Em um mundo historicamente marcado por conflitos os humanos descobriram uma forma revolucionária de proteger sua propriedade: o #Bitcoin. Pela primeira vez, uma tecnologia permitiu que indivíduos resistissem à coerção de entidades mais poderosas sem recorrer à violência. O mais curioso é que os próprios poderosos — Estados, corporações, elites financeiras — começaram a reconhecer o valor dessa ferramenta. Não por ideologia ou altruísmo, mas porque ela simplesmente funciona. Com o mundo se desglobalizando, onde a confiança entre nações se desfaz sua importância se multiplica.
Com o avanço da fragmentação geopolítica e a crescente desconfiança entre blocos, qual será o meio neutro, resistente à censura, para que países troquem informações, armazenem riqueza e se defendam de negações de serviço? Não será um sistema centralizado, tampouco dependente da boa vontade de terceiros. A resposta, inevitavelmente é o #Bitcoin.
Essa não é uma guerra feita com tanques ou mísseis, mas com hardwares, criptografia, blocos e nós. É a guerra suave. 🫎
A disputa silenciosa por soberania e liberdade em um mundo que já não tolera intermediários. E nela, quem entende primeiro vence.
O impacto foi sentido em toda a economia tradicional: nas últimas 24 horas, o S&P 500 registrou perdas de impressionantes US$ 120 bilhões por hora — um colapso total de US$ 2,9 trilhões.
Está simplesmente insano acompanhar isso em tempo real.
Enquanto os pilares da velha economia desabam, o #Bitcoin permanece firme com resiliência. Aparentemente inabalável diante do caos.
Estamos testemunhando em tempo real a maior transferência de valor da história moderna.
Até que essa migração esteja completa, tudo o que não for produtivo — tudo o que não gerar valor real — vai colapsar. O mundo se livrará de tudo que não for lucrativo. Começaremos do zero, inevitavelmente para o Padrão #Bitcoin.
Novamente, #Bitcoin vai reavaliar todos os ganhos de produtividade do presente, depois vai absorver toda a produtividade futura.
É o verdadeiro reset financeiro. 