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Nunca é demais repetir: uma das condições de Moraes para a volta do X ao Brasil é que o X ceda banindo contas dos exilados políticos perseguidos por Moraes. Esse banimento de contas inteiras, em vez de conteúdo infringente, é censura prévia, é ilegal e vetado pelo Marco Civil, uma lei feita há apenas 10 anos, quando todas as principais redes sociais já existiam. Ocorre que, há dez anos, o consórcio progressista imprensa-academia-burocratas não tinha eleito as redes sociais como seu inimigo, ou, como dizem cinicamente, "inimigas da democracia". Ainda não tinham a censura como sua causa sagrada. Agora têm. E precisam enfrentar uma oposição organizada em seu projeto totalitário.
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Ética é difícil. Ninguém sabe se no fim das contas o melhor critério para julgar certo ou errado vem das consequências das ações, de seguir princípios pré-definidos, de cultivar virtudes ou de adorar seres sobrenaturais perfeitamente éticos. Mas uma coisa eu sei. Israel não está automaticamente errado quando, ao se defender, gera mais mortos do que o número daqueles que perdeu há exatamente um ano, naquela manhã tenebrosa. A insistência de que contagem de corpos nos leva às melhores conclusões sobre quem está moralmente errado ou certo não aumenta a força do argumento. É um argumento simplório, bruto, indigno de convencer cabeças mais sábias. Israel nunca teve uma Constituição que previsse extermínio de árabes ou muçulmanos. O Hamas teve, contra os judeus. Israel está avançando na direção de reconhecer as liberdades dos LGBT. O contraste com o Hamas, o Hezbollah e o Irã não poderia ser mais marcado. Israel investe em ser alguma coisa mais que apenas um lar de judeus na humanidade, como se vê no retumbante sucesso de seu programa de start-ups e publicações científicas. O mundo islâmico ao seu redor desdenha dessas coisas e tem saudade das normais sociais de Medina no século VII. Tento viver guiado por ponderação, temperança, sopesamento. Não faço adesão apaixonada a quase nada. Não me considero especialista no assunto. Mas se uma pessoa não se sente nem tentada a torcer pelo futuro de Israel, um futuro de paz, mas sem submissão às forças milenares do antissemitismo, parte das quais engrossam um antissionismo, eu questiono se essa pessoa tem os valores no lugar.