Arrecadação federal recorde não passa de miragem, diz Estadão
A arrecadação do governo federal teve aumento real de 9,62% no ano passado e atingiu o valor recorde de R$ 2,65 trilhões. O resultado “espetacular”, nas palavras do secretário da
, Robinson Barreirinhas, não passa de uma miragem. É o que diz um editorial do jornal O Estado de S. Paulo publicado neste domingo, 2.
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comemorou o sucesso de iniciativas apresentadas no início do mandato e que geraram receita extra no ano passado. Foram R$ 13 bilhões decorrentes da taxação dos fundos exclusivos dos super-ricos e R$ 7,67 bilhões com a tributação sobre ganhos de fundos offshore, além de R$ 18,3 bilhões em ações de conformidade entre Fisco e contribuintes.
A arrecadação federal cresceu quase 10% acima da inflação no ano passado.
Ainda assim, mesmo com toda a maquiagem do Haddad, fechamos o ano no vermelho.
Um feito e tanto: a SANHA por gastar dessa turma é realmente impressionante. https://t.co/nbxtQsgET4
— Marina Helena (@marinahelenabr) https://twitter.com/marinahelenabr/status/1884239831904969103?ref_src=twsrc%5Etfw
O uso de créditos tributários para abater outros impostos, algo que vinha reduzindo a arrecadação federal há anos, caiu para R$ 236,85 bilhões em 2024, ante R$ 248 bilhões no ano anterior. O motivo foi o limite ao uso desses direitos, proposto pelo governo por meio de medida provisória e aprovado no
depois do julgamento da chamada “tese do século”.
“Em contrapartida, o retorno do voto de qualidade no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) gerou enorme frustração ao governo”, diz o Estadão. Quem esperava receber R$ 55 bilhões teve de se contentar com 0,5% do valor, ou R$ 307 milhões. O governo “reconheceu que a metodologia da Fazenda não se mostrou crível, o que exigirá um ajuste e tanto na projeção de receitas deste ano”, de R$ 28,5 bilhões.
Assim, excluídos os fatores não recorrentes, a arrecadação aumentou 7,64% em termos reais no ano passado, o que ainda é um resultado muito positivo. Comparado o desempenho de dezembro ao do mesmo mês de 2023, a arrecadação subiu 7,78% em termos reais e resultou no melhor desempenho para o mês de toda a série histórica, iniciada em 1995.
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A grande questão, segundo o editorial, é que se o crescimento econômico ajudou as receitas, o problema é que ele veio acompanhado de inflação, que também aumenta a arrecadação. E nem mesmo esse desempenho foi suficiente para equilibrar as contas públicas.
O Brasil encerrou 2024 com um déficit de R$ 43 bilhões. Excluídos os gastos com as enchentes no Rio Grande do Sul e o combate às queimadas nas regiões Norte e Centro-Oeste, o rombo cai a R$ 11 bilhões — dentro, portanto, da meta fiscal, que permitia um déficit de até R$ 28,8 bilhões.
O resultado é uma evolução em relação ao enorme saldo negativo de R$ 228,5 bilhões registrado em 2023. Parte desse rombo se deve à antecipação de despesas, como o pagamento dos precatórios, represados durante o governo de Jair Bolsonaro, bem como à postergação de receitas que poderiam ter entrado antes no caixa do Tesouro.
Resumo da história:
1) O governo federal nunca taxou tanto. Até novembro do ano passado, a arrecadação de tributos federais cresceu 9% acima da inflação, mais que a economia e os salários.
2) Mas gasta ainda mais e não consegue fechar as contas.
3) A "solução"? Taxar mais. https://t.co/xmQi885ezD
— Marina Helena (@marinahelenabr)
“Em poucas palavras, o governo Lula da Silva fez a escolha de piorar o resultado de 2023 para melhorar o de 2024”, diz o Estadão.
Para 2025, arrecadação incerta e certeza de gastos
Nada indica que o comportamento das receitas será positivo em 2025. O editorial aponta que fatores não recorrentes, como a taxação do estoque dos fundos exclusivos, não vão se repetir, e a projeção para o crescimento da economia deste ano é bem mais modesta que a do ano passado, o que tende a desacelerar a arrecadação.
O Congresso, ademais, já mostrou que a política de recuperação de receitas atingiu seu limite.
