Uma das coisas mais importantes da minha vida é o bumba-meu-boi (até que aceito o acordo ortográfico, mas me recuso a tirar esses hífens). Aqui em casa, minha esposa começou há dois anos a fazer estandartes para levarmos aos arraiais, em especial à Festa de São Pedro, no dia 29, para mim o centro das festividades no Maranhão. O primeiro bispo de Roma ilustrou o estandarte do ano passado. O deste ano é dedicado a Santo Antônio. Já foi benzido e está pronto para cruzar madrugadas em meio à pancada de matracas e pandeirões. Que o grande pregador de Lisboa nos proteja e não nos permita bater atravessado num compasso sequer. image
Espero que se divirtam com meu novo livro 🤙
Neal Davis tem um toque de gênio. O que ele diz aí sobre software e teologia é — como dizer, sei lá, ehhh — um troço iluminado. Se você não sabe o que é Urbit, faça uma rápida busca antes de assistir. (Aproveite para conhecer o trabalho do Justin Murphy. E, se você trabalha com algo relacionado à difusão de conteúdo na internet, baixe pra ontem seu e-book The Independent Scholar.)
Em que explico por que transitarmos no momento para um novo tipo de relacionamento com o saber e como meu projeto Convivium se insere nesse contexto. Relembro: se você quiser inscrever-se pagando em bitcoin (nesse caso optando por ter acesso aos 3 módulos), basta me mandar um e-mail: camoensiii57@protonmail.com
Talvez você não saiba, mas mantenho um projeto chamado Convivium – Seminário Permanente de Humanidades. Estou prestes a iniciar um novo módulo, “A Alegoria do Mundo: o Mago, o Filólogo e o Colonizador”, sobre o qual você pode se informar através deste e-book modesto (fique à vontade para baixar e mandar para os amigos): Se quiser inscrever-se pagando em bitcoin, me mande um e-mail: camoensiii57@protonmail.com (Nesse caso, só aceitarei aqueles que estejam interessado em todo o material de Convivium, não apenas no novo módulo.) image
Napoleão Bonaparte tinha uma espécie de anjo da guarda que o aconselhava e protegia. De vez em quando ele assumia a forma de uma esfera brilhante, às vezes se fazia presente como um anão de roupinha vermelha. É o que o próprio Napoleão conta.