para tomar as decisões que melhorem a vida das pessoas". "Antes de cada enfrentamento, cada votação sensível, uma pergunta deverá ecoar em nossas mentes: 'esse projeto ajuda ou atrapalha o povo? A vida do cidadão que represento será impactada positivamente por essa nova lei?'. É essa visão que quero convidá-los a partilhar comigo e meu trabalho diário será contribuir para o Congresso Nacional ser porta-voz desse sentimento." Leia também: , artigo publicado na Edição 254 da Revista Oeste O post .
O recado de Lula a Alcolumbre O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, emitiu uma nota poucos momentos depois de Davi Alcolumbre (União-AP) ter sido . A eleição ocorreu entre a manhã e início da tarde deste sábado, 1º de fevereiro. “Parabéns ao senador Davi Alcolumbre pelo novo mandato na Presidência do Senado e do Congresso Nacional”, escreveu Lula. “Um país cresce quando as instituições trabalham em harmonia.”  O petista ainda disse que quer caminhar junto ao Legislativo “na defesa da democracia e na construção de um Brasil mais desenvolvido e menos desigual, com oportunidades para todo o povo brasileiro”. Davi Alcolumbre foi eleito com 73 votos dos 81 parlamentares que compõem o Senado. Apesar do resultado expressivo, não se trata de um novo recorde: Mauro Benevides (MDB) e José Sarney (MDB) conseguiram 76 votos cada em 1991 e 2003, respectivamente. image O senador Davi Alcolumbre, eleito novo presidente do Senado Federal | Foto: Marcos Brandão/Senado Federal O post .
Neymar volta ao Brasil com patrimônio de R$ 6 bilhões Depois de 12 anos no exterior, Neymar voltou ao Santos, clube onde deu os primeiros passos da carreira. Durante a trajetória fora do Brasil, o jogador acumulou um impressionante patrimônio de US$ 1,1 bilhão, cerca de R$ 6 bilhões. + Leia mais notícias do em Oeste O montante foi alcançado por meio de salários robustos, como os quase R$ 90 milhões mensais que recebia no time saudita Al-Hilal, além de contratos de patrocínio e direitos de imagem. O patrimônio de Neymar Em 2024, Neymar se destacou como o terceiro jogador mais bem pago do mundo, com ganhos totais de US$ 110 milhões, cerca de R$ 665 milhões, de acordo com a revista Forbes.  Ele é o único brasileiro a figurar na lista dos 20 atletas mais ricos da história. Entre seus bens mais valiosos está um terreno em um condomínio de luxo em Mangaratiba (RJ), avaliado em R$ 28 milhões. A propriedade é equipada com pista de kart e quadras esportivas. <a href="https://admin.revistaoeste.com/?attachment_id=1862469" rel="nofollow">image </a>Vista aérea da mansão de Neymar em Mangaratiba, no Rio de Janeiro | Foto: Reprodução/Redes sociais <a href="https://admin.revistaoeste.com/?attachment_id=1862453" rel="nofollow">image </a>Pista de Kart do jogador | Foto: Reprodução/Redes sociais Bens de luxo e estilo de vida extravagante Além disso, Neymar possui uma cobertura luxuosa em (SC), conhecida como "Neyplex", que oferece uma vista de 360º e dispõe de uma piscina particular. image 'Neyplex', em Balneário Camboriú | Foto: Reprodução/Redes sociais Sua paixão por veículos de luxo é evidente, com uma coleção de carros avaliada em mais de R$ 20 milhões. Os automóveis do jogador incluem modelos como um Bentley Continental GT e uma Lamborghini Huracán STO. image Carros de luxo Neymar | Foto: Reprodução/Redes sociais Transporte aéreo e marítimo de alto padrão Para as viagens, Neymar utiliza um helicóptero BK-117 D2, avaliado em aproximadamente R$ 50 milhões, além de dois jatos particulares: um Falcon 900LX e um Cessna Citation Sovereign. <a href="https://admin.revistaoeste.com/?attachment_id=1862464" rel="nofollow">image </a>Helicoptero BK-117 D2, avaliado em aproximadamente R$ 50 milhões | Foto: Reprodução/Redes sociais <a href="https://admin.revistaoeste.com/?attachment_id=1862465" rel="nofollow">image </a>Jato particular de Neymar | Foto: Reprodução/Redes sociais Na garagem marítima, o jogador possui um iate Azimut 78, cujo valor é estimado em R$ 15 milhões. Neymar também investe em acessórios de luxo, como um brinco Cartier, avaliado em R$ 150 mil. <a href="https://admin.revistaoeste.com/?attachment_id=1862467" rel="nofollow">image </a>Iate Azimut 78, cujo valor é estimado em R$ 15 milhões | Foto: Reprodução/Redes sociais <a href="https://admin.revistaoeste.com/?attachment_id=1862468" rel="nofollow">image </a>Brinco Cartier avaliado em R$ 150 mil | Foto: Reprodução/Redes sociais O post .
‘Votos a mais em Van Hattem podem prejudicar o PL’, diz Sóstenes O ex-presidente Jair Bolsonaro convocou uma reunião com parlamentares do Partido Liberal (PL) para reforçar a decisão da sigla de apoiar a candidatura de Hugo Motta (Republicanos) à presidência da Câmara. A eleição ocorre neste sábado, 1º de fevereiro.  O encontro aconteceu com a candidatura de Marcel van Hattem (Novo-RS) à presidência. O atual 2º vice-presidente da Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) afirmou que os parlamentares garantiram o voto em Hugo Motta. + Questionado por Oeste sobre um possível aumento do número de votos em Marcel van Hattem, o 2º vice-presidente disse que isso poderia acarretar em problemas para o Partido Liberal dentro da Casa.  “Eu tenho certeza que pode nos prejudicar e eu já alertei isso ao Hugo”, declarou Sóstenes. “Falei, Hugo, nós estamos fazendo o nosso trabalho e espero que a nossa bancada corresponda com tudo que nós estamos fazendo, inclusive colocando o presidente Bolsonaro no jogo. Agora, eu não posso garantir, inclusive tive conversando com alguns outros colegas, de votos do PSD e União Brasil.” Já em relação a um número superior de votos no Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ), Sóstenes disse: “Aí é ótimo que prejudique o PT. Isso eu vou fazer a festa. Farei a festa. Todo prejuízo ao PT será festa pra mim”. “O PL não vai abrir mão do regimento” Sóstenes Cavalcante deve assumir a liderança do Partido Liberal na Câmara no lugar de Altineu Côrtes (RJ). O parlamentar declarou que vai cobrar que “o regimento seja cumprido” na Casa, “só isso, a proporcionalidade”. “A única coisa que eu falei, e repito, é de que, assim que assumirmos a liderança, a divisão das comissões, eu não abrirei mão de que o regimento seja cumprido na sua proporcionalidade”, afirmou. “Isso eu não abro mão, não tem negociação. Nós temos regimentalmente uma ordem de tamanho. O que eu quero reiterar é, esta ordem vai acontecer.” + Leia mais notícias de em Oeste O post .