James Webb encontra galáxias cujo brilho abala teorias dos primórdios do Universo
Última medida desesperada antes da vitória de Trump: um quarteto da censura formado pelos jornais New York Times e Washington post e as ONGs Media Matters e CCDH usou as mesmas táticas do Sleeping Giants Brasil contra youtubers conservadores. Conto mais:
Minha resenha está no ar. Além de dar minha opinião sobre o livro, revelo que a editora Companhia das Letras fez edição silenciosa a pedido do autor para remover elogios a Silvio Almeida. Felipe Neto escreve livro “antiódio” que prega o ódio
Brasil, laboratório da censura: Sleeping Giants e instituto de Felipe Neto são beneficiados por dinheiro do governo americano
Cientistas revertem envelhecimento cerebral e prolongam a vida de moscas
Jeff Bezos no artigo em que justificou por que o jornal que ele comprou, The Washington Post, não vai endossar nenhum candidato nas eleições: “Você pode ver minha riqueza e interesses de negócios como um baluarte contra a intimidação, ou você pode vê-los como uma rede de interesses em conflito. Somente meus próprios princípios podem pender a balança para um lado ou para o outro.” “O Washington Post e o New York Times ganham prêmios, mas cada vez mais só falamos para uma certa elite. Cada vez mais, estamos falando sozinhos.” “Apesar de eu não forçar meus próprios interesses [sobre o jornal], também não vou permitir que este jornal fique no piloto automático e suma na irrelevância — substituído por podcasts sem apuração e petardos de redes sociais — não sem briga. Ele é importante demais.” https://washingtonpost.com/opinions/2024/10/28/jeff-bezos-washington-post-trust/ Tradução no Estadão: https://estadao.com.br/internacional/a-dura-verdade-e-que-as-pessoas-nao-confiam-no-jornalismo-diz-jeff-bezos-dono-do-washington-post/ A resposta contra Bezos da equipe que estava empurrando o Washington Post para o buraco da militância política veio ontem, em artigo do colunista Erik Wemple. Ele diz que no Los Angeles Times uma escritora de editoriais renunciou quando o jornal se recusou a endossar Kamala Harris. "Puf, foi o que aconteceu com um endosso pendente do Post para Harris", reclamou Wemple, cujo título é "Bezos tem direito de ferrar com tudo". Alguém não gostou da decisão do chefe. Ele continua, falando do resultado do artigo do chefe: "Dois colunistas deixaram o Post, e os escritores de editoriais David E. Hoffman e Molly Roberts renunciaram de suas posições no Conselho Editorial". Não de seus empregos, é bom lembrar. A birra pró-Kamala só envolveu sair do conselho, não sair do jornal inteiro. Quanta "skin in the game". Hoffman chorou que "perdemos a voz". Meu filho, seu chefe não quer mais que seu jornal continue sendo um panfleto de propaganda do Partido Democrata, ninguém tirou sua voz, se nela sobrou alguma medida de jornalismo em vez de militância política. Ao menos Wemple dá um pouco de crédito a Bezos: "ele investiu na redação, dobrando o tamanho da equipe", escreveu. "Ele se mostrou firme" quando um repórter do jornal foi preso pelo Irã e quando agentes da Arábia Saudita decapitaram o jornalista Jamal Khashoggi, que contribuía para o Post. Mas não se enganem, o colunista está com os colegas birrentos: “Muitos outros descreveram eloquentemente que a interrupção repentina do endosso foi um ato covarde e sem princípios. Concordo.” https://archive.is/JhMWn
Na evolução humana, o ambiente social foi tão importante quanto, se não mais importante, que o ambiente físico como fonte de seleção natural. Exemplo: um estudo publicado em setembro no Journal of Vision testou como o cérebro humano processa faces em estímulo visual de forma inconsciente mais rápido do que imagens sem faces. Isso sugere um aparato biológico de detecção de faces que tem prioridade até antes de você ficar ciente de que está olhando para uma face. A técnica usada é interessante em si mesma e existe há menos de 20 anos. É chamada de "supressão de flash contínuo", e consiste em mostrar uma imagem estática para um olho de uma pessoa, enquanto o outro olho vê uma mudança rápida (flashes) de imagens diferentes. O resultado disso é que a imagem estática não é mais vista, o estímulo visual é suprimido pelo cérebro, favorecendo as imagens mais dinâmicas no outro olho. Usando essa técnica, os autores do novo estudo mediram quanto tempo uma pessoa levava para parar a supressão do estímulo de diferentes imagens estáticas. Resultado: "imagens com características mais próximas de uma face foram detectadas mais rápido que as que não tinham". "Isso sugere que até estímulos ambíguos contendo características faciais como os contornos dos olhos e da boca são processados preferencialmente pelo cérebro, acima de outros tipos de estímulo", disseram os pesquisadores. O ser humano é um bicho que nasce com um cérebro que busca avidamente por faces de outras pessoas no mundo. É uma adaptação social que favorece a sobrevivência e a reprodução. A vida social nos moldou da mesma forma que um criador de ovelhas as molda com o tempo, pela seleção, a produzir mais lã. https://doi.org/10.1167/jov.24.9.18
Elon Musk está sorteando US$ 1 milhão por dia como parte de sua campanha a favor do voto em Trump. Os democratas reclamaram para o Departamento de Justiça, que se recusou a processar, porque o sorteio seria legal. Mas acharam um procurador da Pensilvânia que processasse. Adivinhem quem financiou a carreira desse procurador. Procurador financiado por Soros processa Musk por sorteios em estados-pêndulo
Hartheim, Hadamar e Sonnenstein são palavras familiares para você no contexto do Holocausto nazista? Não se preocupe, também não eram para mim até esta manhã. Tire um tempo do seu dia para ler este relato de Amanda Achtman visitando esses três lugares, hoje com museus, onde nazistas praticaram eutanásia e eugenia e treinaram a si mesmos para o que fizeram em Auschwitz e Dachau. Dois são castelos. Um era um hospital psiquiátrico.
Para ajudar Kamala Harris, trabalhistas britânicos querem “matar o Twitter de Musk”