Finalmente a igreja católica quebrou o silêncio, perdeu o medo de falar sobre o assunto, mas ainda é uma reação tímida. Do absurdo que aconteceu em algumas escolas, deixaram de celebrar o natal, em nome da inclusão do imigrantes. > «“Em alguns contextos da nossa sociedade, procura-se apagar ou silenciar o Natal no espaço público — nas escolas, em instituições civis — com o argumento de não ferir sensibilidades de quem não partilha a fé cristã”, afirmou. Para D. Rui Valério, a “intenção pode parecer inclusiva”, mas “é preciso dizê-lo com clareza e serenidade: esvaziar o Natal é esvaziar a própria matriz humanista que tornou Portugal uma terra de acolhimento, de dignidade e de oportunidades”.»
> «Os Estados Unidos da América (EUA) ditaram estas sanções esta terça-feira, afirmando que estas cinco figuras europeias visadas promovem a "censura" e, por isso, restrições à liberdade de expressão e aos conteúdos norte-americanos nas redes sociais. Porém, a Comissão Europeia já reagiu esta quarta-feira, em comunicado, à medida norte-americana: "A liberdade de expressão é um direito fundamental na Europa e um valor essencial partilhado com os EUA em todo o mundo."» Ou seja, segundo a CE, a censura é necessária para garantir a liberdade de expressão. 🤡🤡🤡
Maria Emília Teixeira, advogada e professora de Direito Bancário dá uma entrevista ao ECO, onde faz vários comentários interessantes sobre o crédito. > «Enquanto o crédito à habitação, ou financiamento para comprar um carro entra no pacote do crédito “bom”, a docente e advogada explica que o problema do endividamento está no “crédito ao consumo que assenta na utilização de facilidades a descoberto, de utilização de cartões de crédito“. “Esses, normalmente, é que são o crédito ao consumo, consumo puro, propriamente dito”.» Não existem créditos "bons", são todos todos péssimos, apenas abro a excepção para habitação, que é um mal necessário, sem ele seria impossível um jovem comprar casa. Mas eu excluo o carro, se não tem dinheiro para comprar um carro de classe alta a pronto, compre um classe baixa. Se não tem dinheiro para comprar um carro novo a pronto, compre um usado, existem alternativas, nas casas não existem. > «“Às vezes essa pressão social de ter continua a ser um forte aliado das instituições de crédito que joga contra as famílias, porque [as pessoas] são pressionadas socialmente para corresponder a certas expectativas e, no âmbito dessa pressão, tendo ali à mão um mecanismo, sem ter noção bem das consequências disso, que é muito fácil de usar”, as pessoas usam-no.» Claro que existe a pressão social de ter, este sistema FIAT, foi criado para isso, para tornar as pessoas escravos da dívida. Mas qual é maior pressão? de não o produto ou ter o produto e não saber como o pagar a dívida? Eu prefiro não ter o produto e dormir completamente descansado, por não ter dívidas. > «“muitas vezes chegam às pessoas sem qualquer tipo de controlo prévio sobre a viabilidade e capacidade de pagamento desse crédito, que depois acabam por fazê-las entrar numa espiral de crédito rotativo“. Para Maria Emília Teixeira, o descoberto bancário é uma das maiores fontes de problemas, que pode levar as famílias a viver, mês após mês, acima das suas possibilidades, incorrendo em taxas de juro muito elevadas, para as quais muitas vezes não estão consciencializadas.» A roda dos ratos... > «“Vamos a um banco abrir uma conta e dizemos quanto é que auferimos mensalmente. Se recebo dois mil euros, [o banco] diz nós vamos dar-lhe uma facilidade de descoberto de mais dois mil euros. A pessoa cria a ilusão de que tem disponível mensalmente quatro mil euros. Vende uma ilusão e não é controlável da mesma forma que os outros créditos”, destaca, alertando que “numa facilidade a descoberto, o benefício do prazo do devedor não existe”.» O crédito cria uma ilusão de riqueza. > «O banco ganha apostando que se houver incumprimento vai ter taxas de juros de mora e juros de totalização e se não houver incumprimento vai ter remuneração do capital que apostou”. “É assim que se ganha dinheiro, é o negócio deles. O core business da banca é este: receber depósitos e injetar dinheiro da economia através do crédito”.» Não é só um problema dos bancos, mas de todo o sistema monetário. Fix the money, Fix the world.
WTF! Resultado meio estranho, dos defensores da diversidade... “Mostre-me o incentivo e eu lhe mostrarei o resultado…” image