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Brasil
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The U.S. Housing Market has reached its most unaffordable level in history image
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_*No horizonte secular, modelos CAPE indicam que o mercado de ações pode manter alta até 2028, sugerindo que o Bitcoin, após o ponto crítico de 2026, pode encontrar recuperação entre 2027 e 2028.*_ image
_*O índice de liquidez global de Michael Howell sugere pico até o fim de 2025, o que historicamente antecede aperto nos mercados, e reservas bancárias dos EUA permanecem “amplamente abundantes”, mas sob pressão de redução.*_ image
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私有財産の起源と本質 私有財産は、人間に内在する自然権として現れる。それは、個人が労働し、創造し、自然界の資源を有用な財へと変える能力に基づいている。私有財産は国家や社会による恣意的な発明ではなく、むしろ個人的努力から有機的に生じるものだ。すなわち、誰かが自らの時間、知性、労働を、未だ誰にも主張されていない対象――例えば、未開墾の土地を耕したり、道具を製作したり――に投じるとき、その対象にはその人自身の一部が吹き込まれ、それは彼の存在の延長となる。この起源は論理的かつ否定不可能である。なぜなら、この結びつきが認められなければ、革新や進歩への動機は消失してしまうからだ。これを否定するいかなる体制も、人間の基本的な現実を無視している。人々は、自らの努力の成果を享受できるときにのみ投資するのである。したがって、私有財産はエリートの特権ではなく、人間の尊厳の基盤であり、恣意性から人を守り、個人の責任を促す。私有財産を利己的とする議論は、豊かな生産と自発的な交換を促し、強制的な犠牲なしに生活水準を引き上げるという、その恩恵を見落としている。 集産主義と「集合」の幻想 集産主義は、共通善が個人に優先するとする前提に基づき、資源や意思決定は「社会」「国家」「共同体」といった抽象的な「集合」に属すると主張する。しかし、これは危険な幻想である。なぜなら「集合」という実体は存在せず、それは固有の欲求や能力を持つ個人の単なる総和にすぎないからだ。この幻影を優先すれば、必然的に官僚的あるいは政治的なエリートが現れ、「全体の善」を解釈し強制するようになる。その結果、権力は少数者に集中し、格差はむしろ拡大する。この幻想はまた、個人の自発性を抑圧し、中央集権的な生産体制や革新を罰する体制に見られるように、経済的停滞や依存を招く。平等を促進するどころか、集産主義は「優秀さへの動機」を取り去り、均一な貧困を生み出す。集産主義を「公正」と擁護する議論は、この論理的欠陥を無視している。自由な個人が価値を創造しなければ、「集合」は分配すべき何物も持たない。ゆえに、それは貧困と抑圧を永続させる空虚な約束に過ぎない。 連帯の至上と自由の至上の違い 連帯の至上は、集団の結束と共同の義務を強調し、個人はその志を集団の福祉に従属させるべきだとする。しばしばこれは、資源再分配や社会規範の強制といった国家の介入を通じて行われる。この考えは、調和は強制された一様性から生じると仮定するが、それは自然の秩序を逆転させた危険な錯覚である。本当の連帯は、自由な個人が自発的に互いを助けるときに生じるものであり、強制によっては生まれない。 これに対し、自由の至上は、他者の権利を侵さない限り、各人が自らの目標を追求する不可侵の権利を優先する。この自由は無秩序な利己主義ではなく、繁栄と真の倫理の原動力である。人々は選択によって革新し、交換し、協力することができ、その結果として全体に利益をもたらす。論理的な差は明白である。強制された連帯は、人間の差異を無視し成功を罰するため、不満と非効率を生む。他方で、自由は真の共感と自発的行動に基づく連帯を育み、私的慈善や自由な結社として表れる。自由を「冷たい個人主義」と見る議論は、自由こそが徳ある社会の道徳的基盤であることを理解していない。自由なき連帯は単なる服従であり、人間性を奪い依存の連鎖を perpetuate するのだ。 社会工学の危険 社会工学は、人類を理想的な形に再設計できると信じる人間の傲慢の極致である。これは進歩主義や社会主義に内在する危険であり、人間を操作可能な実験体として扱い、人間の相互作用の予測不能な複雑さを無視する。論理的に言えば、社会全体を計画するために必要な知識――無限の嗜好や革新、適応――は、少数の個人や機関に集中させることは不可能である。その結果、進歩ではなく、意図せざる結果を招く。たとえば、拡張的財政政策による暴走インフレ、国家の介入による通貨崩壊、文化的・宗教的多様性を抑圧する規範強制、個人を目的達成の手段として扱うことによる倫理的破綻などである。さらに、一度始まると、この過程は国家への依存を生み、混乱なしには逆転できなくなる。社会工学を「進歩的」と擁護するいかなる議論も、自由社会に分散する知恵を過小評価し、必然的に「慈悲を装った専制」に行き着くのである。 絶対権力の危険 絶対権力は、しばしば「集合」や「連帯」の名の下に正当化されるが、必然的に腐敗する。それは抑制と均衡を取り除き、国家やイデオロギー的構造に権限を集中させ、責任追及を免れさせるからだ。この集中は、国家が経済、教育、道徳を支配する進歩主義や社会主義の体制において典型的に現れる。人間は誤りを犯す存在であるため、無制限の権力は必ず乱用を招く。検閲、迫害、経済操作などがその例である。通貨発行の濫用はハイパーインフレを生み、過剰な財政支出は持続不可能な債務を生み、将来世代を隷属させる。「社会正義」の仮面の下で、絶対権力はその抑圧的本質を隠し、市民を依存的な臣民へと変える。これを「公平」のために必要だとする議論は幻想であり、歴史は常にそれが実際には不平等を生み、支配階級が富を独占することを証明している。倫理的な解決は、自由市場と個人の権利を通じて権力を分散させ、誰も他者の人生に独占権を持たないようにすることである。 進歩主義の論拠を反駁し、自由主義の道徳的優位性を示す 進歩主義者が経済的問題――国家による再分配、金融・財政の統制による「平等」――を至上とする議論は根本的に誤っている。それは人間の存在を単なる物質的取引に還元し、精神的・倫理的・文化的次元を無視しているからだ。彼らは、経済を機械のように操作できると誤って想定するが、国家介入は自然なインセンティブを歪め、慢性的失業や停滞を招く。これに対し、自由市場、安定通貨(金本位制や分散型暗号通貨など)、均衡財政に基づく自由主義の経済・社会・金融・財政観は、人間の自律性を尊重し、強制なしに持続的繁栄を促すため、論理的に優れている。 