🧠 TESTE DE INTELIGÊNCIA FINANCEIRA: Vamos aos fatos, sem filtro: A dívida dos EUA ultrapassa 130% do PIB. Títulos municipais são garantidos por cidades em que o único setor em crescimento é o "saque do comércio por zumbis dopados". A maioria das empresas emissoras de títulos corporativos são zumbis financeiras — sobrevivendo de manobras contábeis, sem geração real de caixa. Agora, uma conta simples e brutal: Por que alguém com responsabilidade fiduciária investiria num título que rende 4,2% ao ano, enquanto a base monetária cresce 6% anualmente, e seu poder de compra é corroído silenciosamente pela inflação real? #Bitcoin não paga rendimento. Porque ele não implora. Ele exige. Não dilui. Não dá calote. Não atrasa. Ele domina. A estrutura STRF de Saylor é uma das armas mais potentes já lançadas contra a ortodoxia fiduciária. 8,5 milhões de ações emitidas a US$ 85, arrecadando US$ 722 milhões Empilhadas sobre 553.555 #BTC — mais de US$ 50 bilhões sob custódia fria. Pagamento de 10% de dividendos em dinheiro. Se houver atraso, o cupom aumenta 1% por trimestre até o máximo de 18%. Chame de rendimento se quiser. É, na verdade, uma granada de mão revestida de mel, arremessada direto no lago morno da renda fixa. E as grandes instituições? Estão disputando lugar na fila, loucas pra tocar, sem saber se é água benta ou lava vulcânica monetária. STRF não tem vencimento. Não tem conversão. Não dá direito aos bitcoins. É um motor perpétuo soldado ao balanço patrimonial, canalizando dólares fiduciários direto para #Bitcoin — enquanto permite que investidores tradicionais se satisfaçam com cupons gordos e tranquilizem os departamentos de compliance. É capitalismo de sobrevivência, disfarçado de renda fixa.
A treta do OP_RETURN só mostra como MUITA gente não entende o básico sobre como o #Bitcoin funciona. Spoiler: você não consegue impedir armazenamento arbitrário de dados na timechain. E tentar isso pode piorar tudo. Tem gente dizendo que dá pra “filtrar” spam no mempool. Errado. Isso é inviável. Quem diz isso está mal informado ou agindo de má fé. O mempool é só política local. Quem realmente decide o que entra em bloco são os mineradores. Muitos acreditam cegamente em influencers sem entender o essencial: #Bitcoin é um banco de dados descentralizado, criado para armazenar dados. Transações financeiras são um tipo de dado — não o único. "Mas não deveríamos priorizar as transações financeiras?" Sim. "Mas dá pra impedir dados arbitrários na timechain?" Não. "Há bons motivos para armazenar dados arbitrários no #Bitcoin?" Com certeza. L2s e soluções de escalabilidade dependem de proofs on-chain. Isso é só armazenamento de dados. Não importa o que seu nó aceita ou não — mineradores têm incentivo para incluir essas transações e lucrar. Incentivo financeiro é o que move o sistema. E ponto. Se você tentar virar o “Defensor do Bitcoin™” rodando software com filtros malucos… Advinha? As transações vão direto pros mineradores (com fee extra) Pequenos mineradores ficam pra trás A mineração centraliza E a galera vai mascarar os dados com esteganografia (e você nem percebe) Pior ainda: isso desanima devs. Poucos já trabalham em tempo integral no #Bitcoin. Imagina ter que lidar com drama e FUD só pra propor um PR básico? Menos devs = menos evolução = mais risco = #Bitcoin mais fraco. "Mas e o spam?" O #Bitcoin já tem um antispam embutido: as taxas. Não quer ver JPEGs ou zk-proofs? Use o Bitcoin de verdade: gaste, faça autocustódia, participe da economia circular. Sabe por que o “spam” aumentou tanto? Porque a maioria parou de usar o #Bitcoin on-chain. Hoje é tudo custodiantes: Strike, Wallet of Satoshi, Liquid… Menos uso = mais espaço livre = mais dados arbitrários na timechain. Quer resolver? Mais uso real → mais demanda por espaço → taxas mais altas → desincentivo ao uso da timechain como storage. Simples. E eficaz. Quer “salvar o #Bitcoin”? Não é com filtro, censura ou histeria. É com uso real, código aberto, incentivo econômico e liberdade. #Bitcoin é neutro. E isso é bom. Fim.