Hoje, às 16h, entrevisto ao vivo a doutora Luana Maroja. Ela é PhD pela Universidade Cornell e leciona biologia no Williams College, Mass., EUA. Além de fazer pesquisa em biologia evolutiva, ela tem criticado a politização da ciência com o identitarismo. image
Relatório de comissão sobre o 7 de Outubro: Parlamentares britânicos provam que Hamas mente ao alegar que não teve civis como alvo
STF lança livro contra desinformação com teses falsas já desmentidas pela revista Nature
Minha entrevista sobre meu livro ao podcast d'O Antagonista foi muito bem recebida nos comentários. A entrevista: O livro: https://amzn.to/3WNDIF8 image
No ar minha entrevista ao podcast O Antagonista sobre meu livro.
Ditaduras deram sentenças mais leves para atos similares ao “perdeu, mané” em batom
Querem te emprestar o seu próprio FGTS. Como dizia Millôr: “Me arrancam tudo à força, e depois me chamam de contribuinte.”
Há 21 anos, Luiz Inácio Lula da Silva tentou expulsar o correspondente do New York Times, Larry Rohter, por publicar uma reportagem sobre seu suposto abuso de álcool. O jornalista havia feito um trabalho tecnicamente impecável, conversando tanto com gente que espalhava a fofoca sobre a bebedeira, como Leonel Brizola, quanto com a assessoria do governo, que negou tudo. Assim como aconteceu no ano passado com os Twitter Files, a xenofobia típica da esquerda latino-americana contra americanos falou mais alto: em vez de ir atrás dos fofoqueiros, Lula colocou alvo no jornalista gringo. Foi depois dos Twitter Files que a esquerda brasileira inventou a lorota de que a reação de Elon Musk ao que foi revelado nos Twitter Files, se recusando a obedecer ordens ilegais de censura do Moraes, era uma "ameaça à soberania nacional". Outra estratégia da esquerda, capitaneada por uma ex-assessora do Flávio Dino, foi colocar a culpa toda no meu colaborador Michael Shellenberger. Isso está até na denúncia apresentada pelo AGU Jorge Messias a Moraes, querendo criminalizar nosso jornalismo distorcendo-o como interferência estrangeira. Brizola disse: "Quando fui o candidato a vice-presidente na chapa de Lula, ele bebia muito. Eu alertei a ele que bebidas destiladas são perigosas. Mas ele não me ouviu e, de acordo com o que dizem, continua a beber. Eu disse a ele, 'Lula, sou seu amigo e camarada e você tem que controlar'. [Imitando a voz de Lula:] 'Não, não tem perigo, está sob controle'. Ele teimou, é teimoso. Mas ele tinha o problema. Se eu bebesse como ele, estaria frito." Rohter escreveu que alguns pensavam que as gafes de Lula em público poderiam ter algo a ver com a branquinha. Como uma vez em que ele discursou diante do presidente da General Motors dizendo que ele era presidente da Mercedes-Benz. "Histórias de episódios de bebedeira envolvendo o Sr. da Silva são inúmeras", relatou Rohter. "Depois de uma noitada quando ele era congressista no final dos anos 1980, o Sr. da Silva saiu do elevador no andar errado do prédio em que morava na época e tentou arrombar a porta de um apartamento que ele achou erroneamente que era o dele, de acordo com políticos e jornalistas daqui, inclusive alguns que são ex-moradores do prédio." A reportagem de Rohter foi em 9 de maio de 2004. Alguns dos títulos seguintes de textos do NYT documentam o que aconteceu: 12/05/2004: Brasil vai expulsar repórter 12/05/2004: Líder brasileiro reafirma plano de expulsar correspondente do New York Times 13/05/2004: Expulsão de repórter atrai críticas crescentes no Brasil 14/05/2004: Brasil: corte bloqueia expulsão de repórter 15/05/2004: Governo brasileiro desiste de ameaça de expulsar um repórter do Times
Segunda à noite, no canal O Antagonista. image
Trump está fechando o Departamento de Educação. E se fechássemos o MEC?