Só entrei no Cobra Fuma hoje. Bem legal, elegante no navegador móvel. 🐍🚬
Uma reportagem especial: entrevistei @fiatjaf , criador do Nostr, e @Alex Gleason , desenvolvedor da área. Programador fã de Olavo de Carvalho cria protocolo de rede social anticensura
Treinamento antipreconceito estimula preconceito, descobre estudo ocultado pela imprensa
Anuncio à nação que sou o orgulhoso proprietário de MORTE À DEMOCRACIA PONTO COM PONTO BR - https://morteademocracia.com.br - Cliquem e vejam a democracia se estrebuchando.
Tempo de tela pode estar por trás da puberdade precoce nas crianças
O governo da Flórida está decidindo parar de financiar disciplinas universitárias específicas que o governo DeSantis acredita que existem com o propósito de fazer doutrinação ideológica. São 22 cursos marcados para remoção na Universidade Internacional da Flórida, que é uma de 12 universidades pertencentes ao estado. Exemplos: "Introdução à Ásia Oriental", "Comunicação Intercultural", "Trabalho e Globalização" e "Sociologia do Gênero". Um número similar de disciplinas mudaram de ementa para sobreviverem à navalha do governo, apoiada em leis que vetam conteúdo como o identitarismo. O sistema universitário da Flórida só terá uma decisão mais firme sobre quais disciplinas rodaram em janeiro. O chefe do sistema, Ray Rodrigues, rejeita críticas de professores que alegam que estão sendo censurados. "Somos um mercado das ideias. Universidade é isso. Mas o administrador desse mercado determina onde dentro desse mercado as ideias estarão abrigadas", disse Rodrigues ao NYT. Ele também explicou que a nova lei e o abate de disciplinas refletem uma preocupação do próprio povo da Flórida: que o ensino superior se tornou algo "mais dedicado à doutrinação que à educação". Ele apoiou essa afirmação com uma pesquisa do instituto Gallup que mostrou que as universidades estão perdendo a confiança do público. Título do New York Times a respeito: "Republicanos miram nas ciências sociais para coibir ideias das quais não gostam". Presumo que o enquadramento alternativo ao do NYT seria: "Democratas implantaram disciplinas obrigatórias de ciências sociais nas universidades estatais para empurrar ideias das quais os republicanos não gostam". Importante lembrar que as medidas só valem para universidades estatais da Flórida. Se uma pessoa quiser fundar a Universidada Feminista Floridiana da Diáspora Queer-afro-indígena-palestina e fazer um currículo consistindo em 60% de disciplinas de sarau de siririca, está completamente livre para isso. Outra informação importante: essas disciplinas serão removidas do currículo obrigatório, mas continuarão disponíveis como disciplinas optativas, se os professores ainda quiserem ofertar assim. Claro que ainda há um risco de criar um ambiente de autocensura nos campi (não que fosse uma coisa nova, visto o inferno de cancelamentos já instalado pelo progressismo identitário). O NYT cita um curso de antropologia da religião que provavelmente será limado do currículo obrigatório, mas atrai mais de 100 estudantes por semestre. O professor dessa disciplina disse que os burocratas do governo listaram seu curso entre os descartáveis porque "não gostaram dos termos 'sobrenatural', 'misticismo' e até 'mito'. Eles têm um entendimento de leigo dos termos que estão julgando".
Descobri que a ONG que oferece um número de celular para marcar visitas à Capela da Rua dos Aflitos apoia a remoção das lanternas japonesas. Disputa identitária: luminárias japonesas são retiradas a pedido da militância negra em São Paulo
Fui procurar saber mais sobre os autores dos livros que o ministro do STF Flávio Dino mandou destruir em nome da liberdade de expressão, em sua noção soviética de que este direito não inclui a liberdade de expressar homofobia. Os Dalvi são gêmeos bem idiossincráticos, autores de dezenas de livros, segundo eles próprios. Em uma autobiografia conjunta de 2018, dizem já no título que venceram o alcoolismo, se afirmam repetidamente contra o preconceito, incluindo a homofobia. A autobiografia data de uma década após os quatro livros censurados pelo ministro comunista. Vamos então resumir o que o Dino conseguiu com a censura. Algum LGBT teve a vida melhorada com a destruição de livros que ninguém lê, e que a UEL (cujos estudantes denunciaram os autores) já tinha banido de suas bibliotecas em 2013? Claro que não. Se algum militante se diz gravemente ofendido e deprimido por aqueles trechos QUE PRECISOU TRABALHAR MUITO PARA ACHAR, está sendo no mínimo cínico, ou está mentindo. Os únicos que sofreram neste caso foram os gêmeos Dalvi, sendo lembrados em todo o país de uma posição antigay que tiveram 15 anos atrás, que abandonaram há mais de seis anos. São alcoólatras, ou seja, sofrem de um problema que afeta a mente. Isso me lembra os vários casos de alarde na imprensa de injúria racial, em que um momento de investigação revela que a pessoa "criminosa" que proferiu a injúria estava claramente em crise psicológica devido a transtornos como a bipolaridade. As primeiras vítimas da censura são pessoas neuroatípicas ou no limiar da neuroatipicidade. A criminalização das palavras ofensivas que essas pessoas proferem não as ajuda a crescer, a pensar, em um caminho terapêutico para elas mesmas. Enquanto isso, pessoas neurotípicas, que têm mais sensibilidade social, saberão fazer autocensura quando carregam crenças preconceituosas, que poderão abandonar tendo acesso ao debate público livre (que pressupõe ausência de censura). E não adianta abrir exceção na censura "ah, claro que não vamos punir pessoas com diagnóstico psiquiátrico que afeta sua expressão e suas crenças". Isso não funciona. A psiquiatria, corroborada pela genética, já sabe que a fronteira entre transtorno e normalidade é bastante nebulosa. A censura sempre dará em injustiça, não importa a qualidade repugnante das expressões que estão sendo censuradas. A solução para desinformação é mais informação, não censura. A solução para preconceito é mais debate ético e mais expressão, não censura. A solução para crenças distorcidas por problemas mentais é mais informação e liberdade para errar e se tratar, não a censura. O único beneficiado com a decisão foi Flávio Dino, fazendo sinalização de virtudes com a censura, alimentando seu enorme ego para corresponder a seu enorme corpo.
Projeto petista para criminalizar “fake news” é similar à Lei de Imprensa da ditadura
Dei meu primeiro mute em petista no Nostr. Meu primeiro mute "ever", na verdade. Grande emoção. Mando um beijo para o papai e a mamãe, e outro para a Xuxa.