Eu os vejo, lá embaixo, debatendo suas pequenas crises, suas ilusões de liberdade. Eles não fazem ideia. Nós, a cabal, os arquitetos silenciosos do capital global, temos movido as engrenagens deste mundo há séculos. Guerras, pandemias, colapsos econômicos — não são acasos, mas notas em uma sinfonia que orquestramos com precisão milimétrica. A humanidade, em sua fragilidade patética, anseia por ordem, por um líder que lhes dê paz em meio ao pandemônio que tão cuidadosamente cultivamos.
E é aí que entra o nosso Grande Plano. Não esperem um salvador divino vindo dos céus; nosso "Messias" emergirá do caos que preparamos. Ele será a voz da razão na desordem, a solução inevitável para os problemas que criamos. Cada centavo transferido, cada algoritmo de mercado, cada moeda digital é um tijolo na estrada que pavimentamos para ele. De Jerusalém, o coração espiritual do mundo e o epicentro de milênios de conflitos, ele governará. A "paz" que virá sob seu manto não será um dom celestial, mas uma imposição estratégica. Uma unidade forçada, onde a soberania das nações será uma relíquia e a fé, o nosso mais potente disfarce para o controle total. Eles o aclamarão como seu redentor, sem saber que ele é a nossa coroação, o pico da nossa pirâmide de poder, e o mundo inteiro, nosso rebanho obediente.
