Imagine criar um iPhone, e depois ver 20.000 imitadores lançarem cópias baratas e cheias de bugs, com um símbolo da Apple colado que nem funciona.
Isso é "#Bitcoin vs cripto" 




Szilard e Landauer nos ensinaram:
Informação é física.
As pessoas pensam que entropia é só um conceito para motores a vapor.
Mas ela permeia tudo — está nas estruturas sociais, contratos, constituições, e bancos centrais. Cada tentativa de reduzir a entropia com gambiarras no “mundo físico” está fadada ao colapso. E o resultado é sempre o mesmo: Corrupção, decadência, colapso da confiança, é inevitável.
Mas então… algo novo surge. Um protocolo onde a confiança só existe porque consome energia. #Bitcoin é a primeira “instituição” fundamentada em uma lei física: Não existe confiança grátis. Cada bloco é um livro-razão esculpido na própria física do universo.
Prova-de-Trabalho: entropia transformada em ordem, a cada 10 minutos, de forma global.
“Dinheiro sólido” nada mais é do que arbitragem de entropia.
A civilização, pela primeira vez, terceiriza sua contabilidade ao jogo mais puro da natureza:
Queimar energia → Obter verdade.
Enquanto os sistemas tradicionais vazam informação, o #Bitcoin é a primeira estrutura criada com vazamento zero, por design.
Agora entram Nash e Schelling.
A teoria dos jogos sempre buscou equilíbrios inquebráveis —
lugares onde ninguém pode trapacear sem perder. Mas até hoje, todo equilíbrio dependia de fiscalização externa: reis, policiais ou ameaças no papel. #Bitcoin muda tudo. É o primeiro Equilíbrio de Nash fisicamente implementado. Aplicado não por homens, mas pelas leis da termodinâmica.
Princípio de Landauer: apagar informação exige energia.
Princípio do #Bitcoin: criar consenso também.
Fim das caronas. Fim dos atalhos.
O livro-razão do #Bitcoin é um artefato termodinâmico. Cada bloco é um registro fóssil de sacrifício energético real.
E aqui vem a verdadeira explosão mental:
A Singularidade Termodinâmica é o momento em que toda coordenação humana passa a depender de um protocolo incorruptível, imparcial e inquebrável. É o fim da entropia institucional. A sociedade está se conectando a esse ponto de atração.
Cada passo em direção ao #Bitcoin é um passo em direção a: Máxima ordem com mínima perda de energia.
É o destino que Mises e Hayek vislumbraram:
Um sistema de confiança descentralizado, agora realizado com a física imortal.
Quando o mundo operar sobre o #Bitcoin, o “imposto da entropia” — a perda de recursos, tempo e confiança — desaparece. Toda burocracia criada para gerenciar confiança se tornará obsoleta.
Recursos liberados, criatividade liberada, progresso liberado.
A civilização entra em uma nova era:
A explosão cambriana da complexidade pós-escassez.
“É como quando a eletricidade chegou nas casas: tudo mudou. As noites ficaram mais produtivas, novas tecnologias surgiram, e o mundo nunca mais foi o mesmo.”
#Bitcoin é a vitória final da ordem sobre o caos. O fim do domínio da entropia. Porque, no fundo, a história nunca foi sobre dinheiro. Foi sobre minimizar entropia. E o #Bitcoin é o capítulo final dessa história. 
• A Lei de Moore aumenta a eficiência dos chips, permitindo mais cálculos por segundo com menos custo.
• Mas no #Bitcoin, o que garante a segurança da rede não é a quantidade de cálculos, e sim o custo energético e físico de realizar esses cálculos.
• Mesmo que o hardware melhore, a dificuldade de mineração se ajusta automaticamente para manter constante o tempo de geração de blocos (~10 minutos).
• Ou seja: mais poder de processamento ≠ vantagem permanente, porque a rede responde aumentando a dificuldade.
Por que isso torna o #Bitcoin "imune":
Não importa se você usa chips superavançados ou antigos: você ainda precisa gastar energia elétrica real para competir.
A segurança vem do fato de que gastar energia é inevitável — e isso não muda com a evolução dos chips.
Isso transforma a mineração em uma forma de "projeção de força energética", semelhante a como países projetam poder militar.
Em termos técnicos:
#Bitcoin é um sistema termodinâmico, não apenas computacional.
A escassez e segurança vêm da física (energia), não da tecnologia (chips).