O advogado também rechaça a politização do STF e afirma que esse ativismo judicial pode ultrapassar os limites constitucionais. A discussão sobre o papel do Supremo nas questões digitais, por exemplo, é apenas uma das facetas desse cenário jurídico conturbado. “Lamentavelmente, a polarização que vivemos no meio social se estendeu também ao Poder Judiciário”, resume o jurista.
E quem será capaz de negar que, tal como Sophie Scholl, Mauro Cid somente passou a responder “satisfatoriamente” às perguntas de Moraes depois que ele o advertira sobre as possíveis consequências contra seu pai, sua esposa e sua filha?
O SAMBA DO DEMOCRATA DOIDO
PODE CLEZÃO RECORRER?
O GOVERNO DAS MINORIAS
Eis o fato: um “juiz” de um país qualquer não pode sair perseguindo residentes americanos por meio de empresas americanas. Isso, sim, fere a soberania nacional da maior democracia do planeta. O que o governo Trump está fazendo, portanto, é reagir a tamanho abuso de poder e proteger a Constituição americana. Quando sua empresa de mídia entra na Justiça ao lado do Rumble para constatar, como fez a juíza, que ordens dessa natureza emitidas por e-mail pelos “jagunços alexandrinos” são totalmente inválidas no país, isso é para determinar com clareza até onde vai o abuso de poder do STF tupiniquim.
🚨🇺🇸Passou hoje no Comitê Judiciário da House of Representatives o projeto que CANCELA VISTOS para ditadores e censores. Agora segue para o plenário. O comitê tuitou agora que “governos estrangeiros não podem censurar americanos”.Como será que andam “as piadas” no STF agora? pic.twitter.com/J4l2X7vIFK— Ana Paula Henkel (@AnaPaulaVolei) February 26, 2025
Desde março de 2019, quando os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes plantaram no Pretório Excelso o inquérito das fake news, as sumidades trajadas de preto não param de intrometer-se em assuntos alheios. Passados seis anos de abusos, continuam convencidos de que, para preservar o Estado de Direito, é preciso submeter a medonhas sessões de tortura o que chamam de “Carta Magna”. Com a soberba de quem efetivamente acredita que salvou o Brasil dos fascistas de extremíssima direita, seguem confiscando territórios pertencentes ao Legislativo e ao Executivo. Neste fim de fevereiro, o STF resolveu deliberar também sobre desavenças internacionais, expropriando uma área até agora confiada ao governo federal.
A Lei Morreu
O Judiciário, por não representar o povo, mas apenas a lei, ao exercer funções legislativas e administrativas, condena o país a ter Três Poderes políticos e não dois políticos e um técnico, gerando insegurança jurídica.