Governo Lula prepara projeto de lei para remover conteúdo de redes sociais Depois de apoiar ostensivamente o Projeto de Lei 2.630/2020, praticamente enterrado na Câmara dos Deputados, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva prepara um novo texto, com vistas a regular as redes sociais e retirar do ar conteúdos que considere como "desinformação". Segundo a Folha de S.Paulo, a proposta pretende estabelecer responsabilidade das empresas pelo conteúdo publicado por seus usuários. O objetivo é combater "discursos de ódio" e a "disseminação de desinformação". A nova proposta vem depois de o governo Lula ter revogado uma portaria de fiscalização de transações pelo Pix com valores acima de R$ 5 mil, alegando que houve "desinformação" e "fake news" em torno do tema. Em reação ao novo PL, o líder da oposição na Câmara, Luciano Zucco (PL-RS) disse que os oposicionistas https://revistaoeste.com/politica/zucco-nao-permitiremos-que-a-regulacao-das-redes-sociais-avance/ . + Leia mais notícias de   em Oeste Um vídeo do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) viralizou — com mais de 3 milhões de visualizações. Ele explicava que embora não houvesse taxação das transações em Pix, isso acarretaria o cruzamento de informações e cobrança de imposto, o que poderia prejudicar principalmente autônomos e pequenos comerciantes. Uma "promessa" de "regulamentação" das redes foi feita pelo novo ministro-chefe da Secretaria Especial de Comunicação, Sidônio Palmeira. Ao tomar posse, em 14 de janeiro, ele disse que "o PL das Fake News "vai andar", sugerindo que o governo dará um encaminhamento para o tema. Ele disse que se reuniria com deputados para tratar do tema. Hoje, a legislação sobre o tema — o Marco Civil da Internet, de 2014 — prevê que as plataformas só podem ser responsabilizadas se não retirarem conteúdo indevido depois de ordem judicial. Além disso, a lei, assim como a Constituição Federal, proíbe a censura e impede a retirada de perfis inteiros do ar. Apenas postagens reconhecidas pela Justiça como ilegais podem ser retiradas. A Folha não detalha como será o projeto, mas afirma que o texto sugere que plataformas adotem um "dever de precaução", inspirado no modelo europeu de "dever de cuidado", para remover conteúdo ilegal sem a necessidade de decisão judicial. Caberá ao governo fiscalizar se as regras estão sendo cumpridas pelas plataformas. "Desinformação sobre políticas públicas" Segundo o jornal, a proposta também obriga plataformas a agirem contra postagens que contenham "desinformação sobre políticas públicas", reagindo a notificações extrajudiciais e combatendo a disseminação em massa desse conteúdo. A definição de "desinformação" é um ponto controverso, com críticos temendo que isso possa silenciar dissidências. + Pix: jornalista cita Nikolas e diz que é crime 'atacar e desacreditar medidas públicas' A Folha também informa o Ministério da Justiça é o autor do texto prévio do projeto e que o esboço já foi apresentado a um grupo de trabalho que inclui a Casa Civil, Advocacia-Geral da União (AGU), Controladoria-Geral da União (CGU), Ministério da Fazenda e Secom. Ainda há divergências sobre o conteúdo e o caminho político do projeto. Os próximos passos do projeto para remover conteúdo da redes sociais O governo decidirá se apresentará a proposta ao Congresso ou se integrará ideias a projetos de oposição, como o texto do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM). A decisão também dependerá do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Marco Civil da Internet, que vai decidir a responsabilidade das big techs por publicações de terceiros. O governo também discute regras específicas para períodos eleitorais. O post https://revistaoeste.com/politica/governo-lula-prepara-projeto-de-lei-para-remover-conteudo-de-redes-sociais/ . https://revistaoeste.com/politica/governo-lula-prepara-projeto-de-lei-para-remover-conteudo-de-redes-sociais/