Em contrapartida, as despesas têm tido um comportamento bem mais previsível. Elas crescem ano a ano, muitas delas acima da inflação, a despeito do arcabouço fiscal. Sobre elas pouco se fala, diz o Estadão. Depois da decepção causada pelo esvaziado pacote de corte de gastos no fim do ano passado, Lula da Silva deixou claro que novas medidas, a depender dele, não virão.
“Qualquer ajuste, se vier, somente em 2027; até lá, o governo empurrará o problema fiscal com a barriga.”
O jornal aponta que o maior risco é que a perda de popularidade de Lula da Silva incentive medidas populistas que ampliem ainda mais as despesas e que impulsionem a trajetória da dívida bruta. “Não faltará no governo quem aposte que o recorde de arrecadação poderá se repetir infinitamente e quem veja nesse resultado a prova de que a política econômica do governo tem dado certo — ilusões que custarão caro ao país.”
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Arrecadação federal recorde não passa de miragem, diz o Estadão
Governo Lula acumula pior déficit da história nas estatais | Foto: Agência Brasil
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Donald Trump pretende eliminar programas de diversidade e equidade da sua gestão |Foto: Reprodução/Freepick
A determinação para remover pronomes das assinaturas de e-mail reflete a iniciativa do governo Trump de eliminar programas de diversidade e equidade no funcionalismo público.
No primeiro dia de mandato, Trump assinou duas ordens executivas para encerrar o que sua administração chamou de “programas DEI radicais e desperdiçadores” e para restaurar a “verdade biológica no governo federal”. Ambas estavam em memorandos que chegaram às agências. Os documentos também incluíam instruções sobre como editar as assinaturas de e-mail.
A decisão gerou insatisfação entre alguns funcionários. “Em mais de uma década no CDC, nunca me disseram o que posso ou não posso colocar na minha assinatura de e-mail”, afirmou um servidor público, que pediu anonimato por temer represálias.
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Alagamento na cidade de Caieiras (SP) | Foto: Divulgação/Prefeitura de Caieiras
No litoral, Guarujá enfrentou grandes problemas. Ao menos 14 moradores tiveram de ser levados aos abrigos da cidade. Outros 40 foram deslocados para casas de parentes e amigos, em razão do risco de enchentes e deslizamentos.
O impacto das chuvas intensas na capital paulista
Na capital, as chuvas intensas inundaram ruas. Além disso,
Fenômeno meteorológico chega a São Paulo com chuvas persistentes e volumosas, o que tem elevado os riscos de alagamentos, enchentes e deslizamentos de terra | Foto Paulo Pinto/Agencia Brasil
O Corpo de Bombeiros atendeu a 19 chamados para queda de árvores. A linha 7-rubi dos trens teve circulação interrompida entre as estações Francisco Morato e Botujuru, por causa da lama nos trilhos.
➡️ SP: chuva causa deslizamentos de terra, queda de árvores e alagamentos
Municípios afetados pela chuva foram Guarujá, SP, Diadema, Mauá, São Caetano, Santo André, São Bernardo, Franco da Rocha e Francisco Morato
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30/01/2025 - Chuva leve no final da tarde no Vale do Anhangabaú, centro de São Paulo | Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
O Jardim Helena, bairro vizinho, também está alagado. Desde a sexta-feira 31, os maiores acumulados de chuva no Estado foram registrados em cidades como Caieiras, com 138 mm; Ferraz de Vasconcelos, com 128 mm; e outros locais, como Itaquaquecetuba e Suzano, com valores acima de 100 mm.
As autoridades monitoram a situação e prestam assistência, conforme necessário. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros atuam nas áreas afetadas.
Maiores acumulados no Estado de São Paulo, desde a sexta-feira 31:
Caieiras: 138 mm;
Ferraz De Vasconcelos: 128 mm;
Ferraz De Vasconcelos: 124 mm;
Itaquaquecetuba: 117 mm;
Caieiras: 107 mm;
Suzano: 107 mm;
Guarujá: 107 mm;
Franco da Rocha: 105 mm;
Guarujá: 103 mm; e
São Paulo: 101 mm.
Situação na capital paulista:
três córregos extravasados;
cinco córregos em estado de atenção para alagamentos;
uma ocorrência de desabamento sem vítimas; e
19 quedas de árvores.
