Faz cerca de um ano e meio que jogo Elden Ring. Muito lentamente, com muita intermitência, pois meu tempo é escasso. Mesmo assim passei de 170 horas jogadas. Vou às cegas (só uma vez recorri a um site após ter passado dois meses sem jogar e não lembrar bem qual rumo deveria seguir), e para quem não é um dodging master a sensação de sentar a última cacetada naquele safado do Maliketh, que vinha me humilhando, é realmente de uma alegria pura e gratuita. Estou feliz; talvez até me arrisque a procurar Malenia. Depois de passar 15 anos sem nem ouvir falar de games, Elden Ring representou para mim o retorno a um passatempo que foi constitutivo de minha infância, porém com outras motivações (foram leituras de teóricos de mídia, vejam só, que me despertaram o desejo), e a descoberta de que eu era capaz de perseverar num troço absurdamente difícil para quem sequer sabia o significado de “soulslike”. (Aliás, em FLUSSER_project, iniciativa que lançarei no próximo ano, haverá uma seção dedicada a como interfaces de games alteraram nossas expectativas em matéria de estética e de percepção espacial. Visitem flusserproject dot com.)
Ó aí meus livros com descontão: https://livraria.seminariodefilosofia.org/contra-a-vida-intelectual-ou-iniciacao-a-cultura https://livraria.seminariodefilosofia.org/conhecimento-por-presenca-em-torno-da-filosofia-de-olavo-de-carvalho
Leiam João Francisco Lisboa.
My Fernando Pessoa's favourite edition in one of my favourite editorial collections (Coleção Archivos, in this field only rivaled by Biblioteca Ayacucho). The essay in appendix on Pessoa's messianism by Dalila Pereira da Costa would be sufficient to make this book worth purchasing. image
Nesta barraquinha filosófica aceitamos bitcoin. https://ronaldrobson.com/2025/03/11/melancolia-nos-tropicos/