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A organização hierárquica dos valores é um conceito fundamental que permeia a ética e a filosofia. A ideia de que os valores não são iguais e que sua ordenação implica uma hierarquia é central para entender a moralidade e a ação humana. Este artigo explora essa noção, demonstrando sua inevitabilidade e relevância prática.
Os valores representam aquilo que consideramos importante e desejável. Eles orientam nossas decisões, nossas ações e nossas vidas.
Para algo ser considerado valioso, deve haver uma comparação, algo deve ser mais ou menos valioso do que outra coisa. Este ato de comparar e priorizar cria uma hierarquia de valores. Por exemplo, podemos valorizar a honestidade mais do que a cortesia, ou a justiça mais do que a eficiência.
A afirmação de que "se todos os valores forem iguais, não há valor algum" reflete a ideia de que o conceito de valor implica diferenciação. Sem hierarquia, o termo "valor" perde seu significado, pois a essência do valor reside na preferência por uma coisa em detrimento de outra. Onde quer que se raciocine em termos de valores, está-se raciocinando em termos de hierarquia.
A hierarquia dos valores é, portanto, inevitável. Ao buscar o que é bom ou valioso, fazemos escolhas que implicam uma ordenação. Esta hierarquia é fundamental para a moralidade e a ética, pois sem ela não poderíamos orientar nossas ações de maneira coerente. A hierarquia dos valores não é apenas uma construção teórica, mas uma realidade prática que orienta nossas vidas. Reconhecer a inevitabilidade dessa hierarquia nos permite viver de maneira consciente e orientada para o bem supremo.
Para ilustrar, considere um médico que deve decidir entre salvar a vida de um paciente ou respeitar sua autonomia quando o paciente recusa tratamento. A decisão do médico revela uma hierarquia de valores, onde a vida pode ser considerada mais valiosa do que a autonomia, ou vice-versa, dependendo da situação e dos princípios éticos em jogo.
Reconhecer e refletir sobre nossa própria hierarquia de valores nos permite alinhar nossas ações com nossos princípios mais profundos. Isso não só fortalece nossa integridade pessoal, mas também promove uma vida mais coerente e significativa.
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O "Foro de São Paulo" é o nome de uma coalizão de entidades que se reúnem regularmente para discutir estratégias políticas, é formado por partidos políticos, movimentos armados, líderes de governos e organizações envolvidas em atividades relacionadas ao narcotráfico. Foi criado em 1990, numa iniciativa conjunta do Partido dos Trabalhadores (PT) brasileiro e do Partido Comunista Cubano (PCC) com o objetivo de coordenar ações e estratégias.
Nos últimos anos, tem havido um grande debate sobre o Foro de São Paulo e seu papel na política latino-americana.
O Foro é um instrumento de coordenação das ações que visam a derrubada das democracias. Algumas das pessoas envolvidas com o Foro são figuras importantes da política latino-americana.
Em 2008 a polícia colombiana apreendeu um computador do líder das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), que continha informações sobre uma colaboração entre o grupo e o Foro de São Paulo.
As atas de reuniões do Foro também têm sido alvo de investigações. Em 2013, o jornal O Estado de S. Paulo divulgou trechos de uma delas, que mostravam um plano para a criação de um exército continental.
Ao longo dos anos alguns trechos das atas foram divulgados, revelando discussões sobre estratégias para a derrubada de governos e a implementação de políticas em toda a região.
Atualmente as atas das reuniões do Foro de São Paulo são mantidas em sigilo, o que aumenta ainda mais o mistério em torno da organização.
Apesar das críticas e polêmicas, o Foro de São Paulo continua a existir e a realizar reuniões periódicas.