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O recém-empossado presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) - 2/2/2019 | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
A seguir, as funções dos cargos:
Presidente: convoca e preside as sessões da Casa e as sessões conjuntas do Congresso Nacional; dá posse aos senadores; representa os interesses do Senado e do país no Plenário; define as pautas das sessões; e decide questões de ordem;
1º e 2º vice-presidentes: substituem, nessa ordem, o presidente em situações de ausência ou impedimento;
1º secretário: responsável pela listagem dos resultados de votações; pela leitura de correspondências oficiais e documentos relativos às sessões; supervisiona as atividades administrativas da Casa;
2º secretário: lavra as atas das sessões secretas, as lê e assina e depois do 1º secretário;
3º e 4º secretários: fazem as chamadas dos senadores, contam votos e auxiliam o presidente na apuração das eleições;
Suplentes: substituem os secretários em casos de ausência ou impedimento.
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70% dos remédios consumidos são genéricos | Foto: Wikimedia Commons
Débora Melecchi, coordenadora da Comissão Intersetorial de Ciência, Tecnologia e Assistência Farmacêutica do CNS, destacou os perigos potenciais da medida. "O projeto de lei representa um grave risco ao banalizar o uso de medicamentos sem a orientação necessária, colocando vidas em perigo e desconsiderando a importância do trabalho farmacêutico", afirmou a especialista, em reportagem publicada no site do governo federal.
O ex-presidente da Anvisa, Cláudio Maierovich, também alertou sobre os riscos de consumo inadequado e destacou o risco de as pessoas estocarem medicamentos como produtos comuns.
Associação defende a liberação de medicamentos em supermercados
Em contrapartida, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) defende a liberação. A Abras afirma que a prática já é comum em países desenvolvidos, como Estados Unidos, Austrália, Reino Unido, Japão, Canadá e Suíça. Informa também que, em período anterior, quando essa venda foi permitida no Brasil, os preços dos medicamentos caíram aproximadamente 35%, segundo estudo da empresa de medição de dados Nielsen.
A Abras rebate críticas da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que se opõe à iniciativa. Em nota, a Abras indagou: "As farmácias vendem remédios on-line e fazem entrega a domicílio. Por que os supermercados não poderiam vendê-los presencialmente?" A associação argumenta que permitir a venda nos supermercados poderia trazer benefícios econômicos e práticos para os consumidores.
O futuro do projeto depende do parecer do relator na Comissão de Saúde da
O senador Davi Alcolumbre, eleito novo presidente do Senado Federal | Foto: Marcos Brandão/Senado Federal
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</a>Vista aérea da mansão de Neymar em Mangaratiba, no Rio de Janeiro | Foto: Reprodução/Redes sociais
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</a>Pista de Kart do jogador | Foto: Reprodução/Redes sociais
Bens de luxo e estilo de vida extravagante
Além disso, Neymar possui uma cobertura luxuosa em 
'Neyplex', em Balneário Camboriú | Foto: Reprodução/Redes sociais
Sua paixão por veículos de luxo é evidente, com uma coleção de carros avaliada em mais de R$ 20 milhões. Os automóveis do jogador incluem modelos como um Bentley Continental GT e uma Lamborghini Huracán STO.
Carros de luxo Neymar | Foto: Reprodução/Redes sociais
Transporte aéreo e marítimo de alto padrão
Para as viagens, Neymar utiliza um helicóptero BK-117 D2, avaliado em aproximadamente R$ 50 milhões, além de dois jatos particulares: um Falcon 900LX e um Cessna Citation Sovereign.
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</a>Helicoptero BK-117 D2, avaliado em aproximadamente R$ 50 milhões | Foto: Reprodução/Redes sociais
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</a>Jato particular de Neymar | Foto: Reprodução/Redes sociais
Na garagem marítima, o jogador possui um iate Azimut 78, cujo valor é estimado em R$ 15 milhões. Neymar também investe em acessórios de luxo, como um brinco Cartier, avaliado em R$ 150 mil.
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</a>Iate Azimut 78, cujo valor é estimado em R$ 15 milhões | Foto: Reprodução/Redes sociais
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</a>Brinco Cartier avaliado em R$ 150 mil | Foto: Reprodução/Redes sociais
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