Curioso: fiz esse post via Yakihonne, e ele aparece normal em meu feed se acesso pelo Damus. Já pelo Primal, nadica de nada. Qual seria a bronca? (E sim, o Primal está conectado a vários relays ao qual o Yakihonne também está.) View quoted note →
Saí do Substack e levei minha lista de contatos para outra hospedagem. Instagram e twitter já eram; falta agora matar o canal no YouTube, o que será um passo difícil, confesso, por menor que seja meu público ali. Verei como tornar suave a saída de lá a longo prazo. Comecei a utilizar notas longas (ou “artigos”) aqui no Nostr. Como, pelo que entendi, essas notas não são repassadas a todos os relays, já que alguns só exibem as notas curtas, deixo aqui o link de minha primeira postagem (até para testar como fica a exibição). —> Conheça Convivium e ganhe 25% de desconto na inscrição pagando em bitcoin. E fique atento, que em breve começarei a postar artigos em inglês para atingir um público mais amplo e começar a abrir terreno para um projeto vindouro.
As editoras brasileiras, após adotarem uma política de preços elevados para conseguirem suportar os falsos descontos necessários à competição no comércio on-line, agora deram para utilizar o infame papel pólen natural. A Companhia das Letras tem cobrado 100, 120 reais em livros de 300 páginas impressos nesse primo pobre da família pólen soft, bold etc. Hoje descubro que a Ed. 34 também adotou a prática. Muitas outras já tinham feito o mesmo. Isso me forçará ainda mais a buscar livrarias físicas onde possa verificar o papel do tomo pelo qual pagarei meio tanque de gasolina. Buscar impressões de poucos anos atrás de livros agora reimpressos em papel pior também será necessário. Hoje mesmo experimentei isso: procurei numa livraria física a impressão de 2011 (pólen soft) de um livro ainda em catálogo que foi há pouco reimpresso em pólen natural. Sei, por contato pessoal com editores, que o aumento dos preços da Suzano só raramente justifica a preferência pelo pólen natural, ainda mais no caso de editoras grandes que todos os meses imprimem dezenas de milhares de exemplares e assim, com descontos nas gráficas, ganham uma margem generosa de lucro. É realmente uma sacanagem com o leitor.
Meu pandeirão de bumba-meu-boi. image
Estava ontem lendo mais ou menos distraído umas páginas do Padre Vieira, daquelas em que ele está full mode Homem Que Tudo Vê, quando de repente fui puxado de volta ao texto pelo comentário de que as sibilas, aquelas sacerdotisas semiinfernais gregas, eram sim dotadas do poder de profetizar, conforme é amplamente reconhecido pelos primeiros padres da Igreja. Uepa. Será que ainda há alguma profecia das sibilas a se realizar? Será que alguém está fadado a sacrificar um bode a Dioniso para dar um fim à Nova República?