自由主義は、責任ある自由という美徳に基づくため、道徳的かつ倫理的に優位である。自発的交換における誠実さ、官僚主義より効率的な私的慈善による寛大さ、特権なしに平等な権利を守る正義――これらを奨励するからである。それは各人の尊厳を認め、労働、革新、共感といった徳を有機的に開花させる。他方で、進歩主義や社会主義には真の徳も道徳も欠けている。それらは政治的・経済的な虚偽であり、ユートピアを約束しながら抑圧をもたらす。「連帯」の名の下で、過剰課税による制度化された窃盗、階級嫉妬による社会分断、「進歩」の名による道徳の相対化といった倫理的堕落を正当化するのである。この虚偽は論理によって暴かれる。私有財産と自由がなければ徳への動機はなく、社会主義は怠惰と腐敗を助長し、進歩主義は文化的全体主義を「包摂」として偽装する。したがって、自由主義はこれらの体制を劣っていると反駁するのみならず、それらを自然的かつ神聖な秩序への背信として暴き、個人の自由こそが真に倫理的で繁栄する社会への道であると示す。
A Origem e a Essência da Propriedade Privada A propriedade privada surge como um direito natural inerente ao ser humano, fundado na capacidade individual de trabalhar, criar e transformar recursos do mundo natural em bens úteis. Ela não é uma invenção arbitrária do Estado ou da sociedade, mas emerge organicamente do esforço pessoal: quando um indivíduo aplica seu tempo, inteligência e labor a algo não reivindicado — como cultivar terra virgem ou fabricar um objeto —, ele infunde parte de si mesmo nesse bem, tornando-o uma extensão de sua própria existência. Essa origem é lógica e irrefutável, pois sem o reconhecimento dessa ligação, o incentivo para a inovação e o progresso desaparece. Qualquer sistema que negue isso ignora a realidade humana básica: as pessoas só investem em algo se puderem colher os frutos de seu esforço. Assim, a propriedade privada não é um privilégio elitista, mas o alicerce da dignidade humana, protegendo contra a arbitrariedade e fomentando a responsabilidade pessoal. Argumentos que a veem como egoísta falham ao não considerar que ela beneficia a todos, ao estimular a produção abundante e a troca voluntária, elevando o padrão de vida coletivo sem forçar sacrifícios impostos. O Coletivismo e a Ilusão do "Coletivo" O coletivismo baseia-se na premissa de que o bem comum deve prevalecer sobre o indivíduo, promovendo a ideia de que recursos e decisões pertencem a um "coletivo" abstrato — como a sociedade, o Estado ou a comunidade. No entanto, essa noção é uma ilusão perigosa, pois o "coletivo" não existe como entidade real com vontades ou direitos próprios; ele é meramente uma soma de indivíduos, cada um com necessidades, desejos e capacidades únicas. Quando se prioriza esse fantasma conceitual, inevitavelmente surge uma elite burocrática ou governamental que interpreta e impõe o que é "bom para todos", resultando em desigualdades ainda maiores, pois o poder se concentra nas mãos de poucos que decidem pela maioria. Essa ilusão mascara a realidade de que o coletivismo suprime a iniciativa pessoal, levando à estagnação econômica e à dependência, como visto em sistemas onde a produção é centralizada e a inovação é punida por não se alinhar ao "plano coletivo". Em vez de promover igualdade, ele cria uma massa uniforme de miséria, onde ninguém prospera porque o incentivo para excelência é eliminado. Qualquer defesa do coletivismo como "justo" ignora essa falha lógica: sem indivíduos livres para criar valor, o coletivo nada tem para distribuir, tornando-o uma promessa vazia que perpetua pobreza e opressão. A Diferença entre o Primado da Solidariedade e o Primado da Liberdade O primado da solidariedade enfatiza a coesão grupal e a obrigação coletiva, sugerindo