Quem aquele alemão pensa que é para falar mal de Belém? Espero que seja declarado inelegível e incluído no inquérito das fake news para aprender a nunca mais ameaçar nossa SOBERANIA.
Mulheres progressistas são a maior ameaça à democracia moderna.
Entendam...
Recentemente Nova York elegeu seu novo prefeito, Zohran Mamdani, primeiro muçulmano a governar a cidade mais simbólica dos Estados Unidos. Segundo análises eleitorais divulgadas após o pleito, 81% do eleitorado feminino — especialmente MULHERES JOVENS E PROGRESSISTAS — depositou seu voto no candidato democrata. O dado impressiona não apenas pela expressividade numérica, mas pelo PARADOXO IDEOLÓGICO que ele revela: o mesmo grupo social que ergueu bandeiras feministas e defendeu pautas de emancipação, agora se alinha politicamente com um representante de uma tradição religiosa conhecida por restringir direitos das mulheres em diversas sociedades islâmicas. A incoerência do voto progressista O apresentador Carl Higbie, da rede americana Newsmax, foi um dos primeiros a comentar o fenômeno. Em tom crítico, ele lembrou que “as mesmas mulheres que dizem não se sentir seguras votam em um homem que promete esvaziar as prisões e considera a violência uma construção social”. Para Higbie, o comportamento eleitoral revela uma contradição profunda do progressismo contemporâneo: um movimento que se tornou mais pautado por virtudes morais de grupo do que por coerência prática. A ironia é que Nova York — palco do maior atentado terrorista já cometido em solo americano — entrega agora seu comando a um político identificado com a esquerda identitária e defensor de políticas penais mais brandas. O voto feminino, que outrora simbolizava resistência e bom senso, parece ter se convertido em ato de fé ideológica, mesmo diante de sinais de fragilidade moral e social das próprias políticas progressistas