Mais de 90 deputados assinam pedido de impeachment de Lula O pedido de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apresentado pelo deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) no Congresso Nacional, já conta com o apoio de 93 parlamentares.  A ação de impeachment de Lula é motivada pela violação das normas de responsabilidade fiscal. O governo petista realizou, sem a devida aprovação do Congresso Nacional, o pagamento de R$ 3 bilhões a estudantes do ensino médio pelo programa Pé-de-Meia. + Leia mais notícias de https://revistaoeste.com/politica/ em Oeste O programa Pé-de-Meia, criado para combater a evasão escolar, oferece um auxílio de R$ 200 a estudantes de baixa renda. Os pagamentos começaram em março de 2024, mas a legislação que regula o programa determina que o governo federal inclua anualmente o valor destinado ao benefício na Lei Orçamentária Anual (LOA), submetendo-o à aprovação do Congresso. Na semana passada, o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu bloquear os recursos destinados ao programa. Para Rodolfo Nogueira, a determinação da Corte de Contas comprova as irregularidades na gestão presidencial. “A decisão do TCU reforça que Lula cometeu crime de responsabilidade e tem que ser afastado do cargo”, afirmou. “Temos fundamento jurídico, apoio popular e vontade política para que o presidente da Câmara dê andamento ao pedido de impeachment de Lula. No Congresso, trabalharemos arduamente para que o impeachment saia do papel o mais rápido possível. Lula precisa ser afastado urgentemente.” image Deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) articula o pedido de impeachment de Lula | Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados Para Rodolfo Nogueira, “o Executivo tem usurpado as prerrogativas do Legislativo ao efetuar despesas sem o devido controle e transparência, ignorando as deliberações do Congresso”.  “Este é um exemplo claro de como o governo Lula age à margem da legalidade, colocando em risco o equilíbrio entre os Poderes”, acrescentou o parlamentar de oposição. Deputados assinam pedido de impeachment de Lula Até às 12h deste domingo, 26, a ação contra Lula teve 93 deputados federais como co-autores. O pedido de impeachment de Rodolfo Nogueira foi articulado na semana passada. Eis os deputados que assinaram o documento: Adilsin Barroso Alberto Fraga André Fernandes Any Ortiz Bia Kicis Bibo Nunes Capitão Alberto Neto Capitão Alden Carla Zambelli Carol De Toni Carlos Jordy Cel. Chrisóstomo Clarissa Tércio Coronel Assis Coronel Fernanda Coronel Meira Coronel Ulysses Cristiane Lopes Daniel Agrobom Daniel Trzeciak Daniela Reinehr Dayany Bittencourt Delegado Caveira Delegado Éder Mauro Delegado Fabio Costa Delegado Palumbo Delegado Paulo Bilynskyj Domingos Sávio Dr Jaziel Dr. Frederico Dr. Luiz Ovando Dra. Mayra Pinheiro Eduardo Bolsonaro Eros Biondini Evair Vieira de Melo Felipe Francischini Filipe Barros Filipe Martins Fernando Rodolfo Franciane Bayer Gen Pazuello General Girão Geovania de Sá Gilberto Silva Gilvan da Federal Giovani Cherini Gustavo Gayer Helio Lopes José Medeiros Júlia Zanatta Junio Amaral Kim Kataguiri Luiz Lima Luiz Philippe de Orleans e Bragança Magda Mofatto Marcel van Hattem Marcelo Álvaro Antônio Marcelo Moraes Marcos Pollon Mario Frias Mauricio Marcon Maurício Souza Messias Donato Nelson Barbudo Nelsinho Padovani Nikolas Ferreira Passarinho Pastor Diniz Pastor Eurico Paulinho Freire Pedro Westphalen Pezenti Pr. Marco Feliciano Ramagem Roberto Duarte Rodrigo da Zaeli Rodrigo Estacho Rodrigo Valadares Rodolfo Nogueira Rosana Valle Rosangela Moro Sanderson Sargento Fahur Sargento Gonçalves Silvia Cristina Silvia Waiãpi Sóstenes Cavalcante Thiago Flores Zacharias Kalil Zé Trovão Zé Vitor Zucco O post .