que o indivíduo deve subordinar suas aspirações ao bem-estar do grupo, frequentemente através de intervenções estatais para redistribuir recursos e impor normas sociais. Essa abordagem assume que a harmonia surge da uniformidade forçada, onde a "solidariedade" é medida por métricas impostas, como igualdade material ou conformidade cultural. No entanto, isso é uma inversão perigosa da ordem natural: a verdadeira solidariedade emerge voluntariamente de indivíduos livres que escolhem ajudar uns aos outros, não de coerção que viola a autonomia pessoal. Em contraste, o primado da liberdade prioriza o direito inalienável de cada pessoa a perseguir seus objetivos sem interferência arbitrária, desde que não viole os direitos alheios. Essa liberdade não é egoísmo caótico, mas o motor da prosperidade e da ética genuína: permite que as pessoas inovem, troquem e cooperem por escolha própria, gerando riqueza que beneficia a todos. A diferença lógica é clara — a solidariedade imposta leva à ressentimento e ineficiência, pois ignora as diferenças humanas e pune o sucesso; já a liberdade fomenta uma solidariedade autêntica, baseada em empatia real e ações voluntárias, como caridade privada e associações livres. Argumentos que veem a liberdade como "individualista fria" falham ao não reconhecer que ela é a base moral para qualquer sociedade virtuosa: sem liberdade, a solidariedade torna-se mera obediência, desumanizando as pessoas e perpetuando ciclos de dependência. O Risco da Engenharia Social A engenharia social representa o ápice da arrogância humana: a crença de que elites iluminadas podem redesignar a sociedade através de políticas, leis e intervenções para alcançar um "ideal" utópico. Esse risco é inerente ao progressismo e ao socialismo, que tratam a humanidade como um experimento moldável, ignorando a complexidade imprevisível das interações humanas. Logicamente, tal abordagem falha porque o conhecimento necessário para planejar uma sociedade inteira — abrangendo preferências, inovações e adaptações infinitas — não pode ser centralizado em poucos indivíduos ou instituições. Em vez de progresso, ela gera consequências não intencionadas: distorções econômicas, como inflação galopante de políticas fiscais expansivas ou colapsos monetários por manipulações estatais; erosão social, ao impor normas que suprimem diversidade cultural e religiosa; e falhas éticas, ao tratar pessoas como meios para fins coletivos, violando sua dignidade. O perigo é agravado porque, uma vez iniciado, esse processo cria dependência do Estado, tornando reversões impossíveis sem caos. Qualquer defesa da engenharia social como "progressiva" é refutada pela lógica: ela subestima a sabedoria dispersa na sociedade livre, levando inevitavelmente a tirania disfarçada de benevolência, onde o "bem comum" justifica atrocidades. O Perigo do Poder Absoluto O poder absoluto, frequentemente justificado em nome do coletivo ou da solidariedade, corrompe inevitavelmente, pois remove freios e contrapesos, concentrando autoridade em estruturas estatais ou ideológicas que se tornam imunes à accountability. Essa concentração surge em sistemas progressistas e socialistas, onde o Estado assume o papel