Direito ao esquecimento: Globo indeniza ex-BBB rejeitada pelo público Aline Cristina da Silva, ex-participante do , recebeu uma indenização de R$ 23 mil da Rede Globo em outubro do ano passado. A decisão judicial decorreu de um processo iniciado pela ex-BBB em 2016, no qual ela reivindicava o "direito ao esquecimento". + Leia mais notícias de em Oeste O caso teve início depois de uma matéria do extinto site Ego, pertencente ao grupo Globo. A reportagem relembrava sua eliminação com 95% dos votos em um paredão contra Grazi Massafera na quinta edição do Big Brother Brasil. Decisão judicial e pagamento da indenização De acordo com documentos judiciais, depois de ser solicitada a execução da sentença, a Globo efetuou o pagamento. O processo, que tramitava no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), está em fase de arquivamento depois do cumprimento. image De acordo com documentos judiciais, depois de ser solicitada a execução da sentença, a Globo efetuou o pagamento a Aline | Foto: Reprodução/TV Globo Aline afirmou que a reportagem de 2016 trouxe problemas à sua vida pessoal. Ela, então, defendeu seu direito de não ser lembrada pelo episódio que a tornou a participante anônima mais rejeitada do reality show. Impacto no pós-BBB e defesa da Globo Durante sua participação no BBB, Aline foi apelidada de "Aline X-9" em razão de um incidente em que ouviu uma conversa escondida e repassou informações a outro grupo na casa. Essa atitude foi vista como desonesta pelo público, o que aumentou sua rejeição. image O caso teve início depois de uma matéria do extinto site Ego, pertencente ao grupo Globo. A reportagem relembrava sua eliminação com 95% dos votos em um paredão contra Grazi Massafera na quinta edição do Big Brother Brasil | Foto: Reprodução/TV Globo Depois do programa, ela enfrentou ameaças e mudou de cidade para tentar preservar seu anonimato e segurança. Em sua defesa, a Globo alegou que a notícia tinha um caráter meramente informativo, sem conotações pejorativas. Argumentos da Globo A empresa ainda argumentou que a matéria relatava a eliminação de Aline com 95% dos votos, um "fato público e verdadeiro". Além disso, mencionou que Aline vive e trabalha em São Paulo, também um dado público, sem juízo negativo de valor. No entanto, a Justiça de São Paulo rejeitou a defesa da Globo e manteve a condenação em duas instâncias. Até hoje, Aline continua sendo a anônima mais rejeitada no programa, superada apenas por Viih Tube, Nego Di e Karol Conká, famosos do BBB 21. O post .
Brasil teme epidemia do Fentanil, superdroga que está na mira de Trump nos EUA O retorno de https://revistaoeste.com/mundo/trump-promete-ordens-contra-diversidade-e-reconhecer-apenas-2-sexos/ , como o fentanil. Essa droga, conforme o governo norte-americano, mata todos os anos cerca de 70 mil pessoas nos EUA. Em novembro de 2024, logo depois de vencer as eleições, Trump prometeu novas sanções à China em razão de o país asiático ser, supostamente, responsável por um exponencial aumento do consumo da droga nos EUA. A China é o principal fornecedor de insumos que especialistas também classificam de precursores na produção do fentanil.  Fentanil: epidemia é questão de tempo no Brasil  O alerta não vem apenas do presidente republicano. A Drug Enforcement Administration (DEA) - área que atua na administração da repressão às Drogas - afirma que a China é "a principal fonte de todas as substâncias que têm relação com o fentanil e entram ilegalmente nos Estados Unidos". Os chineses, por sua vez, rebatem a acusação. No Brasil, os números que refletem o volume de consumo da droga ainda não indicam uma epidemia, mas as autoridades em saúde e segurança admitem a existência de um estado de atenção permanente nos últimos anos. Especialistas acreditam ser uma questão de tempo o alastramento do opioide.  