de provedor universal, controlando economia, educação e moralidade. Logicamente, isso é perigoso porque humanos são falíveis: sem limites, o poder incentiva abusos, como censura, perseguição e manipulação econômica para manter o controle. Políticas monetárias e fiscais centralizadas exemplificam isso — impressões de moeda ilimitadas levam à hiperinflação, destruindo poupanças; gastos fiscais excessivos criam dívidas insustentáveis, escravizando gerações futuras. O perigo é que, sob o véu de "justiça social", o poder absoluto mascara sua natureza opressora, transformando cidadãos em súditos dependentes. Argumentos que o veem como necessário para "equidade" são ilusórios: a história prova que ele sempre leva à desigualdade real, com elites governamentais enriquecendo enquanto as massas sofrem. A solução ética reside em dispersar o poder através de mercados livres e direitos individuais, onde ninguém detém monopólio sobre a vida alheia. Refutando Argumentos Progressistas e Demonstrando a Superioridade Moral e Ética do Liberalismo Os argumentos progressistas que elevam questões econômicas como supremas — priorizando redistribuição estatal, controle monetário e fiscal para "igualdade" — são fundamentalmente falhos, pois reduzem a existência humana a meras transações materiais, ignorando dimensões espirituais, éticas e culturais. Eles assumem erroneamente que a economia pode ser gerenciada como uma máquina, mas a realidade é que intervenções estatais distorcem incentivos naturais, levando a ineficiências como desemprego crônico e inovação estagnada. Visões liberais para economia, sociedade, política monetária e fiscal — baseadas em mercados livres, moeda estável (como padrões ouro ou cripto descentralizadas) e orçamentos equilibrados — não são apenas ideais, mas logicamente superiores, pois respeitam a agência humana e promovem prosperidade sustentável sem coerção. O liberalismo é moralmente e eticamente superior porque se fundamenta na virtude da liberdade responsável: incentiva a honestidade em trocas voluntárias, a generosidade através de caridade privada (mais eficiente que burocracias estatais) e a justiça ao proteger direitos iguais sem favoritismos. Ele reconhece a dignidade inerente de cada pessoa, permitindo que virtudes como trabalho duro, inovação e empatia floresçam organicamente, em vez de serem impostas. Em contraste, o progressismo e o socialismo carecem de virtude e moral autênticas; eles são, na essência, uma mentira política e econômica, prometendo utopia enquanto entregam opressão. Sob o pretexto de "solidariedade", eles justificam roubo institucionalizado (via impostos excessivos), divisão social (ao fomentar inveja de classes) e erosão ética (ao relativizar verdades morais em nome de "progresso"). Essa mentira é exposta pela lógica: sem propriedade privada e liberdade, não há incentivo para virtude; o socialismo promove preguiça e corrupção, enquanto o progressismo mascara totalitarismo cultural como "inclusão". Assim, o liberalismo não só refuta esses sistemas como inferiores, mas os expõe como fraudes que violam a ordem natural e divina, onde a liberdade individual é o caminho para uma sociedade verdadeiramente ética e próspera.