O que explica essa tendência é o fato de o fentanil ser mais barato do que outras drogas, como a cocaína. A substância tem ainda alto poder de dependência. No Brasil, investigações mostram que as pessoas usam esse tipo de opioide principalmente para "batizar" e potencializar o efeito de outros entorpecentes. O fentanil é parte, por exemplo, das substâncias com as quais criminosos aplicam o golpe “boa noite cinderela”, em que anestesiam as suas vítimas. O fentanil tem forma líquida injetável, mas pode ser usado como adesivo na pele, em pó, em comprimidos, sprays nasais e colírios. Especialistas alertam que no Brasil as forças de segurança precisam ser constantemente capacitadas para identificar todas essas formas e presença da droga. O Ministério da Justiça e Segurança Pública disse que vai intensificar essas capacitações a partir deste ano. + Leia mais notícias de https://revistaoeste.com/brasil/ na Oeste O post https://revistaoeste.com/brasil/brasil-teme-epidemia-do-fentanil-superdroga-que-esta-na-mira-de-trump-nos-eua/ . https://revistaoeste.com/brasil/brasil-teme-epidemia-do-fentanil-superdroga-que-esta-na-mira-de-trump-nos-eua/
Lula, Janja e membros do governo se calam diante de críticas à falta de mulheres no Judiciário O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira-dama Janja da Silva e ministros de governo não responderam às . Ao jornal O Globo, Maria Elizabeth afirmou que Lula "não está cumprindo promessas" e tem desapontado a magistratura feminina por não aumentar a representatividade de mulheres no Judiciário. + Leia mais notícias de   em Oeste Indicada ao STM por Lula em 2006, Maria Elizabeth descreveu como "extremamente frustrante, triste e decepcionante" a preferência do presidente por nomear homens para cargos judiciais em seu terceiro mandato. Ela destacou que "a magistratura feminina toda se pronuncia nesse sentido e está ressentida". Expectativas sobre indicação de Lula para o STJ Atualmente, há duas vagas abertas no Superior Tribunal de Justiça (STJ) depois da aposentadoria das ministras Laurita Vaz e Assusete Magalhães. No ano passado, foram enviadas listas tríplices ao Palácio do Planalto, contendo três homens e três mulheres, refletindo os esforços do presidente do STJ, Herman Benjamin, e da ala feminina da Corte para garantir a presença delas nas indicações. + "Vamos ver como será agora com as próximas indicações para o STJ", comentou a ministra em entrevista à coluna de Malu Gaspar. "Tudo que se comenta é que serão homens, mas tomara que ele nos surpreenda". Apesar desse equilíbrio, nos bastidores, os homens são apontados como favoritos para preencher as vagas, segundo a jornalista. A ministra Maria Elizabeth também considerou "inconcebível" que apenas uma mulher, a ministra Cármen Lúcia, integre atualmente a Suprema Corte. Atualmente, o STJ conta com cinco mulheres. São elas: Maria Thereza de Assis Moura; Regina Helena; Nancy Andrighi; Daniela Teixeira; e Isabel Gallotti. Reações e tentativas de contato Depois das declarações de Maria Elizabeth Rocha, O Globo tentou contato com Lula, Janja e os ministérios envolvidos na seleção dos candidatos – a Casa Civil, a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Ministério da Justiça –, mas ninguém quis se manifestar. O Ministério das Mulheres, que defende a "igualdade de gênero", também foi procurado, mas não comentou. Leia também: https://revistaoeste.com/politica/especialista-explica-por-que-as-mulheres-se-decepcionaram-com-lula/ O post https://revistaoeste.com/politica/lula-janja-e-membros-do-governo-se-calam-diante-de-criticas-a-falta-de-mulheres-no-judiciario/ . https://revistaoeste.com/politica/lula-janja-e-membros-do-governo-se-calam-diante-de-criticas-a-falta-de-mulheres-no-judiciario/